Toda história tem duas versões, mas na política partidária as versões se multiplicam. E hoje, durante reunião na Câmara Municipal, um pronunciamento da vereadora Dulcinéia Caldeira, presidente da Executiva Municipal do Partido dos Trabalhadores, pegou a muitos de surpresa, principalmente os aliados do governo Prandini. Não estava presente – mesmo porque há muito não tenho saco para assistir às reuniões ordinárias do Poder Legislativo, após 16 de acompanhá-las interruptamente, inclusive as extraordinárias -, mas sempre temos as nossas fontes. E, no encontro dessa quarta-feira, a vereadora petista (em quem votei nas eleições proporcionais de 2008) usou a Tribuna para, indiretamente, lançar sua pré-candidatura a prefeita nas eleições municipais deste ano. Pasmem, mas é verdade. Ou melhor, não pasmem, porque é um direito dela enquanto cidadã e filiada a um partido político. O que se estranha é que, até o dia de ontem, apenas os nomes do secretário Gentil Bicalho e do vereador Belmar Diniz pareciam ser uma pedra no sapato do prefeito Prandini. Agora, a dissidência aumenta, queiram ou não os fiéis defensores da reeleição do pevista.
Pois bem, mas tudo talvez tenha sido gerado por uma insatisfação da vereadora que, segundo nos informou um representante do Legislativo, Dulcinéia não teria sido convidada para uma reunião ocorrida na noite de anteontem, terça-feira, entre lideranças petistas do município. Mas, se a presidente da Executiva do PT/Monlevade não foi convidada para uma reunião entre os “caciques” do partido no município, a “cagada” foi enorme. Mas outra fonte informa que ela quem teria convocado a reunião – o que seria normal tratando-se da presidente. Aí as versões se multiplicam, mas o que é oficial é que a vereadora Dulcinéia Caldeira integra o grupo que dá apoio pelo lançamento de uma candidatura própria dentro do PT. E sefini…
Vereadora Dulcinéia de olho na majoritária

março 1, 2012 às 10:19 am |
PQP cara!!! Que Bomba!!! Bomba não, digo que merda!!!
A coisa virou brincadeira!!!!!
Monlevade chegou ao fundo do poço. Parece que estão brincando de casinha de boneca. Quando eu falo que Monlevade é terra sem lei; terra de ninguém não é atoa. Daqui a pouco vão lançar, Belmar, Guilherme, Sinval, Gentil…. . Ai sim vamos ter uma grande disputa. Os eleitores de Monlevade poderão se orgulhar porque nunca tivemos tanta merda junta para escolhermos!!!
março 2, 2012 às 4:50 pm |
Acho que a interpretação foi equivocada. Falar sobre o desejo de uma possível candidatura petista está longe de implicar diretamente na candidatura da vereadora Dulcinéia. Primeiramente porque essa é uma decisão que deve ser tomada em conjunto com o partido, e não é do feitio da Dulcinéia, minha mãe, passar por cima disso. Ela é uma mulher que acredita na democracia, dentro e fora do PT. Em segundo lugar, o PT tem muitas outras lideranças e não há acordo algum quanto a qual delas iria encabeçar a chapa no caso de uma candidatura do partido. O que ela quer mostrar, é que não há e não pode haver automaticidade na hora de um partido apoiar ou não uma chapa. Não há sentido em suprimir o debate, o diálogo, para se descobrir se ele é o candidato por escolha e legitimidade que o PT quer apoiar. Essa pessoa de quem falamos sempre procurou fazer as críticas internamente, suou pelo projeto da chapa, e brigou pra não pular do barco, mesmo quando ele esteve em vias de afundar. Mas, o PT é um partido de muitas lideranças, que tem um histórico de luta e não há qualquer obrigatoriedade de apoiar um projeto político que não seja democraticamente escolhido pelos seus representantes e filiados. Todo e qualquer palpite sem fundamento, prejudica o processo político e embaça o entendimento do eleitor.
Quanto a possibilidade de um dia ela ser candidata, concordamos que seria um direito dela, e com certeza Monlevade teria a oportunidade de ver uma mulher guerreira no comando, que ao contrário da maioria não faz demagogia, não é marketeira, se dedica ao cumprimento dos deveres públicos com idoneidade, lisura, e preocupação com o bem estar dos que ela representa. Alguém que trabalha muito pelo povo, mas que raramente recebe o feedback que deveria, de todas as partes. Mas esse é outro papo, pra outro dia, porque até agora o Partido dos Trabalhadores não definiu nada quanto a apoiar ou não o atual prefeito, e muito menos definiu quem seria o candidato da chapa, se houver uma. Tudo isso que eu disse, teve base numa conversa minha com a minha mãe, vereadora Dulcinéia Caldeira.
março 2, 2012 às 4:51 pm |
O colga Vilney tem direito a opinião e ao comentário, mas também tem direito de assistir as plenárias e acompanhar os projetos, direito que claramente não exerce.
março 4, 2012 às 8:12 pm |
MARCELO,JAMAIS FARIA QUALQUER PROPOSIÇÃO,. PRINCIPALMENTE TÃO SERIA QUANTO A QUE FIZ, MOTIVADA APENAS POR QUALQUER INSATISFAÇÃO ,TÃO COMUM EM NOSSO MEIO.ELA É RACIONAL E AO CONTRÁRIO DO QUE DIZ, TRATA-SE MUITO MAIS QUE LANÇAR ESSA OU AQUELA CANDIDATURA E SIM OUVIR OS FILIADOS DO PARTIDO AO QUAL PRESIDO ,BEM COMO DAR VISIBILIDADE ÀS LIIDERANÇAS QUE TEMOS E QUE TENTO FORTALECER COMO PRESIDENTE DEMOCRATICAMENTE ELEITA.OBRIGADA.
março 5, 2012 às 10:20 am |
Nadja Lírio Furtado, sei dos meus direitos, talvez até dever em estar participando das plenárias e dos “projetos” que vc citou. Acessei o site da Câmara Municipal, porque até então eu não conhecia “projetos” daquela casa. Veja bem, estou falando de “projetos”, não de monção de aplausos, títulos de cidadão honorários e etc, estou falando de projetos, e sabe o que eu ví no site? nada, não ví projeto algum. E pelo que leio não está valendo a pena participar de plenárias. O cenário pólítico em João Monlevade está completamente indefinido, o racha dentro do PT é visível, não adiantam falar que não existe. Os principais possíveis candidatos estão todos barrados pelo Ficha Limpa, então acho muito normal que todos que queiram aproveitar desta situação, se lancem candidatos. Tem um ditado antigo que diz o seguinte: “Cada povo tem o governo merece”.
março 5, 2012 às 10:22 am |
Caro Romulo, não moro em João Monlevade, portanto não tenho patrão aí. Abraços e tenha um bom dia!
março 5, 2012 às 3:28 pm |
O sr. Vilney me parece estar muito ressentido.
março 5, 2012 às 6:43 pm |
Não é ressentimento não José Carlos, é você gostar da cidade, é ter amor por ela, e é ver tudo se acabando. É simplesmente isto! Se pararmos no tempo e deixar tudo acontecer com pouco tempo será uma cidade fantasma! Abraços.