Archive for outubro \31\UTC 2009

Polivalente: uma escola diferenciada

31 de outubro de 2009

Ex-Alunos e Colaboradores

Falar da Escola Polivalente é chover no molhado. E nessa manhã de sábado, passando os olhos pelas fotografias dos dois encontros que realizamos entre ex-alunos e ex-professores, em 2002 e 2003, veio uma saudade desenfreada e a vontade de realizar tudo novamente. Afinal conseguir reunir mais de duzentas pessoas, muitas que não se viam há quase 30 anos, foi algo mágico, fantástico. E ali tivemos certeza de que o Polivalente era uma escola diferenciada, pois nossas raízes fizeram com que mantivéssemos a amizade, mesmo que distantes.

Então, para relembrar os encontros e matar a saudade, algumas fotos daqueles encontros que já são eternizados.

Hora de Dançar

Tempo de dançar

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31 de outubro de 2009

Abraço do Reencontro após 28 anos

Um abraço após 28 anos: Marcelo e Dimas

Emoção no I Encontro 2002

Emoção e lágrimas ao final do I Encontro

RECORDAR É VIVER!

31 de outubro de 2009

Um brinde ao I Encontro

Tempo para um brinde ao reencontro

Pose para a Posperidade

Nós, entre os ex-alunos Miranda, Lourdinha, Gema, Cacau, Onimar e Denise, e entre as ex-professoras Ângela, Isaura, Tereza Silvério, Taíz, Rosária, Zeni Magalhães e Efigeninha

Mais um Brinde

Mais um brinde com Gaguinho, Jaca, Paulinho, Wilson Mariano, Marisa Lopes, Dimas, Eliana e Geraldo Eli

A Noite do II Encontro

Noite do II Encontro, para ficar pra sempre

Bom Feriadão a todos e que a luta continue

30 de outubro de 2009

Sonho

SONHO IMPOSSÍVEL

Interpretação: Maria Bethânia

Sonhar mais um sonho impossível
Lutar quando é fácil ceder
Vencer o inimigo invencível
Negar quando a regra é vender
Sofrer a tortura implacável
Romper a incabível prisão
Voar num limite provável
Tocar o inacessível chão
É minha lei, é minha questão
Virar este mundo, cravar este chão
Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã se esse chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu
Delirar e morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão

Joe Darion e Mitch Leigh (Versão em português de Chico Buarque).

Vila Nova e o Campo da “Lenheira”

30 de outubro de 2009

Vila Nova no Campo da Lenheira

Campo da lenheira, ali no bairro da Vila Tanque, que por vários anos foi o point do futebol em Monlevade e ficava bem ali na famosa Rua do “Sapo”, onde está instalada hoje a Escola Estadual Dr. Geraldo Parreiras (ex-Polivalente). Aos domingos à tarde os jogadores faziam de uma árvore o vestiário improvisado e a torcida lotava os barrancos para assistirem às partidas da 2ª Divisão do campeonato monlevadense. Da Vila, brilhavam o Atletic, o Penharol e o Vila Nova, que aparece nesta fotografia. Ao fundo, torcedores em frente à Escola Eugênia Scharlé aguardando o apito do juiz, enquanto os atletas do Vila posam para a foto. Em pé, da esquerda para a direita: ?, Joaquim, Tião, Bené Trindade, Gordurinha, Joaquinzão e Moreno. Agachados, na mesma ordem: Zoca, Manoel, Renato, Geraldo e Deco Balbino.

Matéria publicada no jornal “Morro do Geo” em dezembro de 2008.

Clube Atlético Metalúrgico: Anos de Conquistas no futebol

30 de outubro de 2009

Metalúrgico

Nada melhor do que recordar, ainda mais quando se fala em futebol, maior paixão brasileira. E aqui uma mostra desse efeito, na época em que João Monlevade tinha um estádio cujo nome copiava o do bairro: Jacuí, o palco dos grandes espetáculos futebolísticos.
Esta fotografia, do início da década de 80, há quase 30 anos, é uma simbologia ao nosso passado pelas quatro linhas daquele estádio que ficava com suas arquibancadas tomadas todos os domingos. Gente que vinha de carro (uma minoria), de ônibus, de caminhão pau-de-arara ou mesmo em lombo de animal, ou a pé, pela linha de trem. E, em homenagem aos grandes times de futebol da cidade, o Clube Atlético Metalúrgico, o alvinegro que brilhou nos estádios. Com vocês, em pé, da esquerda para a direita: Crista, Ceará, Celestino, Henrique, Minguinha, Dely e Miguel (Supervisor). Agachados, na mesma ordem: Zé Pio, os irmãos Adilson (Nôvo) e Gilson “Bigode”, Joãozinho e Sílvio. Um timaço!

Matéria publicada nesta edição de outubro no jornal “Morro do Geo”

Você é ou não é Bundão? Eis a questão

30 de outubro de 2009

Nada mau para um iniciante na carreira política. Talvez o Belmar Diniz assista muito à TV Senado e já deve ter aprendido que, para ser parlamentar, tem de aprender a brigar. Isso é rotina no Congresso Nacional entre os nobres e imbecis deputados e senadores, quando partem para vias de fato. O Collor então, desde que ganhou uma cadeira no Senado, pratica com mais assiduidade o seu esporte preferido: as artes marciais. Belmar já deve ter iniciado algumas aulas de luta livre e também de boas maneiras de como ser sarcástico e ter o dom para humilhar as pessoas. Por sua vez, mais experiente, Zezinho Despachante apenas chamou o nobre colega de “Bundão”. Bundão, segundo o Aurélio, é “bunda grande”, aumentativo de bunda, o que realmente não condiz com as medidas do edil petista. Já na linguagem chula, Bundão quer dizer “pessoa covarde, sem atitude, mesmo que bunda-mole”. Então, a palavra dita pelo Zezinho tem um sentido ambíguo. E o Belmar respondeu prontamente, da Tribuna. Portanto sua fala está gravada nos anais (não no anal) da Casa Legislativa, tão digna de baixarias também em outras épocas. Não é por acaso que o “Não-Bundão” foi eleito o melhor edil do ano, nos “100 Melhores”. E também não é à-toa que ele, Belmar, é genro de Chico Franco, que não leva desaforo para casa.

Mas, e aí? Aí, em poucos minutos, quase que o Plenário se transforma em um ringue para uma luta de Teleket Montila (lembram-se os nossos contemporâneos). De um lado, pesando 70 quilos, o formidável sádico da estrela vermelha, Belmar, “O Rei de Roma”. Do outro lado, pesando 75 quilos, o magnânimo cínico da oposição, Zezinho, “O Despachante”. Sensacional luta, não fosse a turma do “Deixa-Disso”. Pessoal mais desmancha prazer, reclamou o público presente.

Bundão

Tudo em nome da “Lei de Gerson”

30 de outubro de 2009

Aqui é igual a todo lugar, onde prevalece a “Lei do Gerson”, entende? Pois é, mas o que se sabe é que, no Reino de Jean Monlé, como diria o amigo Geraldo Magela, tem ocorrido coisas terríveis na área política. E tudo por culpa do emprego pedido pelo Belmar ao ex-prefeito Carlos Moreira e ao deputado Mauri Torres. E também pela manutenção do emprego de Téllis do PA na Prefeitura, após a vitória de Prandini. Aliás, o Belmar tinha de sair candidato mesmo pelo PT. Do contrário, os votos de seu pai, saudoso Leonardo Diniz, não seriam transferidos para ele. Mas a sua vontade mesmo era sair no grupo do Moreira. O Téllis, que também não é nada bobo, garantiu-se por garantia no emprego no PA, mas sabia que uma hora ou outra o moço do DVO (aquele que não gosta, odeia e repudia a imprensa) seria cassado. E o foi. E naquela época foi o vereador Zezinho quem pediu ao Prandini para manter o Téllis no serviço público. Era um tempo em que Despachante e o chefe do Executivo andavam de mãos dadas, pejorativamente falando. Mas, depois que Gustavo decidiu apoiar Dorinha para a presidência do Legislativo, acabou-se a união entre as partes. E renasceu o espírito oposicionista do Zezinho. Coisas comuns na política partidária. Igual a vida real…

Tribunal confirma cassação de Quintão em processo de arrecadação ilícita de recursos

30 de outubro de 2009

Os juízes do TRE-MG, na sessão desta terça-feira (27), por cinco votos a um, confirmaram nesta terça-feira a cassação do prefeito de Ipatinga Sebastião Quintão (PMDB), e do vice-prefeito Altair Vilar (PSB), por arrecadação e gastos ilícitos de recursos na campanha eleitoral (artigo 30-A da Lei 9504/97). Eles negaram provimento ao recurso apresentado pelos cassados contra a decisão de primeira instância que, em setembro deste ano, cassou os diplomas de ambos. Também foi determinada a marcação de nova eleição para prefeito e vice do município, em data ainda a ser definida. A ação foi apresentada pelo Ministério Público Eleitoral de Ipatinga.

A maioria dos magistrados acompanhou o voto do relator do processo, juiz Benjamin Rabello, pela confirmação da cassação. Segundo ele, foi averiguado comportamento malicioso dos candidatos para camuflar os dados reais dos gastos de campanha. De acordo com o juiz, houve inconsistência nas declarações dos gastos e foram apresentados documentos desprovidos de credibilidade, tendo havido escamoteamento de origem de mais de um milhão de reais. Segundo ele, foram utilizados recursos de fontes desconhecidas. Para o relator, houve a comprovação de fraudes na arrecadação dos recursos, “denunciando a ilicitude perpetrada”. E concluiu: “As condutas praticadas pelos réus são mais pérfidas do que o caixa dois, porquanto mais ambiciosas. A Justiça Eleitoral não conhece a verdadeira origem de mais de dois milhões de reais que aportaram na conta de campanha de Quintão”.

A juíza Mariza Porto concordou com o relator, destacando que a movimentação de dinheiro na campanha começou antes do registro da candidatura, contrariando a legislação. “Não existe transparência na prestação de contas do candidato”, ressaltou. No entanto, a juíza entendeu que a segunda colocada é a candidata Rosângela Reis, porque o candidato Chico Ferramenta não teve o registro deferido. “Ele não foi candidato”, conclui ela, para apontar que votava no sentido da posse de Rosângela Reis na prefeitura.

O juiz Ricardo Rabelo ressaltou, ao concordar com relator, que “o comportamento do candidato refoge completamente do que deve ter um candidato comprometido com a ética e com a transparência de suas contas, pois há uma séria de questões que não ficaram claras. Em termos de prestação de contas, não pode haver perguntas sem resposta, o que ocorreu no caso”, afirmou. O desembargador Baía Borges e a juíza Maria Fernanda Pires também concordaram com o relator. Apenas o juiz Maurício Torres votou por dar provimento ao recurso de Quintão, no mesmo sentido do procurador regional eleitoral, José Jairo Gomes, para quem não restou comprovada, no processo, a arrecadação ilícita de recursos

Neste processo (RE 8528), os políticos são acusados dos seguintes ilícitos: arrecadação e utilização de recursos provenientes de concessionária de serviço público, no valor de R$ 1.000,00; utilização de recursos, supostamente próprios, em valor superior ao patrimônio declarado à Justiça Eleitoral; declaração patrimonial inicial de 3.500 sacas de café, sendo que, em declaração posterior, para justificar patrimônio maior, o total de sacas atingiu 6.293; existência de movimentação financeira em benefício da campanha eleitoral anteriormente ao registro de candidatura, comprovada por notas fiscais de venda de café datadas de 30/06/08; celebração de contrato no valor de R$ 500.000,00, junto à Sinai Agropecuária S.A., pelo prazo de 1 ano, sem incidência de juros; utilização de recursos provenientes do Cartório de Registro de Imóveis, mesmo estando afastado das funções registrais desde 2005, quando assumiu a Prefeitura de Ipatinga.

A decisão do TRE mineiro tornou prejudicado o voto de minerva que seria proferido pelo presidente do Tribunal, desembargador Almeida Melo, também na sessão desta terça-feira, para julgamento de pedido de liminar de Quintão (Agravo em Ação Cautelar) para que retornasse ao cargo até o julgamento do mérito do recurso. A prefeitura de Ipatinga, desde a cassação de Quintão, no primeiro semestre de 2009, está sendo exercida pelo presidente da Câmara Municipal, Robson Gomes da Silva (PPS).

Hoje é sexta-feira!

30 de outubro de 2009

Galo

Dia de Galo depenado…