Archive for junho \30\UTC 2010

Lá se foi mais um amigo…

30 de junho de 2010

O reencontro em 2002 entre Marcelo Franskstein (D) e o hoje saudoso Dimas, 28 anos depois

Perdemos mais uma amigo de fé, um “irmão” camarada. Lá se foi o Dimas, o “Tião Vermelho”, a quem apelidamos nos tempos do Polivalente, quando lá estudamos. Ali da Contorno, irmão do Serginho, da Vila Tanque. Foi vítima de infarto, onde morava há anos, na cidade de Anchieta, no Espírito Santo, no sábado último.
Saudade deste grande cara. Ficará na memória os nossos dois encontros entre ex-alunos e ex-professores do Polivalente, nos anos de 2002 e 2003. Saudade e que Deus esteja sempre com você, pelo seu jeito simples e alegre.

II Encontro, em 2003: Marcelo, *Dimas, Marlon, Zé Pantera e Jaca. Amigos para sempre

Recordar é viver…

30 de junho de 2010

As escadarias construídas pela Belgo-Mineira, no ano de 1938, e que serviam de acesso aos operários e suas famílias que moravam na parte alta da cidade. Uma arquitetura fantástica e que hoje é apenas um retrato na parede…

O mesmo local, visto agora de cima para baixo, tendo como fundo a Igreja São José Opera´rio. Aqui a menina Elizabeth (hoje Dona Elizabeth, esposa do Zezito do Senai), ao lado dos tios. Monlevade maravilhosa

Arquivo: Jornal “Morro do Geo”

Reunião de Bacanas na casa do Paulo

30 de junho de 2010

Foi realmente uma “reunião de bacanas” que se formou na casa do Paulo Roberto no último domingo. Abaixo algumas fotos do espetáculo proporcionado pelos remanescentes do “Afilhados do Sereno”:

Junto ao Márcio Passos, Cacá Lima, Paulo Roberto e Clésio Gonçalves num encontro de amigos

Amigos a gente encontro, felizmente. E aqui alguns deles

Família “Santa Bárbara”: Gaguinho, Lauro, Pedro Paulo e sua esposa Regina

Voltando a falar em festa…

30 de junho de 2010

Voltando a falar do samba de raiz que rolou em nossa festa de aniversário, no último domingo, vamos a mais alguns momentos captados pelas câmeras:

Paulinho do Cavaco, Zé Afonso, Rômulo Ras e José Antônio Pereira: tudo começou no “Afilhados do Sereno”, que nasceu ali, entre o “Hora Extra” e o “Chora na Rampa”.

Reunião de Bacanas com o grupo completo: samba de primeira ao melhor estilo

Nedina Roberto representando a raça ao lado dos bambas

Queria estar de porre… Mas dirigi pela 381

30 de junho de 2010

Talvez até tenha faltado o Eu, mas eu nem tô aí por isso.

Talvez quisesse estar sóbrio, mas preferiria estar bêbado.

Talvez até torcesse pelo Brasil nesta Copa, mas não dá.

E talvez optasse pelos dublês, mas prefiro os artistas.

Queria estar de porre para sacudir o medo e mandar os hipócritas pra merda. Falar a minha única língua, que é a língua da sinceridade. Queria poder sonhar como vento, porque ele quem decide sua caminhada. Sem intervenções, sem prisões. Sem orgias e com loucuras.

Ah, mas tenho tanto a agradecer a Deus. Aliás, só agradecer. Nada a pedir, mas mesmo assim a gente sempre pede. E pior: sem humildade.

Caros leitores. Caras leitoras. Gostaria de ficar por aqui até amanhecer a quarta-feira, que não é de cinzas. Mas o meu cansaço físico não deixa. Afinal, dirigi pela 381

Jornalista traficante?

30 de junho de 2010

Não tenho o costume de ouvir as emissoras de rádio de Monlevade, apesar de ter atuado na mídia falada durante mais de vinte anos. Isso em razão de opção, apenas, nada pessoal. Diria que de ordem de preferência musical e também jornalística. Mas isso nem vem em questão agora. Apenas uma observação: logicamente que às vezes – quando estou transitando de carro pela cidade – sintonizo uma das três emissoras e, em minha modesta opinião – pelo menos no período da manhã -, prefiro a programação da Rádio “Comunicativa”. Fosse hoje uma emissora convencional, ou seja, que pudesse atuar com a mesma potência das outras duas, certamente seria líder de audiência em determinados horários.

Mas, por que mesmo de tanta explicação? É que a minha esposa, Carla Santos, situou-me que, desde anteontem, segunda-feira, um comunicador da Rádio “Alternativa” vem informando que em Monlevade há um jornalista envolvido com tráfico de drogas. Mas não citou o nome e, segundo a mesma informação, basta ligar para a produção do tal programa que o nome será revelado. Meio besteirol ou é mesmo coisa séria? Sendo sério, seria interessante que fosse apresentada a ficha do “criminoso”. Estou aguardando.

Vereador tarado

30 de junho de 2010

No mês passado (ou atrasado, sei lá), o diretor do jornal “O Celeste”, Gilson Elói Santiago, inseriu em seu periódico uma matéria que denunciava um vereador de Monlevade por assédio sexual. Aliás, no jornal foi citado que se tratava de um “vereador tarado”. Na mesma página onde foi inserida a matéria, uma foto do edil Guilherme Nasser e uma outra notícia. Ou seja, a intenção era para que os leitores (ao menos os menos “politizados”) entendessem que era o tucano Nasser, opositor ao governo Prandini, o tal tarado. Mas nesse caso não funcionou a tacanha frase de que “para um burro um pingo é letra”. Isso porque o tarado é outro vereador. Infelizmente seu nome não foi citado, mas sabe-se que ele fazia favores a eleitoras mais simples e em troca pedia um “prato de comida” na cama.

Sei de quem se trata e talvez toda a mídia. Assim como o povo, mas não houve uma denúncia formal, infelizmente. Era o momento de retirarmos a máscara desse safado, porque homem que tenta se aproveitar de seu poder político ou mesmo financeiro para assediar uma pessoa, para mim é merda. Tem de pagar da mesma forma que um traficante de drogas que vicia um adolescente ou oferece “conforto” a uma criança pobre para serví-lo de “aviãozinho”.

Pois é, mas em Monlevade as coisas estão tomando rumos jamais imagináveis. Talvez exatamente por sermos um povo politizado, tornamo-nos um lugarejo de disputas muito mais pessoais do que políticas ideológicas. O nosso município voltou ao tempo do coronealismo e não será nenhuma novidade no dia em que aparecer alguém baleado ou mesmo apunhalado numa emboscada. Como escreveu Bosco e Blanc, “tá lá o corpo estendido no chão”…

O presente toma esse rumo em nossa história política, onde o diálogo e as negociações transformaram-se em guerra de candinhas. E aí se acabou o respeito, o que é podre para uma cidade como João Monlevade. Sinceramente, o povo não é mais respeitado pelas suas lideranças. Vamos aguardar até quando…

Uma viagem pela 381: Medo, medo, medo…

30 de junho de 2010

Abaixo foto de um movimento pela duplicação promovido por lideranças de Monlevade

Como escrevi na manhã de ontem, enfrentei uma nova aventura nessa quarta-feira: viajei de carro de João Monlevade a Belo Horizonte. E tinha como passageiros os amigos Gaguinho, Pedro Paulo e Zé Afonso. Verdadeiramente uma aventura.

Viagem tranquila até próximo ao trevo que dá acesso à cidade de Caeté. Ali tudo engarrafado. Mais um acidente, só que desta vez depois do trevo, próximo ao conhecido posto 30. Um motorista de um carro de passeio entrou na contramão da curva, sentido BH/Monlevade, e entrou com sua roda dianteira da esquerda no tanque de uma carreta que descia a serra. Felizmente, desta vez com um ferido apenas. Mas o acidente interrompeu o trânsito, nos dois sentidos, por quase uma hora e meia.

Assim é a rotina da BR-381. E, de sexta-feira passada até esta quarta-feira, morreram quase 20 pessoas pessoas ao longo destes 112 Kms que ligam a cidade de João Monlevade à capital mineira. E concordo com a Vaninha Perdigão e com o capitão da PM Jeancarlos (ler textos abaixo), quando responsabilizam mais os motoristas do que a estrada propriamente dito. Culpa quase total dos motoristas? Obviamente que sim. São mesmo imprudentes, irresponsáveis, egoístas ao extremo e alguns deles loucos quando assumem a direção de um veículo. Mas isso também não significa que a nossa estrada não seja perigosa e não necessite de obras, ou melhor, de obra para duplicá-la. E isto tem de ser imediato, urgente. Chega de tantas mortes.

Basta trafegar por ela. Pergunte ao seu marido, Vaninha, o Magela, se ele tem algum prazer de trafegar por este trecho da 381? Ele tem medo. Pergunte ao Beto, motorista da Van que transporta os professores da Funcec para BH (e vice-versa), que faz este trajeto diariamente, se ele não pede a Deus para afastá-lo deste cálice? Claro que sim. Pergunte ainda aos professores qual o sentimento sentem ao trafegar por estes poucos mais de cem quilômetros? Medo. Adrenalina em demasia. É hora de dar um basta e exigir já a duplicação desta rodovia. Aqui neste trecho mata mais do que o tráfico no Rio.

Pois bem, mas hoje foi mais um daqueles dias em que se trafega pela 381. Mais uma aventura e experiências nada interessantes. Ao total, entre a ida e a volta, assistimos a quatro acidentes, e a pista seca. Cheguei em casa por volta das 18 horas, com costas e pescoço doloridos, provocado pelo stress de dirigir nessa estrada. E olha que faço esta rotina quase toda semana. Mas acho que chega… Basta e que esses filhas da puta desses políticos deixem de ser canalhas e assumam a responsabilidade de duplicar a estrada que serve a tantas pessoas de tantas cidades.

29 de junho de 2010

“Prezado MM, como você sentiu falta dos meus comentários (rs), te digo o seguinte: enquanto não duplicam a BR, vamos duplicar nossa responsabilidade e a nossa sensatez. Digo isso porque em minha opinião a estrada está ali, paradinha, não mexe com ninguém. Aí vem um sacana de um safado metido à playboy, que comprou o seu ‘carrão que anda pra caramba’ e não quer nem saber; tem que passar na frente de todo mundo, realizando verdadeiras loucuras com seu ‘brinquedinho’, nas ultrapassagens pela esquerda, pela direita e só não passam por cima porque carro ainda não tem asas. Ficam ali te pressionado para dar passagem pra eles, mesmo que no local seja completamente inviável realizar uma ultrapassagem.

“As vezes tenho vontade de mandar estes caras pro buraco, antes que eles me mandem ou mandem um inocente pai de família, que está utilizando a rodovia como ganha pão. Mas como sou cristão (católico), contenho minhas intenções revanchistas e não mando ninguém pra vala. Ainda… Um abraço”!

Capitão Jeancarlos – Ribeirão das Neves

Comentário de uma leitora – “Será preciso morrer um presidente da República nesta 381″…

29 de junho de 2010

“Caro Marcelo, não precisa desejar morte ao Lula. Aqui em Brasília as rodovias são todas duplicadas, triplicadas , não tem nenhuma curva e todos os dias morrem várias pessoas. Há um monte de motoristas irresponsáveis, babacas que causam acidentes a toda hora. Será que a culpa também é do Lula”?

Vânia Perdigão Ferreira (Vaninha) – Distrito Federal