Archive for setembro \30\UTC 2009

Ao amigo Márcio

30 de setembro de 2009

Li hoje o Blog “Rapadura”, como faço todos os dias, do amigo Márcio Passos, e vi o título “O Bravo Melo”, referindo-se ao episódio sobre os cortes verificados no clip que homenagearam o jornalista em comemoração aos 25 anos do jornal “A Notícia”, durante a solenidade dos “100 Melhores”, realizada na última sexta-feira, no salão do Ideal Clube. E suas explicações se dão em razão dos textos que postei aqui, neste espaço, no dia de ontem, pelos cortes feitos nas gravações, cuja atitude considerei uma deselegância e um desrespeito, e continuo com a mesma opinião. Agora, com relação à direção do “A Notícia”, isento-o de qualquer falha, porque sempre fui prestigiado e respeitado pelo Márcio e seus funcionários, como amigo e como ex-integrante da equipe. E sou grato por ter sido justamente o Passos a primeira pessoa que me deu a oportunidade de ingressar nessa lida na área de jornalismo. E uma herança que meus pais deixaram foi a gratidão. Aliás, como diz uma célebre frase: “o homem pode roubar para dar alimentos aos seus filhos; o homem pode até matar em defesa própria. Mas, ser ingrato, jamais”.

Portanto, minha intenção não foi a de criar polêmica com o jornal “A Noticiai”, de forma alguma, pois lá dei início à minha carreira profissional, de lá sai algumas vezes para me ingressar em outros órgãos de imprensa e para lá retornei outras vezes. Porque a porta sempre esteve aberta para mim. E posso falar de cadeira que o Márcio Passos sempre valorizou as pessoas que fizeram parte da história do hoje bi-semanário. Eu, o Magela, João Carlos, Chico Franco e tantos outros que por ali passamos somos testemunhas disso. Aproveito também para agradecer ao Breno Eustáquio e à Maria Cecília, editor e diretora do “A Notícia”, respectivamente, pela lembrança.

Mas, com relação aos cortes em minha fala, na do amigo Geraldo Magela e de Moyara Domingues, ratifico a minha posição. Não quero com isso ser radical, mas apenas expressar o que sinto e, como escrevi ontem, nem me interessa saber quem foi o responsável pela edição e os corte do clip. Só que, como jornalista, não posso me furtar em apresentar a minha opinião.

Que rei é este?

30 de setembro de 2009

Edson Arantes do Nascimento, que pessoa é esta? Que rei é este, a não ser da bola? Um negro que, apesar de seu status e posição social, respeitado em todo o mundo por ter sido considerado o melhor jogador do futebol association de mundo em todos os tempos, nunca lutou em favor de sua etnia, como fazem tantos outros famosos. Um homem que negou a paternidade e depois que a sua filha veio a falecer, ainda teve a ousadia de enviar um buquê de flores aos familiares. Não fez, por exemplo, como outro Rei, o cantor e compositor Roberto Carlos, que reconheceu a paternidade de um filho já adolescente, mesmo após exame de DNA. Isso é questão de princípios. Um rei que nunca considerou Minas Gerais como seu estado/pátria. Um rei sem Monarquia, narcisista, que só enxerga um palmo além do umbigo. Um rei vaidoso, egoísta e que nunca honrou a sua raça, negra, de homens como Cassius Clay, Nelson Mandela, Luter King, Cartola, Pixinguinha, Milton Nascimento e outros que sempre tiveram orgulho da etnia da qual fazem parte.

E ontem, assistindo à TV, ouço deste rei uma frase que ainda me deixou mais entediado, que saiu da boca de Pelé, o melhor jogador do mundo e um dos piores espécies de homem. “Já saímos na frente para sediar as Olimpíadas em 2016. Com Pelé e Lula, já entramos ganhando de dois a um”, referindo-se à possibilidade de a cidade do Rio de Janeiro sediar os Jogos Olímpicos de 2016, cujo resultado para se conhecer a cidade-sede se dará nesta sexta-feira, 2 de outubro. Fosse uma frase apenas para chamar a atenção, tudo bem, mas saindo de Pelé, demonstra mais uma vez a arrogância e a pretensão desse homem, rei apenas do futebol.

Rei

Inauguração da Escola Polivalente: o sonho que nunca acabará

30 de setembro de 2009

Escola Polivalente, ligada ao Sistema Premen, da rede federal de ensino, foi inaugurada em João Monlevade no mês de setembro de 1972. Mas, oficialmente, a inauguração ocorreu em março de 1973, quando aqui esteve o então governador de Minas Gerais, Rondon Pacheco. Localizada no bairro Vila Tanque. Uma educação exemplar, onde o aluno convivia com a escola em dois turnos distintos. Infelizmente, como no Brasil acabam as boas coisas, o Sistema Premen de Ensino foi abolido e as várias escolas polivalentes do país foram fechadas. Foram transferidas para o Estado. Mas, os cinco anos em que permaneceu o famoso Premen, o exemplo ficou e até hoje está eternizado em nossas memórias e para todos aqueles que por ali passaram como estudantes, ficou a semente de um ensino de primeira qualidade e também muito nos ensinou sobre a vida e de valorizar as amizades.

O Polivalente, mesmo tendo sido cravado na época da ditadura militar, era uma escola diferenciada das demais. Não havia aquela didática que castrava o aluno, escravocrata desde os tempos do Cônego Higino no antigo Ginásio de Monlevade. O aluno convivia com o professor de igual para igual, sem tabus. E lá havia outra grande diferença e que trazia mais liberdade: cada sala era de uma Matéria, ou seja, a cada intervalo de aula era o aluno quem mudava de espaço. E aquilo fazia uma diferença danada, porque ninguém era dono de cadeira alguma. As ações eram mais divididas e aquilo representava uma aliança mais forte entre o grupo. Também tínhamos matérias extracurriculares e não apenas o trivial. Havia aulas de teatro, música, jornalismo, ginástica, sem contar as aulas práticas de técnicas comerciais, técnicas agrícolas e educação para o lar. Vivíamos em um paraíso, com música-ambiente durante os intervalos (falávamos recreio), tênis de mesa, duas quadras de esporte e ainda um campo par a prática de futebol de campo e soçaite. E acabaram com, tudo, mas ficou, com toda a certeza, uma obra que jamais será apagada, que foi a do ensinamento. O aprendizado valeu por tudo e só quem teve o privilégio de estudar no Polivalente, entende o que estou falando, e é com o coração.

Aproveito para agradecer a todos os nossos mestres, nossos educadores, e que tanto nos ensinaram os caminhos das pedras por essa estrada tão sinuosa. Valeu o obrigado a vocês: Vera Duran, Dôra, Zeni Magalhães, Carlos, Waldir, Isaura “de Matemática”, a saudosa “Isaura de Ciências”, Maria Gonçalves, Ana Maria, Elmo Lima, Getúlio, Mauro, Jorge, Márcio, Batista, Ayva, Efigeninha, Ângela Nasser, Quintino Maciel, Geni, Lídia Helena, Rosária, Vicentina, Fafá, Tereza Silvério, Admar, Paulo, Terezinha Bretas, o saudoso Ernani, Veredino, Irene, Mirtes e à eterna diretora, Thaíz Brandão Azevedo. E nós, que já promovemos três encontros de ex-alunos e ex-professores, vamos retornar, porque principalmente o I Encontro, realizado exatos 30 anos depois, em setembro de 2002, foi um marco em nossas vidas.

Inauguração da Escola Polivalente

Esta fotografia foi tirada durante a visita do então governador de Minas, Rondon Pacheco, para inauguração oficial da Escola Polivalente, em 1973, quando era prefeito do município Lúcio Flávio de Souza Mesquita. Na foto, aparecem os alunos que recepcionaram o governador, entre eles Rodolfo Passos (primeiro à esquerda), Cíntia, Joyce e Simone Passos.

O Morro do Geo e a História de Monlevade (PArte XXXVII)

30 de setembro de 2009

Futebol de Salão do Grêmio I

Aqui a equipe de futebol de salão juvenil (hoje futsal), do Grêmio Esportivo Monlevadense, na década de 70, e que teve momentos de glórias em João Monlevade Este time participou de um torneio no Grêmio Esportivo Monlevadense, promovido pela Prefeitura, em 1972, no governo do então prefeito Antônio Gonçalves.
Este primeiro time, do Grêmio, conta com os seguintes jogadores: Toninho Zacarias, Eduardo Brandão, Zé Américo, Zezé e Jésus Cabeção. Agachados, também da esquerda para a direita: Noel, Marcos Negão, Dim e Nicolau

A deselegância e desrespeito às vezes incomodam mais do que a indiferença

29 de setembro de 2009

Não sou de ficar calado diante de alguns fatos. E se pisam em meu calo, meu senhor, aí eu vou até o fim do mundo (também chamado de oio do c…). Não importa se ofendo um chegado, um amigo ou um irmão. Nunca escondi a minha cara e talvez por isso tenha alguns desafetos. Mas, como já escrevi isso um milhão de vezes, são os ossos do ofício. Frase velha pra caralho, mas muito verdadeira.

Pois bem, mas na última sexta-feira, 25, foi realizada mais uma edição de os “100 Melhores”, uma iniciativa do jornal “A Notícia”, e que teve o jornalista Heber Passos (irmão do Márcio) como seu principal mentor, o criador de fato. Heber que, infelizmente, nos deixou prematuramente meses atrás. Uma pessoa que muito admirava. Mas isso é outra história…

Muito merecidamente, a equipe do “A Notícia” decidiu fazer uma homenagem/surpresa ao seu criador, o jornalista Márcio Passos, pelos 25 anos de atuação do periódico, fundado em abril de 1984. Para isso, fui convidado pelo editor do bi-semanário, Breno Eustáquio, através de e-mail, para procurar a ShineOn e gravar uma mensagem. Foi o que fiz. Entrei em contato telefônico com a agência e agendei um horário. Fiz a gravação que durou exatamente 1 minuto e 32 segundos. Modéstia às favas, nem carecia de a fita passar por edição. Ficou perfeita, conforme afirmou o próprio responsável pela filmagem. Na medida exata, como dedo no nariz.

Não compareci à festa. Ando meio anti-social ultimamente. Nem fui também à solenidade de entrega do título de Cidadã Honorária para Dona Faride Maluf. Mas, saio nessa terça-feira e tomo conhecimento de que a minha gravação foi cortada, assim como de Moyara Domingues, que também fez parte da equipe do “A Notícia” – e foi a primeira colunista social do periódico -, e do amigo Geraldo Magela, outro nome na história do jornal. E para Moyara foi ainda pior, porque ela estava presente à solenidade e foi apanhada de surpresa. Uma deselegância e desrespeito sem limites. Quando fui informado de que a minha gravação havia sido cortada, fiquei puto. Aliás, estou até agora. Então, tomo uma cerveja…

Para eles, foda-se a História!

29 de setembro de 2009

Não quero nem saber quem cortou a gravação minha, da Moyara e do Magela. Aliás, prefiro não saber, porque poderia guardar mágoa dessa pessoa pelo resto de minha vida. Sou rancoroso, sim. Se faz bem ou mal à saúde, e o “Kiko”?

Mas, o que nos deixa enfurecidos, com raiva, ódio, ira, é quando querem desfazer de nossa história. O jornal “A Notícia” nasceu em abril de 1984 e eu fui integrado à equipe seis meses depois, ou seja, no dia 4 de novembro de 1984. Antes de mim, apenas a Moyara (colunista social), o João Carlos Guimarães (como editor-adjunto), o Nem (chargista) e o Maurício Reis (editor de esportes). E logicamente a então esposa do Márcio, Beth Ambrósio, o “Pé de Boi” do jornal. E fizemos parte da criação daquele periódico, o primeiro semanário da região do Médio Piracicaba. E que puta orgulho de começar como “Foca” no “A Notícia”, graças ao apoio do meu primeiro mestre, o amigo Márcio Magno Passos.

Mas tudo bem que cortaram a nossa fala. O que conta é a história, desde os tempos do Restaurante “Gandhi”, uma sociedade entre o Márcio e o Eduardo (antigo Mickey Lanches), quando Passos começava a desenhar o semanário de seus sonhos. Ali, após fechado o restaurante, a cerveja e muita conversa. Eu, como meus 23 anos, e Márcio com 31. Começava então uma amizade. E, depois de mim, veio o Magela com sua característica ímpar. Mais tarde o Chico Franco, um sábio na arte de redigir. E tantos outros personagens que fizeram parte da história do “A Notícia”, como Ivan Passos, Cacá, Nininha, Marta, Mara, Socorro, Geraldo Elias, Selma, Lu, Rejane, Manoel, Dalton, Valtinho, Wandinho, Dôra e Cia. Nós ajudamos a criar o alicerce desse periódico, e somos parte desta obra. Portanto, foda-se quem cortou a nossa fala. Foda-se quem ignorou e desrespeitou o nosso passado no “A Notícia”. Porque a nossa história sobrevive, vive, e a nossa obra será imortalizada.

29 de setembro de 2009

Jornalista Argentina

Gisele Teixeira é jornalista. Trabalhou em Porto Alegre, Recife e Brasília. Recentemente, mudou-se de mala, cuia e coração para Buenos Aires, de onde mantém o blog Aquí me quedo (giseleteixeira.wordpress.com), com impressões e descobrimentos sobre a capital portenha.

Cartas de Buenos Aires – Publicado no Blog do Noblat, 29/09/2009

29 de setembro de 2009

A confissão aconteceu em 2007 durante um jantar, num restaurante de uma ilha paradisíaca de Bali, na Indonésia. Difícil imaginar uma conversa tão horrível em um lugar tão lindo, mas foi assim.

O piloto argentino Julio Alberto Poch, que então trabalhava para a Companhia Aérea holandesa Transavia (que pertence à Air France-KLM), entre um drinque e outro, contou a seus companheiros que durante a ditadura militar (1976 a 1983) havia pilotado os chamados vôos da morte. E deu detalhes.

Os prisioneiros eram levados em furgões a um aeroclube, normalmente à noite. Ao chegarem, recebiam uma injeção de Pentotal (um sonífero), eram embarcados em aviões e, após dormirem, jogados ao mar sem roupas, para que não houvesse nenhuma possibilidade de identificação. Às vezes, tinham as barrigas abertas para que as vísceras se espalhassem no mar e, assim, os corpos afundassem mais rápido. Ou, em outras palavras, não boiassem. Os holandeses, claro, ficaram horrorizados e o denunciaram à justiça do país. Começou aí uma investigação – em total sigilo – que foi finalizada na terça-feira passada com a prisão de Poch, numa escala da viagem Amsterdam-Valência.
Era seu último vôo antes da aposentadoria. Foi preso pela polícia espanhola quando, coincidentemente, estava acompanhado da mulher e de um dos filhos. Tem apenas 57 anos. Os passageiros do avião não ficaram sabendo de nada.

Aqui, longe de tudo, me delicio com os detalhes da operação, me delicio com as sutilezas do destino. Esfrego as mãos, satisfeita. Essa prisão, é claro, deve ter sido noticiada no Brasil, mas como a semana passada o noticiário foi muito dominado por Honduras, achei melhor relembrar. Pelo menos relembrar seu contexto. Poch é o segundo piloto detido por atirar pessoas vivas ao mar durante a ditadura. O primeiro foi Adolfo Scilingo, em 1995, o primeiro repressor a confessar participação em vôos deste tipo. Segundo ele, os vôos saíam uma vez por semana, com cerca de 15 a 30 pessoas. Dessa forma, confirma, devem ter sido “eliminadas” uma 4.400 pessoas.

Dizem que há centenas de envolvidos, talvez milhares. Membros das Forças Armadas e também civis – desde os motoristas dos furgões até os enfermeiros que ministravam as injeções e inclusive apenas simples testemunhas, que acompanhavam as operações.
Os mais jovens possuem pouco mais de 50 anos e os mais velhos estão com cerca de 90. Alguns enlouqueceram. Não puderam viver com o segredo de terem jogado ao mar pessoas vivas, drogadas, indefesas, desnudas, desde aviões em pleno vôo em direção ao vazio.

Depoimentos Assustadores

29 de setembro de 2009

Rubén Ricardo Ormello, que em 1976 era cabo e tinha 21 anos, foi mecânico e prestou serviços para a área militar. Relatou a seguinte história: “uma vez trouxeram uma gorda que pesava como 100 quilos, e a droga não havia feito efeito suficiente. Quando íamos jogá-la ao mar se acordou e se agarrou ao avião. A filha da puta não se soltava. Tivemos que carregá-la a patadas até que foi à merda”, recorda, sem arrependimentos.

Conto essa história porque na semana passada falei da belle époque portenha. Mas a cidade tem também outra faceta. E para entender Buenos Aires é preciso conhecer as duas. É preciso visitar seus palácios, mas também a ESMA, a Escuela Superior de Mecánica de la Armada, principal centro de extermínio de prisioneiros durante a ditadura, que desde 2004 abriga um espaço dedicado à memória e a promoção da defesa dos direitos humanos. Dois lados de uma história, que talvez não sejam tão independentes como possa parecer à primeira vista.

Gisele Teixeira é jornalista. Trabalhou em Porto Alegre, Recife e Brasília. Recentemente, mudou-se de mala, cuia e coração para Buenos Aires, de onde mantém o blog Aquí me quedo (giseleteixeira.wordpress.com), com impressões e descobrimentos sobre a capital portenha.

Morro do Geo nas bancas

29 de setembro de 2009

Cassino 3

Início dos anos 1950 e João Monlevade começava a dar os seus primeiros passos na área da siderurgia. A visão empresarial do grande Louis Jaques Ensch daria a oportunidade ao povo dessas terras de crescer economicamente, e ganhar condições de uma vida mais próspera.

Nascia então a primeira Vila Operária da América Latina, compreendendo entre os bairros Vila Tanque até o Centro Industrial. E também o povo herdava conceitos e a cultura que vinha do Velho Continente.
No pé da mata nativa deste majestoso cinturão verde, de frente para a Usina da Cia. Siderúrgica Belgo-Mineira, um dos primeiros bairros daquele distrito de Rio Piracicaba. A arquitetura se fazia ainda mais bonita com a recém-inaugurada Matriz São José Operário, em forma de V (da vitória dos aliados sobre os alemães durante a II Guerra Mundial), projetada pelo arquiteto Yaro Burian.

Nesta fotografia, aparecem casas das ruas Tapajós e Tieté. E, em primeiro plano, o prédio do Hotel Cassino, primeiro construído na Vila e que servia de alojamento – durante anos – para funcionários da empresa. Hoje funciona como Centro Cultural da ArcelorMittal.Aqui tudo teve início, margeando a linha férrea construída para transportar o aço. No pé do morro, o Bar do Daniel, que depois se transformaria no saudoso Rampa´s, de Laudelino Fonseca e Antônio Cota. Aqui um retrato da nossa cidade.

Matéria de capa publicada na edição de setembro/09 no jornal “Morro do Geo”