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As “viúvas” do Padre Felipe

30 de abril de 2011

Estava eu na tarde de ontem, feriado, no “Bar do Cláudio”, na Tieté, junto a alguns amigos e colegas, quando, em meio a um bate-papo descontraído, voltou à tona o caso do “Padre Felipe”. Preferiria que o assunto não entrasse na pauta daquela conversa, mas já que não teve jeito, não me furtei a entrar na onda. E nisso um dos presentes perguntou-me o que achava do caso e fui categórico: – Eu não acho nada; digo apenas que o Padre José Mauro conseguiu ludibriar boa parte da comunidade de Centro industrial”. Foi aí que o caldo entornou, quando algumas “viúvas” do “Padre Felipe”, sentindo-se ofendidas, partiram para o pau. E eu não me fiz de rogado e contra ataquei. E, sinceramente, até extrapolei, porque a minha revolta e indignação foram maiores em saber que, com seu jeito eloqüente, o Padre José Mauro Bastos foi capaz de manipular um grande número de fiéis. A quem conheceram não faz mais de quatro meses e ainda o tratam como “rei”.! E identifico essas “viúvas” com aquele famoso jargão usado por pessoas que ainda defendem políticos do nível de um Newton Cardoso ou de um Paulo Maluf: – Eles roubaram, mas fizeram…

Pois bem, mas durante a discussão, duas das pessoas presentes ainda disseram: “Você colocou várias coisas contra o Padre Felipe em seu Blog. Então coloque também os podres do Padre Marcos” (sic…). Esperem aí. Para começar, eu não coloquei nada contra o Padre Felipe em meu Blog. As pessoas que o denunciaram e todas se identificaram. E… Podres contra o Padre Marcos Rosa? Aí requer um trabalho investigativo, ou seja, pessoas da comunidade pesquisaram o passado de alguns padres da Paróquia São José e chegaram a “podres” de alguns deles, dentre os quais do Padre Marcos. “Não descobrimos nada contra o Padre Jorge. Mas contra o Marcos, sim”, declarou esta pessoa que, por enquanto, prefiro guardar a sua identidade.

Os pratos começam a ficar sujos e está comprovado – ao menos de acordo com a informação dessas pessoas que residem no Centro Industrial – que está declarada uma guerra de Católicos X Católicos, em nosso João Monlevade. E uma coisa o Padre José Mauro conseguiu, a de promover a discórdia. Aproveitando a oportunidade, assim como afirmei às “viúvas” do Padre Felipe, na discussão de ontem, lanço o seguinte desafio: da mesma forma que apresentaram denúncias contra o Padre José Felipe (o nome verdadeiro é José Mauro) aqui neste espaço e foram publicados – já que as pessoas se identificaram -, prometo que esses “podres” do Padre Marcos também serão publicados neste Blog, desde que os acusadores sejam homens o suficiente para também se identificarem. Está aberto o desafio, já que um dos denunciantes presente, declarou, em alto e bom tom que “você, Marcelo, conhece os podres do Padre Marcos e só não os coloca por ser amigo da família dele”.

Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa…

30 de abril de 2011

É preciso saber discernir o joio do trigo. Afinal, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. O que a pessoa disse é mentira, porque eu, particularmente, não sei de podre algum do Padre Marcos Rosa. E, quanto à minha amizade com seus familiares, ela é de longa data, assim como é com você e os seus irmãos.

Bom, mas tive o enorme prazer de conhecer, conviver e de me tornar amigo do pai do “Marquinhos” (assim o chamo até hoje), o saudoso Zé Rosa. Uma pessoa ímpar e diria puro, de tão bom. Cheguei inclusive a escrever um artigo publicado no jornal “A Notícia” e aqui no Blog, criticando o Padre Marcos Rosa de não ter, infelizmente, seguido o exemplo de simplicidade e humildade de seu pai. Porque ele (Padre Marcos) é um tanto arrogante. E a sua fala chamando um grupo de pessoas de “membros da Corja” provocou o efeito bumerangue, já que hoje grande parte da impopularidade do pároco da Paróquia de Carneirinhos é fruto de seus discursos político-partidários, o que provocou a ira de muitos católicos.

Mas, voltando a falar de seus familiares, tenho o prazer de conviver até hoje com a sua mãe, Dona Zinha, há quem muito admiro, e de freqüentar a sua casa, no Vila Tanque. Trata-se de uma família pela qual tenho o maior respeito e gratidão. Assim como sou amigo dos irmãos de Marquinhos, entre eles do saudoso Zaru, de Zé Wilson, Didi, Cao e Lelena. São pessoas maravilhosas. Mas, caro acusador, se tem acusações e provas de “podres” cometidos pelo padre Marcos e está disposto a assumir as acusações, o espaço no Blog está à sua vontade. Só lhe afirmo que não estou aqui para satisfazer o seu ego, porque se tornou um defensor ferrenho do Padre Felipe, o mesmo que disse ter nascido em João Monlevade e cujo pai estava muito adoentado e residia em Capela Branca. Aliás, quem somos nós para acusar e julgar alguém, porque temos muitos defeitos. Pecamos ao extremo. Mas, que você e outras “viúvas” do Padre Felipe saibam que não fui eu quem condenei o “rei” (assim o chamaram) de vocês à forca. E nem a nada, porque não tenho nenhum poder. E também não devo satisfações a Igreja alguma, porque continuo tendo a mesma opinião de Karl Marx, de que “a religião é o ópio do povo”. Precisamos é de Deus e, como cristãos, cremos em Jesus. O homem é tudo farinha do mesmo saco.

E, para encerrar essa pendenga, apenas mais um breve questionamento: como pessoas de boa cultura, inteligentes, deixam-se manipular de uma forma tão radical?

Faltou cerveja na festa da Câmara

30 de abril de 2011

Seguinte: não importa se o anfitrião é evangélico e não gosta de tomar uma cerveja e uma cachaça. Afinal, ele tem vários convidados e, numa festa, quem deve ser bem tratado e respeitado são eles.

Pois é, mas durante a solenidade que homenageou os ex-vereadores, ex-vice-prefeitos e ex-prefeitos de João Monlevade, realizada quinta-feira, 28, no Ideal Clube, a maioria dos convidados, entre homenageados e familiares, não saiu satisfeita. Afinal, depois de ouvirem discursos “abobrinhas” dos 10 vereadores, assistirem centenas de pessoas subir ao palco para receber as placas e, na hora do “bembão”, receberem às mesas apenas refrigerante e água, sem comentários. Faltou respeito, senhor presidente da Casa Legislativa, Pastor Carlinhos. Ou só foram convidados evangélicos? Sem contar que existem alguns “evangélicos do Paraguai”, que também gostam saborear uma loirinha, uai!

Que o recado sirva para eventos futuros. Porque assim a sua chance de chegar à Prefeitura já está minada. Ou só precisa do votos dos evangélicos, caro Pastor?

A PIOR das Operadoras

29 de abril de 2011

Sou cliente da Oi e como tenho saudade dos tempos que era a Telemig Celular. A Oi que te oferece mil vantagens ao vender o seu produto, depois que nos tornamos clientes, passamos a denominá-la de “Oi do Cu”. Com todas as letras, porque nunca vi um pessoal lhe tratar tão mal, deixar você meia hora aguardando sdo outro lado da linha. E hoje a minha paciência se esgotou e tenho vontade de mandar esses atendentes para a merda, para a Puta que os pariu. Vamos continuar de braços cruzados, ora bolas! Vamos quebrar esta porra toda.

29 de abril de 2011

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João Monlevade: 47 anos

29 de abril de 2011

Forjas Catalã

Solr Monlevade

Tudo começou antes. No século XVIII. Com um francês, Jean Antoine Félix Dissandes de Monlevade, que aqui aportou em busca da riqueza das terras do Arraial de São Miguel, depois denominado com o nome do rio que aqui passava, o Piracicaba. Ergue-se as Forjas Catalã. E ali construía a sua morada, o Solar Monlevade, de frente para a mata nativa, o rio e as montanhas.

Depois surgiu um outro homem, chamado Louis Jaques Ensch. Pioneiro da siderurgia nacional. Veio das terras de Luxemburgo e ergueu a Companhia Siderúrgica Belgo-Mineira. Criou-se uma Vila Operária e famílias de operários vieram para dar início a um novo momento. Fundou-se um Distrito que, no dia 29 de abril de 1964, emancipou-se de Rio Piracicaba. E nasce um pólo regional no Médio Piracicaba, entre a área central de Minas, ponto do Quadrilátero Ferrífero, e o Vale do Aço. E aqui, se plantando, dá…

Hoje, são 47 anos de uma linda história. De um povo quase nobre. Parabéns para nós, monlevadenses da gema. E para aqueles que vieram e ficaram e são também responsáveis pelo nosso desenvolvimento, seja social, político e cultural. Todos integram esta história que nasceu com aquele francês.

Praça do Mercado

Justa Homenagem

29 de abril de 2011

Algumas homenagens são justas e outras ocorrem somente com o objetivo de puxar o saco dos homenageados. Em geral, estas homenagens são para empresários, executivos, delegados, promotores, juízes etc. O cidadão simples, que é voluntário em sua comunidade e que trabalha pelo prazer de ser solidário, de ajudar aos menos abastardos, raramente é lembrado. Quem são os que recebem a titularidade de cidadãos honorários? Na maioria das vezes aqueles que não fizeram mais do que a obrigação em seus respectivos cargos profissionais.

Pois bem, mas a Câmara Municipal de João Monlevade prestou na noite dessa quinta-feira, 28, uma justa homenagem. Afinal, foram lembradas aquelas pessoas que tiveram compromisso com a cidade na esfera política, ou seja, a todos os ex-vereadores do município, desde que nos emancipamos, em 1964. Aos homens e mulheres que se tornaram representantes do povo, eleitos através do voto direto. Anos atrás o então presidente da Câmara Municipal, ex-vereador Clésio Gonçalves, fez uma homenagem aos ex-presidentes do Poder Legislativo. Mas desta feita o atual presidente, vereador Pastor Carlinhos, estendeu a homenagem a todos aqueles que ocuparam uma cadeira no Legislativo. Muito nobre o seu gesto. E, entre os homenageados, estava o meu saudoso pai, Sebastião Gomes de Melo, popular “Tião de Melo”, eleito a vereador em 15 de novembro de 1972 e cumpridor do seu mandato no período de 1973/76. E foi presidente da Casa por três anos consecutivos – o 1º presidente daquela Legislatura foi o também saudoso Juventino Caldeira -, de 1974 a 1976.

Ao meu Pai e demais heróis da Vila Tanque

29 de abril de 2011

Heróis da Vila Tanque durante construção da Igreja do bairro

Pois bem, mas na solenidade eu não me fiz presente. E pior: não comuniquei o fato a nenhum dos meus irmãos, residentes em Belo Horizonte, e nem à única irmã viva do meu saudoso pai, professora Tia Lilia Melo. PS: Ela ficou muito brava. E tampouco a demais familiares.

Por quê? Pelo fato de aqui se valorizar tanto os forasteiros e ignorar as pessoas que tanto fizeram (e fazem) por João Monlevade. Porque homenagem não se pode misturar com política. Porque sou monlevadense da gema e não vejo monlevadenses valorizarem a cidade natal, como deveriam. Porque a minha sensatez (ou estupidez) não consegue me fazer sensível a certos tipos de homenagens…

Na década de 80, durante uma solenidade comemorativa ao aniversário da Credibelgo (chamava-se ainda Credibel), o também saudoso Alpino de Assis, então seu presidente, fez uma justa homenagem aos fundadores da entidade. Entre eles, meu pai se fazia presente. A solenidade se deu no Anfiteatro do Centro Educacional e eu me fiz representar com a minha ex-esposa, Marilene da Cruz. A festa foi maravilhosa. Mas na semana seguinte escrevi um artigo no “A Notícia”, onde trabalhava, dizendo que a diretoria da Credibel não havia feito mais do que a sua obrigação, em homenagear o meu pai e demais fundadores. Alpino ficou chateado, mas pelo nosso bom relacionamento tudo se esclareceu, Mas mantive o meu posicionamento. E hoje, após a homenagem feita pela Câmara Municipal a todos ex-vereadores de nossa cidade, faço agora as minhas palavras daquela época: o presidente da Casa não fez mais do que a sua obrigação.

Fico imaginando o quanto homens como o Tião de Melo fizeram por João Monlevade! E sequer são lembrados. Enquanto outros que aqui nem passaram e têm nos logradouros públicos os seus nomes registrados para a história. E, ao me deparar com injustiças deste tipo, viajo à minha querida terra natal chamada Vila Tanque, e me embriago na injustiça cometida pelo ex-vereador Gleber Naime de Paula Machado e pela forma que manipulou a comunidade do bairro, quando conseguiu – através de um plebiscito forjado -, denominar de “Praça da Paz” a praça que fica defronte à Igreja Nossa Senhora de Fátima. Sua alusão à China comunista de tantas torturas, enquanto a comunidade foi omissa e não teve a coragem de indicar ali o nome de uma pessoa que tanto trabalhou de forma voluntária pela comunidade. Assim como se fez justiça em colocar o nome de Rua “Paulo Silva” na antiga Rua 25, onde passei parte de minha infância e adolescência. Mas “Praça da Paz”! Puta que o Pariu!… Com todas as letras.

Monlevade teve heróis e a Vila Tanque também. E seus nomes não foram ainda eternizados com nomes de logradouros públicos. E, mesmo sabendo que irei me esquecer de alguns, entre os quais aqueles que construíram a Igreja do bairro, o prédio da Arpas, o Clube Recreativo e deixaram tantas outras obras, dedico este desabafo à memória de tantos injustiçados. Falo em nome de seus familiares, apesar de não ter procuração de nenhuma delas. Fica a minha homenagem aos heróis da Vila Tanque que aqui deixaram suas obras imortalizadas, proporcionando um trabalho social e cultural que ajudou a tantas famílias, ente eles Tião de Melo, Dona Geralda Batista de Melo, Clemides Barros, Paulo Silva, José Rosa, Seu Paulo, Paulo Denck, Tião Pipoqueiro, Otelino da Paz, Caetano de Souza, Zé Nócio, Hugo Bombeiro, Batista Bramante, Armindo da Mata, Seu Lelé, José Esteves, Dona Joaquina, Alcides Catirosca, Helena Gonçalves, Zé Maria, Zé Maria da Farmácia, Manoel Paciência, João Vilela, Professor Lucilo, Seu Narciso, Seu Duca, Dona Naca, Seu Totó, Dona Maria Antônia, Professor Dimas, Seu Ambrósio.

Portanto, deixamos de homenagear muitos vivos… E agora temos de prestar a eles s nossos agradecimentos através de seus familiares. Porque pecamos pela nossa omissão e covardia. Pelo nosso despreparo. Pela falha de memória.

Monlevade é um dia. A Cidade somos nós, as pessoas…

27 de abril de 2011

João Monlevade é um dia. Uma paixão, uma história de um povo. Politizado, operário, de origem e sem raízes. Monlevade representa a terra do forasteiro, dos sem-teto. A cidade dos sem-dono e de ninguém. Ninguém manda e todos obedecem. Sem ordem e meio anarquista. Monlevade é a terra da siderurgia e do aço. Do minério e do “FestiAço”.

Monlevade, 47 anos, é a terra que já teve teatro. Já teve música, canções. Já teve manifesto e até enterro da cultura. Já teve artes e peças. Teve poetas e cronistas. Varais pela via e pela poesia. Contistas, amantes dos morros. Já teve tanque e uma preta areia. Cidade vista da Alta, paralela e perpendicular aos índios Tupiniquins, Carijós, Guaranis e Tupis. Teve bola, arco e flecha. Tiro ao Álvaro, como escrevera Adoniran Barbosa. Teve greve, metalúrgicos, luta e gringos alemães que foram para o mato durante a II Grande Guerra. Armazém do Geo e o suspensole do Daniel. Os burros e suas carroças recheadas de histórias. O campo do Jacuí; Belgo-Minas, Metalúrgico, Vasquinho e Sport. Ah, também os “Fuça-Marmitas”. O Monson, Magnus-Som, The Funtos, Grêmio. Monlevade já teve até cinema e uma praça. Aliás, duas praças…

Tinha Igreja onde havia padre. Fazenda de Solar. Pinguços, boêmios, personagens, como Duca Noé. Pedro Cêpo. Pedro Besouro. Sá Onça. Temos o Dilcin, que de doido só tem a alcunha. Padre Juca e seus adeptos. Padre Higino. Havia sossego e desassossego. Meninas de saias rodadas. De salão da barbearia de Seu Bramante. Monlevade era perfeita. Era um dia sobre um outro dia. Mas que se dividia em grupos pretos e brancos; ricos e pobres, ideais e uniões, operários e caçadores e pescadores. Dividia-se entre os sociais e os gremistas. De horas-dançantes. De bailes de carnavais. De violões e serenatas.

Mas esta Monlevade, e esta crônica, eu dedico a grandes nomes que fizeram arte em nossa cidade, vivos ou encarnados. Dedico este horroroso texto ao Tim Mirin, Gerhart Michalic, Pindoba, Luzia do Cartório, Bio, Magela, João Carlos, Arnaldo Sapateiro, Laudelino Fonseca, Zely, Mestre Cardoso, João Félix, Mestre Lelé, Padre Juca, Tião de Melo, Paulo Silva, João Bosco Paschoal, Pirraça, Dr. Lúcio, Seu Zé Rosa, Dona Nini, Paulo Silva, Ildeu Caldeira, Rodolfo Passos, Expedito da Ren, Tobias, Simone Albuquerque, Zé Roberto, Rogério Protético, Joel da Páscoa, Wir Caetano, Antônio Ramos, Leonardo Diniz, Dario Lage, ao Seu Ilemar, Seu Santa Bárbara, Seu Totó, Luiz do Cavaco, Juventino Formiga. E a mais um enorme número de pessoas que tem um amor especial por nossa Jean Monlé.

Fotos: F. de Paula Santos

Parabéns ao “A Notícia”

27 de abril de 2011

Quero aproveitar a oportunidade para parabenizar ao amigo e jornalista Márcio Passos, pela passagem dos 27 anos do jornal “A Notícia”, periódico que tem sua marca como um dos melhores periódicos de toda região. E, posso falar com autoridade por ter iniciado a minha carreira profissional no órgão, em novembro de 1984, ou seja, sete meses após a sua instalação. Naquele quartinho da rua Brasília, no bairro Lucília. E Monlevade pode ser dividida em duas fases na área da imprensa, ou seja, num período antes o “A Notícia” e num período pós “A Notícia”. E temos muito orgulho em ter feito parte desta história e da equipe do “Oreba”. E um abraço e agradecimento extensivos aos ex repórteres e ex-funcionários do “Seu companheiro de todas as sextas-feiras” – apesar de ser hoje bi-semanário -, entre eles Beth Ambrósio, João Carlos de Oliveira Guimarães, Geraldo Magela, Marcelo Onésimo (Nem), Maurício Reis, Ivan Passos, Dalton Passos, Chico Franco, Selma, Lu, Mara, Martinha, Zé Carlos, Bil, Clever Guerra, Mico, Mário Paciência, Dôra Pesce, o saudoso Waltinho Horta, Geraldo Elias (Prata) e Socorro (Rio Piracicaba). Todos muito aprendemos e deixamos algumas lições.

Meu muito obrigado pela companhia e que o “A Notícia” e o seu criador, Márcio Passos, permaneçam por muitos e muitos anos em nosso cotidiano.