Archive for novembro \30\UTC 2011

Monlevade, qual seu maior problema? Falta Cidadania

30 de novembro de 2011

Lendo agora a pouco o comentário encaminhado pelo amigo Antônio Carlos Maroun (ler postagem abaixo), monlevadense da gema e, além de ser funcionário da CEF, é um exímio músico, regente da Corporação Musical Guarani e, portanto, com sensibilidade apurada o suficiente para enxergar os problemas do cotidiano de nossa cidade. E vamos reparando que grande parte deles deve-se não apenas à omissão do poder público, mas também pela falta de consciência dos próprios cidadãos que vivem em João Monlevade.

Em se tratando de ação política e que necessita de pulso por parte dos poderes constituídos, o Maroun é claro no artigo que escreveu. Aqui não existe passeio público para pedestres, não se respeita o Código de Posturas, aqueles que têm poder financeiro constroem prédios de qualquer jeito – sem sustentabilidade e muito menos preocupação com as normas que deveriam ser respeitadas – e não diferenciam o público do privado. Somos um povo mal educado e por isso aqui as leis não pegam. Vale o poder econômico, a permuta do dinheiro pelo poder e vice-versa. Sem puxar nenhum saco, o Antônio Carlos Maroun foi de uma felicidade extrema em suas críticas. Não preciso citar mais nada, apenas refletir sobre o quanto deixamos de aplicar cidadania nesta terrinha de Jean Monlé.

Aqui a pessoa acha que pode, por exemplo, passar com a compra do mês no “Caixa Rápido”. E ai se a funcionária pedir educadamente que ela vá a outro caixa! Aqui o consumidor ou a dona de casa se acha que tem de deixar o carrinho de compras no estacionamento do supermercado que se dane o resto. Aqui o sujeito se vê no direito de parar seu veículo no meio da avenida principal da cidade para conversar com um amigo. E ai se o motorista de trás buzinar! Aqui as vagas de estacionamento para pessoas portadoras de necessidades especiais são simplesmente ignoradas e ai se alguém reclamar. Aqui em João Monlevade o motorista acha até que a seta é apenas um acessório, nada mais. E vou parar por aqui porque senão o espaço não será suficiente. São atitudes pequenas, porque aqui também não existe estatal lei de que é proibido usar celular nas agências bancárias. Foda-se para a Cidadania!

Pois é, mas vou parando por aqui e dar continuidade a essa conversa nos próximos dias. E se você, caro leitor, monlevadense que gosta da cidade, tiver alguma proposta, alguma idéia, por favor, mande o seu comentário que será muito bem vindo aqui em nosso Blog. E se tiver fotos de irregularidades, mande-nos para nosso e-mail: morrodogeomelo@globo.com

Muito obrigado!

Comentário de um leitor sobre “Pedestre em Monlevade não tem vez”

30 de novembro de 2011

“Taí uma coisa que não consigo entender. A gente vai a qualquer cidade e não tem nenhuma pior que Monlevade com relação à manutenção das vias públicas. Sempre que me ausento por alguns dias e depois volto, fico triste ao ver como banalizamos tanto a nossa cidade. É um absurdo o que vemos e ninguém toma nenhuma providência. Não existe o espírito de cidadania. As pessoas não diferenciam o público do privado ou pelo menos não querem. Em nossa cidade quase não existem passeios para os pedestres se locomoverem e os que existem estão em situação caótica. Barracas são instaladas em qualquer lugar sobre os passeios. As construções não respeitam os afastamentos legais e o pior, avançam sobre os passeios e tomam conta de espaços que não lhes pertencem.
E tudo isso acontecendo, ninguém faz nada e com isso o problema só aumenta”.

Antônio Carlos Maroun – Bancário – João Monlevade

História de Monlevade – Venha conhecer nosso Site

29 de novembro de 2011

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Um dos maiores cartões postais de nossa cidade na área da cultura, o Coral Monlevade. Aqui, durante uma apresentação, sob a regência do grande maestro Luciano Lima, hoje com seu talento fazendo sucesso no Vale do Aço.

Quer conhecer a história do Coral Monlevade?

Roteiro da baixa gastronomia em estádios destaca tropeiro do Mineirão

29 de novembro de 2011

A Reportagem abaixo foi feita pelo “Folha de São Paulo”, em novembro de 2009. Fizemos uma pequena adaptação, já que hoje o Mineirão está fechado para obras visando a realização da Copa do Mundo de 2014.

A cozinheira Neusa Madeira apresenta o tropeiro, carro-chefe do ‘cardápio’ do Mineirão

É certo que o futebol, dentro das quatro linhas, é dado a metáforas culinárias, do frango engolido pelo arqueiro desavisado ao chocolate aplicado no adversário. Mas se, na arquibancada, bate a fome no torcedor, o que os estádios têm a oferecer? Na reta final do Campeonato Brasileiro, a Folha foi às arenas dos líderes apurar.

Nas barracas que margeiam o Mineirão (dividido pelo Cruzeiro e pelo Atlético-MG), o protocolar churrasquinho não é páreo para a “pièce de résistance” do “cardápio”, o tropeiro – que leva feijão com farinha de mandioca, arroz, bacon, lingüiça, pernil, torresmo, couve, ovo, salsa e cebolinha. Da Barraca da Jaq, saem de 80 a 100 porções por jogo. “Os atleticanos é que gastam. Cruzeirense é chorão”!, atiça Jaqueline Ferraz.
Já dentro do estádio, a clientela fiel é a azul, segundo a cozinheira Neusa Madeira, que chega a cozinhar 40 kg de feijão por partida. “Cruzeirense compra mais. O atleticano nem olha para trás se o time perde”.

A maioria das pessoas sempre que ia ao Mineirão, fosse nas noites de quartas ou quintas-feiras, ou nas tardes de domingo, deixava de almoçar em casa para saborear o saboroso tropeiro no estádio, do Bar 9 ao 28. Afinal, nunca se conseguiu fazer um prato tão bom e um tempero todo especial. Eu mesmo, que fui frequentador assíduo do estádio, jamais entrei naquele monumento sem saborear o tropeiro, e sempre acompanhado de uma boa cerveja bem gelada que, após a Copa, volta a fazer parte do cardápio, com toda certeza.

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Vista do prato de tropeiro de dentro do Mineirão

Carta do Blogueiro J. Henriques Jr.

29 de novembro de 2011

“Blogar não é uma coisa comum, Tem dia que bate uma inspiração louca, produzindo idéias acaloradas. Tem horas que a gente fica em frente à fria tela do computador, dedilhando aleatoriamente. Apaga, corrige e decide não fazer nada. Blogar muitas vezes é falar ao vento. Quem quer escutar, escuta. E tem horas que vem comentários agressivos e passionais. Comentários baseados na única ação de bater a pessoa, e não refletir sobre o que postamos. A vantagem é que temos sempre algo para comentar, algo para compartilhar e refletir. Se faltam idéias, os acessos refletem a nossa disposição em sempre falar sobre as coisas, as pessoas.

Não é fácil ter um Blog. Ainda mais quando a temática é sobre a nossa paixão, a cidade, as pessoas, memórias. Algumas doloridas, sobre a perda de pessoas queridas. Outras pura emoção, como falar daquilo que nos move, do que nos impulsiona. Blogar é muitas vezes criar algumas polêmicas. Dar furos, dar opiniões, brigar, apanhar, aprender.
A preocupação dos acessos existe. Mas mais que a preocupação com os acessos, é a preocupação com a reflexão que queremos conduzir. Estamos sempre brigando com o mundo, para que elas não esqueçam de suas histórias, que construam suas histórias, que lutem pelos seus direitos e seus ideais. Que sejam capazes de se revoltar contra coisas absurdas, e, acima de tudo, não esqueçam de valores como a amizade, a boa conversa, o respeito aos mais velhos, às inúmeras memórias visuais, olfativas, degustativas, sonoras.

O seu Blog é um retrato disto tudo. E engraçado, antes eu tinha um medo danado de você. Achava que você era um marrento f.d.p que trucidaria qualquer um que te contrariasse. Mas na nossa Blogosfera, e o conhecendo pessoalmente, descobri que o passional Marcelo Melo é um cronista de mão cheia, e aceita bater e ser batido, desde que as regras sejam conhecidas.

Parabéns pelo Blog, pelo trabalho de resgatar não apenas imagens, mas histórias das pessoas, das ruas e lugares desta cidade que tanto amamos. Que venha mais 3 anos, 30 anos. E vamos subindo as montanhas de Minas, porque não existe lugar melhor que aqui”.

Obrigado ao colega Henriques

29 de novembro de 2011

As pessoas muitas vezes nos surpreendem. Como este acima, o J. Henriques Jr, cujo jargão é “vamos subindo as montanhas”. Cara de intelectual e “Mauricinho” e que, graças ao mundo da Blogosfera, tive o imenso prazer de conhecer. Uma pessoa lúcida ao extremo, intelectual sim, mas humilde ao ponto de ficar, durante os nossos encontros (dos Blogueiros da cidade), o mais calado possível e ouvir tudo atentamente. Sem interromper ninguém. Um Gentleman! Por isso e muito mais, é fascinante este efeito recíproco do Blog, de sua potencialidade.

Caro Henriques, responsável pelo UGLY DARKSIDE, o Blog que fala tudo de saúde e outras cositas mais, meu muito obrigado pelas palavras e desde já, assumo que também já foi um marrento f.d.p., mas a idade nos leva ao amadurecimento. E, mesmo que tenha apanhado muito para chegar aonde estou, sempre valeu a pena lutar por alguns ideais, mesmo que coloquemos nossa cara a tapa.

Alerta!

29 de novembro de 2011

Para o próximo domingo, estou muito preocupado com o que pode ocorrer na Arena do Jacaré, após o clássico entre os rivais Atlético e Cruzeiro. Temo pelo que ocorreu no Paraná, em 2009, quando o Coritiba caiu para a 2ª Divisão. Num clássico com apenas a torcida do Cruzeiro e caso o time celeste caia, a Polícia terá muito trabalho. E um conselho: não é jogo de se assistir em locais públicos, como bares, por exemplo.

Fica o alerta.

Blog completa hoje 3 anos

28 de novembro de 2011

O nosso Blog completa hoje, 28 de novembro, 3 anos de idade. Bem novinho, é verdade, mas graças aos amigos e leitores, com uma excelente penetração e goza de credibilidade entre aqueles que o visitam diariamente. Até o instante que escrevo, são 434.910 visitantes durante esse período, com 4.432 postagens e 3.380 comentários aprovados. Além das muitas fotografias sobre o nosso passado e presente.

Por tudo, só tenho a agradecer a Deus e todos vocês por estar aqui e poder participar do cotidiano desta querida João Monlevade, seja nos debates políticos, sociais, esportivos e culturais. E tentarei ter forças para dar continuidade a este trabalho que, apesar de não trazer qualquer lucro financeiro, nos dá uma satisfação que nenhum dinheiro compra. O prazer de poder escrever, emitir opiniões e formar outras. Sempre com o sentimento de humildade de que ninguém é dono de verdade alguma.

De coração, meu MUITO OBRIGADO!

Pedestre em Monlevade não tem vez – novembro 28, 2008 novembro

28 de novembro de 2011

Em Monlevade cada vez mais o pedestre fica sem espaço para transitar pelas calçadas. Aqui a falta de respeito para com o pedestre é um absurdo e o tal do Código de Ética e Posturas só deve mesmo existir no papel. Não é concebível como as calçadas ao longo das duas principais avenidas da cidade são precárias para que passem, por exemplo, duas pessoas paralelamente. Isso sem contar os desníveis nos passeios que, estando molhados, são um risco constante para acidentes, principalmente aos idosos. Ah, mais há outro agravante: agora alguns lojistas deram para furar os passeios e colocar placas, como ocorreu com a Planejar, que abriu uma loja na Wilson Alvarenga, onde era o Depósito Carneirinhos. Exatamente na esquina com a Rua Hidelbrando Santana – que dá acesso ao Rosário – foi instalada uma placa no meio da calçada e isso atrapalha os pedestres de se locomoverem. E o setor responsável da Prefeitura autorizou? Imaginem se todos os lojistas resolverem tomar a mesma posição. Como fica quem anda a pé pelas ruas e avenidas de Carneirinhos? Tem de haver alguma coisa errada aí, porque não pode ocorrer isso em nossa cidade, que parece mesmo ser uma terra de ninguém.

Mas diversos locais com outros problemas e sempre havendo a omissão por parte das autoridades competentes, ou mesmo a conivência entre o poder e o errado. No cruzamento da Wilson Alvarenga com a Geraldo Antônio, por exemplo. Ali há uma banca de revistas e à sua frente algum sujeito muito “inteligente e criativo” instalou um aparelho “Orelhão”. O pedestre que chega àquela esquina tem de baixar a cabeça para passar entre a banca e a cabine de telefone público e se cruzar com outro pedestre, um tem de ir para a via pública. Entenderam? Aqui só tem vez o motorista e olhe lá, porque o pedestre, esse têm mais é que se ferrar, segundo as nossas autoridades municipais.

Portanto, tomara que alguma pessoa mais consciente e mais preocupada com o pedestre, com o cidadão que anda ali por Carneirinhos no seu dia-a-dia, possa ter um pouco de tranqüilidade e não correr riscos desnecessários. Faltam coragem e vontade política. Querem um exemplo? Há anos fala-se em transformar um trecho da Getúlio Vargas – entre a loja do Ulete Mota e a praça Sete – em um calçadão, com passagem apenas para um veículo e com isso as pessoas poderem caminhar com mais segurança. Como é o quarteirão fechado da praça Sete, em Belo Horizonte. Aí vem a desculpa de que atrapalha o comércio. Atrapalha por quê? Afinal, haverá mais comodidade para as pessoas realizarem suas compras. Vamos humanizar o nosso trânsito e tem começar realizando projetos que dêem segurança ao pedestre.

Câmara entrega Medalhas de Mérito Cultural

28 de novembro de 2011

Através de um projeto de autoria do ex-vereador Luiz Cláudio do Patrocínio (PT), votado e aprovado em 2008, a Câmara Municipal de João Monlevade entregou na última sexta-feira, 25, as medalhas de Honta de Mérito Cultural “Leonardo Diniz Dias”, a três artistas da cidade. O evento se deu no Plenário da Casa Legislativa e foram homenageados os músicos Daniel Bahia e Aggeu Marques e o historiador e fotógrafo Francisco de Paula Santos, o “Barcelona”. Estiveram presentes amigos e familiares dos artistas, além de seis dos 10 vereadores.

Na oportunidade, todos proferiram seus discursos, assim como o presidente da Fundação casa de Cultura, Marcos Martino, cuja parceria foi feita junto ao Legislativo. Martino lembrou da importância de se valorizar os artistas da cidade. Também foi homenageada a viúva do ex-prefeito e ex-vereador Leonardo Diniz, Solange Diniz.

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Os homenageados com a medalha de Mérito Cultural, Daniel Bahia, Aggeu Marques e Barcelona, além da viúva de Leonado Diniz, Solange Diniz, junto aos vereadores, o presidente da Casa de Cultura, Marcos Martino, e a jornalista Maria Tereza Bicalho, que representou a comissão que indicou os escolhidos