Poluição Sonora

Carta de um leitor

“É com imenso prazer que leio a matéria de capa do jornal “A Cidade”, de Bela Vista de Minas – “Na mira da polícia” – sobre a poluição sonora. Quero dar honras ao mérito ao comandante do pelotão daquela cidade, Sargento Pereira, por fazer cumprir a lei. Necessitamos de pessoas como o Sargento Pereira, atuante e conhecedor da lei. A lei foi feita para ser aplicada e quem estiver à margem dela – marginal – deve ser punido.

Em 22 de outubro de 2007, na Câmara Municipal de João Monlevade – há exatamente um ano e quatro meses -, foi realizada uma reunião para tratar deste assunto – poluição sonora – o não cumprimento da lei no município. Até hoje, no entanto, nada foi feito. Aqui em João Monlevade não se cumpre a lei. Os comerciantes presentes à reunião e outras pessoas que lá estavam, até hoje amargam a intranqüilidade e não desfrutam o sossego da paz. Estavam presentes o vereador Zezinho Despachante (presidente da câmara na época), vereador Robertinho (esse citado no cartel do combustível), Guilherme Nasser (era secretário municipal, hoje vereador), Roseli de Souza (fiscal de postura), Paulo “Gordurinha” (presidente do Codema), Major Paulo (hoje Tenente-coronel). O prefeito Carlos Moreira não estava presente, mas prometera solucionar o problema.

Cabe destacar que a Lei n° 6.938/81, que “dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação” e a Lei n° 9.605/98 que “dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente”, cujo artigo 54 considera crime “causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana”. Como a poluição sonora pode causar danos à saúde humana, afetando os sistemas auditivo e nervoso das pessoas, pode aquele que a provocar ser enquadrado no disposto nesse artigo da lei, sujeitando-se a penas de reclusão de um a quatro anos, além de multa.

Está corretíssimo o Sargento Pereira, atuante e envolvido no dia-a-dia do seu município. Necessitamos de pessoas como ele, que faz crescer sua cidade e dá prazer aos cidadãos que aplaudem e reconhecem seu trabalho. Parabéns Sargento Pereira. Ao amigo Francis Jr., editor do jornal, a poluição sonora nas cidades só ocorre com o consentimento do poder público municipal, ou pela ineficiência ou negligência dele. Temos direito ao sossego e à tranqüilidade. Parabéns pela reportagem – antes tarde do que nunca.
Um abraço”,

*Ismar Henrique (João Monlevade)

*Ismar Henrique é sócio proprietário da Casa Lotérica “Tesouro de Minas” e um dos líderes do movimento que surgiu em João Monlevade para coibir o abuso cometido pelos carros de propaganda volante e que provocam poluição sonora na cidade. E ele tem razão em denunciar o descaso das autoridades municipais, que permanecem de braços cruzados, enquanto a baderna continua.

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Uma resposta to “Poluição Sonora”

  1. Carlos Roberto Moreira Says:

    Convido ao amigo leitor , que fez esta obs. sobre a matéria do jornal a “A Cidade”, de Bela Vista de Minas – “Na mira da polícia” – sobre a poluição sonora.
    Caro amigo, infelizmente só ficou na teoria, poluição sonora em Bela Vista de Minas é o que não falta, o comandante do pelotão de cidade, Sargento Pereira, realmente ele tenta fazer cumprir a lei, mas falta apoio, de nossas autoridades local,sabemos que “um pau só não faz uma mata virgem”esta matéria foi divulgada em 16/02/2009.
    Abraço .
    Carlos Roberto Moreira

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