Histórias contadas pelo jornal “Morro do Geo”

A velha Monlevade ainda é respirada por muitos monlevadenses, pois ainda não conseguem apagar o tempo. Momentos vividos entre a Beira-Rio até a praça do Cinema. Entre a Siderúrgica, a Caatanga até a praça do Mercado. E dos clubes que faziam parte daquele palco, entre o Grêmio ao Ideal.

Entre tantas lembranças – principalmente para os que nasceram entre os anos 30 a 50 -, em primeiro plano um momento mágico vivido no Grêmio Esportivo Monlevadense, primeiro clube construído na cidade que promoveu a inclusão social, graças ao saudoso engenheiro Caetano Mascaranhas. Aqui o início do Clube, ainda sem o ginásio coberto, entre o final dos anos 1950: a quadra com jovens praticando esportes, o local que se preparava para a construção da piscina e o parque da meninada. Acima as casas da Rua Carijós, onde ficava o Grupo de Tábua. Mais ao alto aparecem algumas casinhas que compunham a famosa Cidade Alta. À direita, a Usina com suas cúpulas, a praça do Cinema, os hotéis e as casas da rua Piracicaba.

Maravilhosa Monlevade, entre as montanhas e o povo que nela habitava.

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