Archive for fevereiro \29\UTC 2012

“Foto-Fofoca”

29 de fevereiro de 2012

Estarei ausente nesta quinta e sexta-feira, devido a compromissos familiares. Retorno no sábado, se Deus quiser.

E, aproveitando o espaço – que também tem seu lado besteirol, como o “Morro do Geo” -, uma foto que vale a pena ser registrada: terça-feira gorda de carnaval no Bloco “Sapeca Iaiá”, no “Bar do Cláudio”, Centro Industrial, uma cena no mínimo bizarra após alguns goles de drinck. Os senhores José Afonso e Ernane Braga (Naninha), muito bem casados por sinal, “seduzindo” o grande colunista social “Anselminha de Oliveira”.
Esta eu “roubei” do Blog “Babados e Badaloss”, do próprio colunista.

“Monlevade e seus Forasteiros” – Comentário do Gilson “Tuti-Frutti”, hoje direto do Distrito Federal

29 de fevereiro de 2012

“Marcelo Melo, bom dia!

Acredito também nesta terra, afinal é a minha cidade natal, não poderia ser diferente. Porém, este dia sonhado por você e por mim e tantos outros monlevadenses, será apenas utopia em nossas mentes, nós que um dia nos servimos de tanta coisa boa: ACM, Cine São Geraldo, Praça do Cinema, Praça do Mercado, GRÉMIO, Campo do Flamengo…

O REMÉDIO não é outro se não aquele que é a obrigação de qualquer governante minimamente decente: E.D.U.C.A.Ç.Ã.O
Chorar as pitangas não adianta, temos que por a mão na massa, denunciando, cobrando e contribuir para elevação do pensamento, dando voz a quem não aprendeu a ‘reivindica'” cuidado nas escolas, valorização de fato dos professores, dando condições de trabalho decente a estes heróis.

Defender a indústria, cultuar o passado e culpar somente os forasteiros é até covardia. Quanto ao governo, você e todos nós cidadãos, é nossa prerrogativa exigir e demonstrar ter probidade no trato da coisa pública. Creditar o estado atual da cidade aos forasteiros é desculpa esfarrapada; lembre-se que a Austrália, Canadá e Estados unidos se fizeram inteiramente com Imigrantes, em outras palavras Forasteiros.

Moro em Brasília, e esta cidade é realmente um síntese do que temos no Brasil de melhor e pior: Crak, estupros, assaltos, sequestro, falta estacionamento, congestionamento no trânsito e até político vira-casaca, acredita?

Bom, para encurtar o papo, vi que a Secretaria de Cultura promoveu um movimento na periferia da cidade com oficinas de FUNK!!!! Cara, cadê alguém levantou a voz para reivindicar uma oficina de Música Popular Brasileira? Cidadania, Educação Sexual? Prevenção à Drogas? Ninguém !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O Pessoal da Alternativa (Weber, Joãozinho) tentou fazer um Festival de Música, o resultado é que deu vontade de chorar. O Weber me relatou que ficou perplexo com os candidatos que apareceram, sem nunca terem tido uma experiência parecida, era lamentável ver um jovem batendo à porta da rádio pedindo para se inscrever com a música da Madona, ou da novela das 8:00h!.

Marcelo o buraco é mais pra baixo, confiamos em você, que é um formador de opinião, a definir um rumo, abdicando de posições individualistas e remar-mos para mesmo lado.

Um fraterno abraço”.

Gilson Joel Fernandes Alves e Fernandes Ltda.

(“Tuti-Frutti”)

Monlevadense Juciely agradece à técnica Neuzinha pela carreira no Vôlei

29 de fevereiro de 2012

Hoje uma das grandes estrelas do vôlei feminino, atuando pela equipe do Rio de Janeiro, é a monlevadense Juciely, do Bairro Vila Tanque, onde ainda residem seus pais. Eu, a princípio, ouvindo reclamações de duas pessoas que lidam na área do esporte especializado em Monlevade – prefiro omitir os nomes -, deixaram claro que a Juciely, tão logo apareceu para o vôlei como uma grande promessa (hoje é praticamente certa sua presença na seleção brasileira nos Jogos Olímpicos de Londres, caso o país de classifique nas eliminatórias), ela teria negado o início de sua carreira como sendo em sua cidade-natal, e sempre dizia nas entrevistas que começou no time do Usipa, em Ipatinga. Na verdade, ela começou jogando pela equipe do Embaúba, em João Monlevade.

Mas, para surpresa, a técnica de vôlei de Monlevade, conhecida Neuzinha, também da Vila Tanque, recebeu na semana passada uma camisa autografada da atleta Juciely com a qual ela foi campeã recentemente pela seleção brasileira. Foi uma forma de gratidão e agradecimento que a vilatanquense Juciely prestou à sua primeira técnica e incentivadora, também vilatanquense Neuzinha. Portanto, a César o que é de César. Parabéns à Juciely pela brilhante atitude!

E, falando em Juciely, quem este ontem vendo-a atuar pela equipe do Rio foi o amigo aposentado da Telemig, Walseke de Souza. Ele compareceu ontem à Arena do Minas, com o filho Neuber, para assistir ao jogo entre o time da casa e o Rio ( 3 sets a zero pra as cariocas), pela Liga Feminina de Vôlei, e aproveitou para tirar uma fotografias ao lado da conterrânea (foto abaixo).
Abraço aos dois monlevadenses!

Clique na Imagem

Prandini entrega hoje autorização para mototaxistas

29 de fevereiro de 2012

O prefeito Gustavo Prandini (PV) vai entregar nesta quarta-feira, às 17h30, no auditório Leonardo Diniz, no prédio do Executivo, a autorização para os mototaxistas mudarem a placa do veículo para aluguel. Receberão o benefício mototaxistas cadastrados no Setor de Trânsito e Transportes (Settran).

O novo Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) virá com a legenda “mototaxista” no campo de observações.

A mudança faz parte do compromisso do prefeito Gustavo Prandini em legalizar o serviço de mototáxi e moto-frete na cidade. A regularização segue as determinações da Lei Federal 12.009, de 2009. A cidade terá 180 placas liberadas, calculando-se um mototáxi para cada 400.

Belmar nega a própria situação para se tornar o algoz

29 de fevereiro de 2012

O vereador Belmar Diniz ( PT), ex-líder do prefeito Gustavo Prandini de Assis no Legislativo, esteve hoje na Prefeitura apoiando o movimento dos moradores da Rua do Andrade, pelo descaso do governo para com a calamidade que se encontra a via. Movimento mais que providencial e que merece o nosso apoio. Aliás, já passou da hora de o problema ser solucionado. E errou o governo quando fez uma promessa que não foi cumprida, atiçando aqueles moradores para um confronto.

E, somado a esse descaso por parte do governo municipal, é fácil que opositores se aproveitarem da situação, ainda mais em se tratando de ano eleitoral. Mas, quanto a própria “situação” se vê no direito de se aproveitar da situação, ai a coisa perdeu o rumo. Exemplo do vereador Belmar Diniz, que surge como o “líder” do movimento, Ele se mostra algoz ao tentar fazer político contra o governo que apoia.

Quisesse ele se descompatibilizar do governo, fizesse há dois anos, não agora, em ano eleitoral. Faz o jogo para tentar ser o candidato petista nas eleições municipais deste ano. Afinal, o novato Gentil Bicalho tem hoje mais força dentro das hostes do PT do que ele próprio. E isso muito incomoda o vereador petista.

E, só para terminar, parece que Belmar Diniz tenha aprendido muito pouco com o seu pai, Leonardo Diniz – em se tratando de política partidária -, pois sempre foi coerente diante de qualquer situação. E fiel aos seus princípios enquanto militante!

Monlevade e seus forasteiros – Vilney Monteiro de Assis

29 de fevereiro de 2012

Em 29 de Abril de 1964, emancipava-se, deixando de ser distrito de Rio Piracicaba,a nossa João Monlevade. Cidade promissora, referência no setor siderúrgico do Brasil e até mesmo da Europa.

O minério de ferro, matéria prima do aço, a qualquer canto se acha. Mas a história de nossa cidade é diferente! Todos aqueles que são nascidos aqui, ou que vieram quando crianças com seus familiares, para trabalhar na extinta Companhia Siderúrgica Belgo-Mineira, a conhece muito bem.

Lembro-me como era a nossa cidade. Política naquela época era estar realmente focado em realizar melhorias. Tanto que, o que ainda nos resta foi construído naquela época. Os que vieram depois estavam dispostos a apenas acabar com o que já existia. O capitalismo lhes subiu a cabeça, a ganância em se promover e engordar suas contas bancárias não os deixam trabalhar para o município; ideal político já foi pro saco há muito tempo, não existe mais. Só pensam em satisfazer o ego, almejam cargos elevados no cenário político mineiro, ou até mesmo – os mais audaciosos -, no cenário político brasileiro. Deixaram o “progresso” destruir a história de João Monlevade.

Destruíram a praça do Cinema, destruíram a praça do Mercado, destruíram o Grêmio Esportivo Monlevadense, destruíram o Cine São Geraldo, acabaram com a Rodoviária – que seria hospital, que depois seria Centro de Especialidades Médicas e que hoje é um Pronto Atendimento. Tínhamos praticamente um Zoológico em João Monlevade (Clube de Caça e Pesca) que hoje está jogado às traças. Tínhamos tudo para sermos referência em Minas Gerais. Mas hoje somos lembrados apenas pelos acidentes rotineiros na BR 381.

Lembro-me muito bem que, quando houve a hipótese em se fechar a ACM (que hoje realmente encontra-se fechada), muitos políticos da época foram para a porta do clube fazer protesto, pelo único fato de se promoverem. É vergonhoso existir isto. É lamentável ver como é a política hoje. Tínhamos tudo. Hoje não temos nada. E nada foi feito para que isto não acontecesse. E talvez nenhum político tenha promovido qualquer ato de protesto para evitar que chegássemos onde chegamos! Sabem por quê? Porque iriam brigar com cachorro grande, onde não, é não; e sim, é sim. Não tem conversa fiada. Então não daria IBOPE aos eleitores, sem falar na incompetência por parte de nossos políticos para tal discussão.

Hoje a política municipal se nacionalizou, virou cabide de emprego. O partido político tem por obrigação de estar colocando o seu filiado onde quer que seja. Competente ou incompetente tem que estar empregado. E, infelizmente João Monlevade já sofre com isto a muito tempo, fazendo ainda mais com que a cidade perca a sua identidade.

E quando falo dos “forasteiros”, sei que não agrado a muita gente, principalmente a eles, que estão aqui somente de passagem e não têm compromisso algum com o município. Falo pelo respeito ao trabalhador de João Monlevade, aqueles que aqui estudaram, aqueles que tem amor por esta cidade e principalmente aqueles que têm competência para estar ocupando cargos que hoje são ocupados pelos “forasteiros”. Estes que aqui estão – como já disse antes – não somam nada para o crescimento de João Monlevade. Melhores que eles temos de sobra, porém existe o tal “compromisso político”, ou seja, a troca de favores.

Mas eu ainda acredito que haverá um “boom” no crescimento de João Monlevade; acredito que haverá o dia em que o eleitor irá cobrar as promessas de campanhas, acompanhar o trabalho do Legislativo, cobrar ações do Executivo, questionar sobre contratações com salários altíssimos, ou seja, realmente acompanhar, para que tudo não termine em “baile”, o que antes chamávamos de “Pizza”.

Minha frase para começar a Semana!

27 de fevereiro de 2012

“João Monlevade, terra das distinções. Das contradições. Dos espertalhões e dos mercenários que tentam vender a ilusão do que é bom e do que é ruim.

Para uns, verde é o que presta. Para outros, o vermelho. Em todos os lados, existem os bons e os maus. Nós é que temos de separar o joio do trigo”.

Definida empresa que vai executar obra na avenida Laranjeiras

24 de fevereiro de 2012

No início da tarde desta sexta-feira, 24, foi definida a empresa responsável pela construção de caixa de drenagem pluvial na avenida Laranjeiras, próximo à Delegacia de Polícia, no bairro Baú. Quatro empresas foram convidadas a participar do processo licitatório Carta Convite 05/2012, mas apenas a Construtora Pontes de Minas Ltda compareceu à abertura. A proposta apresentada foi de R$76.088,20. O valor estimado da concorrência era de R$80.055,20.

O prazo de execução da obra é de 30 dias, contados a partir da assinatura da ordem de serviço pela Secretaria Municipal de Obras. A avenida Laranjeiras foi um dos pontos mais atingidos pelas fortes chuvas no município em dezembro de 2011 e janeiro deste ano.

O buraco próximo à Delegacia, aberto desde novembro, deverá desaparecer dentro de pouco mais de 30 dias

Abandonar o barco a essa altura do campeonato seria demasiada covardia

24 de fevereiro de 2012

Na sexta-feira passada, 17, véspera de carnaval, tive um contato com um membro que integra o Diretório Municipal do PT, quando o mesmo me confidenciou que há um grupo dentro da agremiação que deseja pular fora do barco que hoje administra João Monlevade. Não há novidade alguma nessa pretensão, porque há alguns meses já escrevi aqui sobre um impasse entre o prefeito e o seu secretário municipal de Esportes, cujo nome seria o mais cotado para entrar como cabeça de chapa pelo PT, nas eleições municipais deste ano, apesar de ter-se filiado ao partido muito recentemente. Portanto, não será nenhuma surpresa se o PT rachar com o PV e lançar candidatura própria ao cargo majoritário.

Mas, a mesma fonte foi de uma felicidade extrema e de uma sensatez ao fazer tal comentário: “Olha Marcelo, no ano de 2010 um membro da Executiva apresentou uma proposta no sentido de romper com o governo Prandini, durante reunião do Diretório, e quase foi linchado por parte da militância, principalmente por aqueles que têm emprego na Prefeitura. E outros fatos ocorreram. Mas agora, há meses das eleições, romper com o governo, é no mínimo falta de vergonha na cara e covardia. Eu mesmo sempre fui a favor do rompimento, mas a essa altura do campeonato é provar a desonestidade e que esteve junto apenas para mamar nas tetas do governo”.

Pois bem, e com a frase desse militante, encerro aqui, afirmando a ele que concordo com ele em gênero, número e grau. Da mesma forma que, no ano passado, chamei o vereador Belmar Diniz de covarde quando demonstrou interesse em romper, ou seja, abandonar o barco em razão do grande desgaste. Como se diz na própria gíria criada entre os metalúrgicos do ABC paulista e do Sindicato de Monlevade, nos anos 1970, “companheiro é companheiro”.

Proibir estacionamento na Wilson Alvarenga: eu aprovo; O ex-prefeito “Pirraça” já tinha razão

24 de fevereiro de 2012

Uma medida acertada se realmente o Settran proibir o estacionamento de veículos ao longo da Avenida Wilson Alvarenga, sentido Bairro Santa Bárbara. E, sinceramente, em nada prejudicará os lojistas. Isso é “achismo”, ou seja, achar que fulano não vai entrar na loja de cicrano porque não poderá estacionar em frente à sua loja. Pra começo de assunto, grande parte dos comerciantes que tem estabelecimento na Getúlio Vargas deixa seus carros estacionados em frente às lojas quase durante todo o dia. E nem por isso deixam de vender. Sou da opinião que irá melhorar o comércio, já que o consumidor poderá trafegar com seu veículo com menos stress.

E, só a título de comparação, em Belo Horizonte é proibido estacionar em todo trecho da Avenida Afonso Pena e nem por isso as pessoas deixam de comprar na via, que é recheada de estabelecimentos comerciais. Assim como em outras grandes avenidas da capital. E são várias as cidades onde tal medida foi tomada e só veio melhorar. E, aproveitando a deixa, porque não se fecha um quarteirão na Getúlio Vargas, entre a loja do Ulete Mota até a Praça 7 de setembro, para que os pedestres tenham mais tempo para ir às compras e não se preocupar com o trânsito infernal. Aliás, no final da década de 70, quando prefeito, o professor Antônio Gonçalves, popular “Pirraça”, tentou tal medida e, infelizmente, recebeu hostilidade por parte dos comerciantes da cidade. Mas, há mais de trinta anos, ele já tinha razão.