Archive for setembro \30\UTC 2011

A CADEIRA a ser instalada no Anexo da Casa Legislativa

30 de setembro de 2011

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Espera aí nobre presidente. Anexo para uma cadeira?

30 de setembro de 2011

Hoje não arredei pé de casa. Ligado o dia todo no PC, conferindo e-mails, Blog, Face, Site etc. Agora a pouco volto a passar pela Blogosfera monlevadense e deparo com um achado do grande colega Célio Lima, do “DropsdeSanidade”. Pera aí? O presidente da Casa Legislativa, vereador Carlos Lopes, popular Pastor Carlinhos, quer voltar com aquela velha prosa de se construir uma anexo na Câmara Municipal pelo fato de se aumentar uma solitária cadeira no Legislativo a partir de 2013?? Não acredito. Prefiro ignorar. Pelo visto o nobre edil é mesmo um piadista ou adoro plantar notícia através da polêmica. Que o diga o Crucifixo do Plenário…

Pois é, mas desde que o Pastor Carlos assumiu a presidência do Poder Legislativo ele veio com essa conversa. Como a mídia e a opinião pública foram imediatamente contrárias, ele preferiu dar uma recuada estratégia e polemizou com o Crucifixo. Mas agora, aproveitando-se da votação em relação ao número de vereadores a partir da próxima legislatura e do “povo sem memória”, volta a bater nessa tecla de se gastar dinheiro público com anexo. Como bem escreveu o Célio Lima, só se for para o dono dessa cadeira a mais encher a Casa de assessores. É, não dá mesmo pra entender “titica” de nada.

Continuo apoiando a proposta de se aumentar apenas uma cadeira a partir das eleições do próximo ano, mas agora querer construiu anexo, conte a do papagaio. O povo tem de ser contra essa proposta.

Hoje, por ser sexta-feira, falemos de samba e da saudade

30 de setembro de 2011

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Esta foto eu resgatei do Mural do Rômulo Ras e é simplesmente sensacional: a formação original do grupo “Afilhados do Sereno”. Zé Afonso, Zaru, Rominho, Luiz do Cavaco, Pereira e Zé Ricardo, antes de uma apresentação no Social Clube

Chegamos ao último dia do mês o qual nutro grande simpatia, setembro. Primavera. E, somado a esse início de nostalgia, no início da madrugada dessa sexta-feira me deparei com fotos do álbum do Rômulo Ras em seu Face. Fotos fantásticas, maravilhosas e as quais fez parte do meu tempo, nas rodas de samba, nos festivais da canção, na conversa fiada, no Hora-Extra, no Chora na Rampa. Quando tudo começou com o “Afilhados do Sereno”. Como sei diz, “viajei na maionese”. E por segundos até lembrei-me dos tempos do “Braw”, gíria da época.

Monlevade é mesmo um mito, cidade atípica. Monlevade já deu muita sustança e talentos dos mais variados. Irradiada pelo cinza da Usina e do verde de seu cinturão de mata atlântica. Tudo um misto de tentação e prazer. Monlevade que nos deu o Grêmio como palco dos grandes festivais. E o Ideal como o salão dos grandes bailes e dos grandes romances iniciados.

A cada foto uma saudade, como aquela em que estávamos eu, o próprio Rominho, Moyara e os saudosos João Peixe e Neide Roberto. Numa mesa de bar, assentados entre uma prosa e outra. Olhando o tempo. E falávamos talvez em Monlevade, sobre seu futuro. E também de samba, com certeza, mesmo do lado do sisudo, mas amigo, João de Oliveira Freitas, o “João Peixe”. O tempo passa e nos prega tantas boas recordações. De Luiz do Cavaco a Zaru do Pandeiro. Passando pelo Zé Ricardo, Pereira e Zé Afonso. E, como referência e exemplo, pelo Seu Cardoso, o mestre do cavaquinho.

Pois é, mas pelo passado, pelo setembro ter passado e para o outubro que se aproxima. E pelo samba de raiz, do partido alto, do samba canção, a nossas benções ao grande poetinha Vinícius de Moraes. Nossa benção ao Mestre Cartola, a Nelson Cavaquinho, a Carlos Cachaça e João Nogueira. Nossas bênçãos a todos criadores desta maravilha que se chama samba. E nossa benção ao “Afilhados do Sereno”.

Aqui nós no final da década de 80, numa mesa muito bem selecionada com Rômulo Ras, Moyara Domingues e os saudosos Seu “João Peixe” e Neide Roberto, no salão do Social Clube

Saudoso Mestre Cardoso, no cavaquinho, cantando seus amba ao lado de amigos da Tieté

Não sei porque cargas d´água, mas veio a vontade de relembrar o “Padre Juca”

29 de setembro de 2011

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Padre Hildelbrando de Freitas, o popular “Padre Juca”.

Diferenciado quando se tratava de liderança religiosa. Afinal, um líder religioso sem preconceitos. Em se tratando de um uma pessoa, humana ao extremo, com defeitos e qualidades. Nunca quis ser Santo. Muito menos se comparar com Deus. Era simples, como foi o filho Jesus. E que não enganava ninguém aproveitando-se de sua condição de Padre. Tinha prazer em estar com os pobres. Não era o “faz de conta”; bonzinho na teoria e perverso na prática. Era o que era.

Bebia sua cerveja. Sua cachaça. Frequentava zona boêmia apenas para jogar sinuca e sorrir com os amigos. Brincava o carnaval nos clubes e tinha até um bloco. Batizava filhos de mães solteiras, mesmo contrariando a determinação do Bispo. Não porque era rebelde ou revolucionário, mas simplesmente porque amava ao próximo como a si mesmo. Para ele, Deus estava acima de tudo. E Deus não seria injusto em impedir que uma mãe batizasse o seu filho. Tanto fez, tanto transformou e tanto dedicou à sua causa social, sempre em favor dos mais humildes, que acabou sendo perseguido por um grupo de beatos… Até morrer de paixão por ter sido dispensado da Igreja da Vila Tanque e se transformado em simples Capelão. E era na comunidade da Vila Tanque e também do Centro Industrial que tinha o prazer da companhia dos amigos e de seus seguidores fiéis. Mas imortalizou-se pela obra construída em nossa cidade.

Amava de verdade a sua João Monlevade. E nunca dependeu da Igreja para sobreviver, pois atuou como professor em algumas escolas e chegou ao cargo de vice-diretor da Escola Profissionalizante do Senai. “Padre Juca” tinha um passado aqui. Não chegou como qualquer forasteiro e nem veio mentindo, dizendo que havia nascido em João Monlevade. Era natural de Barra Longa. Mas João Monlevade foi sua segunda pátria.

A ele, a lembrança saudosa deste espaço.

É preciso repensar ações de cidadania em cidade (I Parte)

29 de setembro de 2011

Monlevade precisa ser repensada. Politicamente e administrativamente. Como a cidade e o lugar em que moramos e conseqüentemente passamos a maior parte de nossas vidas. E nós podemos contribuir, em pequenas doses, como cidadãos. O poder público tem suas obrigações, mas no nosso cotidiano podemos colaborar de muitas formas.

Vamos começar a falar nesse caótico trânsito, onde cada dia mais parecemos estar num inferno austral. E sem perspectivas de melhoras. Todos saem com seus carros. Não há mais nem o transporte solidário, como sempre houve anos atrás, entre os operários da Usina, por exemplo. E o problema de engarrafamentos não existe apenas nos horários de pico, como antigamente. Agora o horário de pico é a todo instante. E muitos motoristas insistem em não utilizar a seta. Como me disse hoje o amigo Emmanuel “da Caixa”, ali da Rua Pitangui – e que praticamente só anda a pé por Carneirinhos -, devemos insistir para que as pessoas façam caminhadas e deixem os veículos nas garagens. E, como ele é um tremendo gozador, ainda ironiza: “e quando sair dê a seta”. E ainda existem os que insistem em fazer conversões em locais proibidos e os que continuam mal educados e não dão preferência aos pedestres. Faixa de pedestres é para o motorista parar quando uma pessoa estiver atravessando a via. E, por sua vez, nós, pedestres, também temos de executar algumas regras básicas como, por exemplo, atravessar sempre que possível nas faixas. E também aguardar os semáforos ascenderem a luz verde. Coisas simples e que qualquer um aprende fácil. Aliás, a legislação de trânsito deveria ser matéria obrigatória nas escolas primárias.

Ah, e o lixo? Aí o problema maior é do poder público, desde todos os governos municipais. Até ontem nenhum prefeito se preocupou em instalar lixeiras ao longo das duas avenidas, por exemplo. Colocaram umas poucas e isso faz com que a cidade esteja sempre suja. Cigarros, plásticos, papel, cascas de frutas etc. Mas há outro lado da moeda: existem os vândalos, cidadãos de merda, que teimam em agir como animais irracionais e depredam as poucas cestas para depósito de lixo existentes na área central de João Monlevade. Quebram tudo.

Outro tema que sempre coloco aqui neste espaço em nossa pauta: a falta de higiene em nossas lanchonetes, bares e restaurantes. E aí eu pergunto: onde anda a fiscalização da VISA? Falo isso baseado no fato de que, na maioria desses estabelecimentos, o mesmo funcionário que trabalha no balcão, atendendo os clientes, pegando salgados, bebidas e servindo comida, vai para o caixa e pega nas notas. E também hoje já não há mais nesses locais o álcool em Gel para esterilizar as mãos antes das refeições. Interessante a forma de servir no quase centenário Bar e Restaurante “Café Palhares”, em BH (73 anos de tradição). O caixa é só o caixa. Os balconistas servem o famoso Caol, bebidas, salgados, cafezinho etc. O cliente paga, no entanto, ao próprio balconista, mas todos entregam ao freguês uma bandejinha, onde são colocadas as notas e as moedas. Ou seja, o balconista não tem acesso à sujeira, pois também o troco retorna na bandejinha e o balconista repassa ao cliente. Simples e prático. A saúde pública agradece.

Voltaremos a falar nesse assunto com mais freqüência, abordando outros temas.

Monlevade poderá ter 11 vereadores a partir de 2013

28 de setembro de 2011

Os vereadores da Câmara Municipal de João Monlevade já votaram em 1º turno o Projeto que regulamenta o número de cadeiras para o Poder Legislativo a partir do próximo mandato. Ficou definido com aprovação da maioria da edilidade o total de 11 vereadores a serem eleitos nas eleições municipais do próximo ano, ou seja, quatro cadeiras a menos em relação a uma votação anterior, ocorrida em julho passado, quando havia sido aprovado o total de 15 legisladores. O pedido para que a Casa fizesse uma revisão e voltasse atrás partiu do petista Belmar Diniz.

Já está marcada para acontecer na próxima segunda-feira, 3, reunião extraordinária para que o Projeto seja votado em 2º turno e redação final, prometendo ser caloroso o debate, já que os vereadores de oposição insistem em aumentar as cinco cadeiras e serem abertas 15 vagas a partir de 2013.

Maior grupo siderúrgico do mundo estuda novos projetos em Minas

28 de setembro de 2011

Matéria publicada hoje no jornal “Estado de Minas” –
Paola Carvalho

06:25 Atualização:

Antes mesmo de concluir as obras de duplicação da usina siderúrgica de João Monlevade, na Região Central de Minas Gerais, para 2,4 milhões de toneladas de aço bruto por ano, a ArcelorMittal Aços Longos, braço do maior grupo siderúrgico do mundo, avalia novos projetos para o estado, disse o vice-presidente da empresa para a América Latina, Augusto Espeschit de Almeida. “Alguns estudos não foram aprovados, mas outros estão aguardando melhora da conjuntura”, afirmou o executivo. Segundo ele, a expectativa da companhia é expandir as unidades existentes, em lugar de partir para a compra de ativos.

“Temos de nos preparar para atender o crescimento do mercado interno”, afirmou Almeida. De acordo com o executivo, a crise na Europa e nos Estados Unidos não reduziu a demanda por aços longos e o consumo deve avançar 7,7%, em média, nos próximos cinco anos, assim como o resultado financeiro da empresa no país. “Não nos baseamos somente da Copa do Mundo e Olimpíadas. Temos um enorme déficit habitacional e uma deficiente infraestrutura logística”, justificou o executivo.

Almeida também destaca que uma das metas da ArcelorMittal é agregar valor aos seus produtos. “Uma coisa é fazer vergalhão (ferro para construção). Outra é entregá-lo cortados e dobrado (na medida que atenderá o cliente)”. A ArcelorMittal controla no Brasil as antigas Belgo-Mineira (MG), Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST, no Espírito Santo) e Vega do Sul (SC). No país, também é o maior produtor de aço, com cerca de 10 milhões de toneladas anuais, 30% do total fabricado em terras brasileiras. No início do ano a empresa separou, mundialmente, a divisão de aço inox (antiga Acesita), mas mesmo assim continua líder local do setor, seguido pelo grupo Gerdau, de Porto Alegre.

Para atender a expansão da produção de aço em Minas, o conglomerado também quer avançar na atividade de exploração de minério de ferro, matéria-prima da fabricação de aço. O presidente da ArcelorMittal Mineração, Sebastião Costa Filho, afirma que o grupo “tem condições de crescer”. Ele não descartou a compra de pequenas mineradoras que resistem às gigantes do setor na Serra Azul de Minas, área rica em reservas de ferro localizada na Região Central do estado.

Com investimentos de US$ 76 milhões, a mina do Andrade, próximo a João Monlevade, será duplicada para 4 milhões de toneladas anuais antes do fim de 2012. A reserva Serra Azul, no município de Itatiaiuçu, também está em processo de expansão, que vai até 2017. O valor dos investimentos não foi divulgado

Amo Monlevade. E para isso não preciso ver o asfalto do Jacuí e nem ser mercenário

28 de setembro de 2011

Palavra feia esta, não é mesmo? Mercenário… E aposto que ninguém gosta de ser chamado por esse adjetivo que, segundo o nosso dicionário, tem um só significado: “que é assoldadado, que trabalha ou serve por um preço ou soldo ajustado» ou do «que age ou trabalha apenas por interesse financeiro, por dinheiro ou algo que represente vantagens materiais; interesseiro, venal”». Muito forte a palavra. E quem não trabalha apenas por dinheiro, certamente, entra no rol do oposto da classe dos mercenários.

Como de vez em sempre Monlevade está nesse jogo em que, para alguns, quem vende espaço para um órgão público (Prefeitura e Câmara), torna-se naturalmente um mercenário. Aqui sempre se jogou o jogo da imprensa contra a imprensa. Tanto que, durante o governo do Carlos Moreira, o ex-vereador Luiz Cláudio do Patrocínio (PT) falava um punhado de abobrinhas e acusava injustamente o diretor do “A Notícia” de ganhar muito naquele governo. E hoje o vereador Sinval Jacinto Dias (PSDB) usa desse mesmo artifício mesquinho contra outros órgãos de imprensa da cidade. E lá vai Guilherme Nasser Silvério, também tucano, imitando o colega do Sion.

Obviamente que, existem sim, em nosso meio, os mercenários assumidos. Plantonistas. Que vendem idéias e as penas da caneta. Na maior cara de pau, deixam plantar as notícias em seus veículos impressos. Vendem não espaço, mas opinião. E, sem nenhuma falsa modéstia, não consigo me enquadrar nessa classe, apesar de agora estar recebendo indiretas até mesmo por pessoas que sempre considerei amiga. Ou melhor, considero. “Memorial do Aço”? Sou voluntário, ou seja, não sou mercenário, ou seja novamente, não recebo nenhum centavo por ser conselheiro, presidente e o escambal, e continuarei dentro do projeto até que eu acredite nele. Mas, deixa pra lá, porque essa tal carapuça não se encaixa em meus cornos. Trabalho sim por dinheiro, vendendo anúncio e espaço em meu Site e no meu jornal, mas opinião eu não vendo e nem alugo. E nunca assessorei prefeito algum, mesmo porque não sou marqueteiro e nem publicitário. Sou jornalista, repórter, redator. Por outro lado, também tenho o prazer de trabalhar sem receber um centavo sequer, proferindo palestras sobre a história de João Monlevade – como fiz no dia de ontem – dentro da “Jornada Mineira do Patrimônio Cultural”. Aceitei com o maior prazer o convite feito pela Fundação Casa de Cultura de João Monlevade, através da Rosália, do Martino e do Gladevon. Assim como no ano passado participei do Concurso Literário. E nem perguntei em que partidos estão filiados os dirigentes da Casa de Cultura. Colaborei, ajudando inclusive de forma bem modesta o município a crescer seus pontos dentro do ICMS Cultural. E também faço algumas vezes ao ano palestras nas escolas – e sem ganhar qualquer tostão – e com o maior prazer, atendendo a crianças e adolescentes dos ensinos primário, fundamental e médio. Aprendendo e ensinando um pouco sobre a nossa história e fazendo o seu resgate. É ótimo fazer o que se gosta e não há dinheiro que pague por este prazer. Só mesmo o orgasmo.

Mas, em Monlevade…

28 de setembro de 2011

Mas em Monlevade existe a mania de o jogo da imprensa contra a imprensa, quando alguns colegas de profissão querem saber quanto fulano ou cicrano ganha da Prefeitura, da Câmara, da Belgo em anúncios. Para mim, sinceramente, nunca me preocupei com isto. Desde 2001, quando montamos o “Morro do Geo”, nunca me interessou se aquele faturou mais. Direito dele que tem um periódico diário, bi-semanal ou semanal. O meu, que circulou por alguns anos com periodicidade quinzenal, hoje é mensal e até mesmo “divezenquandal”. Tenho que receber menos mesmo. Da Prefeitura de Monlevade recebo atualmente, ½ página mensalmente, vendo o espaço do meu jornal, o que dá um valor médio de R$ 2 mil (dois mil reais). Se o Cacá, José Carlos e outro colega fatura tantos X a mais no atual governo, parabéns para eles. Se o Márcio faturava mais durante o governo do ex-prefeito Carlos Moreira, também direito e méritos dele. Se o Dimdão ganhava mais no governo do Dr. Laércio, idem, idem, idem. E podem ter certeza de que não me tornaria um mercenário filha da puta porque vendo meu espaço para quem quer que seja. Tenho muitos anos de janela e de estrada para me vender. E gozo de um público que conhece a minha trajetória. Quem quiser vender a sua opinião, foda-se. Que o faça. E que também venda a alma pro Capeta. Mas eu respondo por mim. E não preciso ir à estrada do Jacuí para ver seus buracos, o recapeamento asfáltico mal feito; para provar que amo a minha terra. Nasci neste buraco, mas amo este lugar. Nasci nesta porra de cidade onde a cultura de uma parte deste povo é querer ver o vizinho na merda, andando de fusquinha velho. Do contrário, “tá roubando ou traficando”. Mas amo esta cidade.

E, para finalizar, apenas uma declaração: quando chegar 2012 e as eleições municipais, continuarei em minha mesma posição, ou seja, sem nenhum compromisso político, seja com Gustavo Prandini de Assis ou com Carlos Ezequiel Moreira. E, posso falar muito à vontade porque não sou candidato a porra de cargo público algum. Por isso torço para que se mantenha o número de 10 vereadores em João Monlevade ou no máximo 11, como já foi aprovado o projeto neste sentido em 1º turno. Afinal, melhor um número ímpar. Porque grande parte dos que querem 15 cadeiras no Poder Legislativo a partir de 2013, é apenas pela razão de autodefesa: são candidatos nas eleições proporcionais.

E viva esta PORRA de Monlevade! Porque nascemos dela.

Imagem para ficar

27 de setembro de 2011

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Criação: Marcos Martino e eu agradeço, porque esta é a minha Bandeira. Xô, partidos políticos e ideologias temperamentais.