Archive for abril \30\UTC 2012

Próxima quinta-feira, no “Empórium”

30 de abril de 2012

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Monlevade a saga de sua praça!

29 de abril de 2012

Monlevade, 48 anos!

A nossa praça do Mercado, por onde passaram tantos passos, tanta gente, tantos operários e tantas mães, carregando seus arrebentos. Tantos olhares entre as lojas e o comércio. Homens e mulheres com suas sacolas e entre o suor e a luta.Meninos descalços correndo pelas calçadas e logo o pito dos pais.

Entre a esquina do mascate à flauta de Seu Elias. O sopro do mundo descia sobre a Vila operária construída pela Belgo-Mineira. Éramos orgulhosos por sermos monlevadenses. Tudo passou muito rápido e hoje a saudade e ao mesmo tempo a solidão pela perda. Pelo passado. Por tudo que nunca mais voltará.

Monlevade é como aquela cidade que ficou sob uma nova Usina Hidrelétrica, sob uma barragem. Como Sete Sé e Remanso. Mas a nossa memória, felizmente, pode recuperar algo daquele tempo. Dos antepassados que ajudaram a construir o nosso chão.

Parabéns, João Monlevade!

29 de abril de 2012

Obrigado, eternas amigas!

28 de abril de 2012

A vida da gente é mesmo “algumas” caixinhas de surpresas. E, mesmo que a felicidade tenha fim, e a tristeza não – como descreveu o poeta -, a vida vale muito a pena.

Hoje duas velhas amigas, cada um ao seu tempo, me proporcionaram minutos, segundos talvez, eternos. De felicidade! Benildes Maculan e Andréa Cleoni, monlevadenses da gema, hoje residentes em BH e Vitória da Conquista (BA), respectivamente. Deus me deu a oportunidade de um dia conhecê-las e tornar amigo de ambas. Um telefonema e um poema guardados há anos, há décadas. Nos nossos vinte e poucos anos.

A vocês, Benildes e Andréa, meu muito obrigado por existirem. Momentos assim são para sempre. E sempre serei grato.

Placa foi retirada da calçada após denúncia do Blog

28 de abril de 2012

Ontem fiz o seguinte comentário aqui no Blog:

“João Monlevade e seus absurdos: aqui a calçada, que é um espaço público, é transformado em local privado. Um bom exemplo dessa idiotice: no novo prédio construído na Getúlio Vargas, de vidro à frente, próximo à Localiza (o mesmo que teria de ter garagem no 2º piso e foram construídas lojas), fez-se uma calçada; pública. E os proprietários do imóvel, sem nenhum constrangimento, colocaram à frente uma placa indicando “estacionamento privativo. Sujeito a reboque”. Como, se o espaço é público? E as nossas autoridades fazem vistas grossas, o que é ainda mais inaceitável. Mesmo exemplo de alguns comerciantes que colocam cones ou até latas, tijolos, pneus e armários, em frente aos seus estabelecimentos, guardando lugar para estacionamento.

Monlevade, terra de ninguém e onde todo mundo manda”.

Pois é, mas parece que a crítica deu resultado, pois hoje pela manhã a placa foi retirada, prevalecendo a lei e o bom senso. Agora quem sabe seja cumprida a Lei referente ao Código de Posturas e o 2º andar do mesmo prédio – cuja planta foi aprovada com instalação de espaço para garagem e e no lugar foram construídas lojas -, transforme-se novamente em vagas para estacionamento. Do contrário, será impossível circular pelos corredores de Carneirinhos, onde o crescimento verticalizado é enorme, mas a grande maioria dos edifícios não conta com espaço para garagens.

“Espaços públicos transformados em estacionamentos privativos’ – Leitor comenta

27 de abril de 2012

“Caro Marcelo, infelizmente, discordo de você. Não é que aqui todo mundo mande. O problema é que ninguém manda. Onde não há controle, fiscalização, rigor, acaba reinando a baderna. Os exemplos são inúmeros. Agora mesmo, passando pela rua Hamacek, no bairro Lucília, quase na esquina com a Nossa Senhora de Fátima, vi outro exemplo de apropriação do espaço público. Uma obra iniciada nesta semana simplesmente está se apoderando da via pública. Menos da metade da rua está liberada para o tráfego. O restante está sendo usado como depósito de materiais de construção e, o mais incrível, como área de serviços para a obra. Calçada, nem pensar.

O que dizer, então, da iniciativa do poder público em plantar placas de ‘Carga e Descarga’ em frente às grandes lojas da avenida Getúlio Vargas, proibindo o estacionamento AO LONGO DO DIA? Absurdo dos absurdos, ainda mais numa cidade onde estacionamento é artigo de luxo. Ora, o racional seria, sim, regulamentar a área para carga e descarga, mas definindo um período fora do horário de pico no trânsito, não acha?

Muitas vezes, eu chego até a pensar que devo ser um imbecil completo, já que não consigo entender tanta estupidez e falta de cidadania…

João Carlos de O. Guimarães – João Monlevade

Espaços públicos são transformados em “Estacionamento Privativo”. O fim da picada

27 de abril de 2012

João Monlevade e seus absurdos: aqui a calçada, que é um espaço público, é transformado em local privado. Um bom exemplo dessa idiotice: no novo prédio construído na Getúlio Vargas, de vidro à frente, próximo à Localiza (o mesmo que teria de ter garagem no 2º piso e foram construídas lojas), fez-se uma calçada; pública. E os proprietários do imóvel, sem nenhum constrangimento, colocaram à frente uma placa indicando “estacionamento privativo. Sujeito a reboque”. Como, se o espaço é público? E as nossas autoridades fazem vistas grossas, o que é ainda mais inaceitável. Mesmo exemplo de alguns comerciantes que colocam cones ou até latas, tijolos, pneus e armários, em frente aos seus estabelecimentos, guardando lugar para estacionamento.

Monlevade, terra de ninguém e onde todo mundo manda.

João Monlevade completa 48 anos

27 de abril de 2012

O município de João Monlevade completa seu 48º aniversário de emancipação político-administrativa neste sábado, 29 de abril. Parabéns aos homens que tanto lutaram pela nossa história.

Monlevade: O “Morro do Geo” relata a sua emancipação

27 de abril de 2012

Vereadores que formaram a 1ª Casa Legislativa de João Monlevade: Jhonatas de Oliveira (Joanico), Chico Rosa, Laudelino Fonseca, José Machadinho, João Amaro, Sebastião Gomes, Geraldo Frade, Acrízio Engrácio, Amaro Zacarias Gorgozinho, João Ferreira Soares, Vicente Corrêia, José Couto e Carlos Caldeira

Em 27 de dezembro de 1948, com a promulgação da Lei Estadual nº 336, criou-se o Distrito de João Monlevade. Nesse período, fatos significativos aconteceram, como a construção da Paróquia de São José Operário e a nomeação de seu primeiro pároco, Cônego José Higino de Freitas, que chegou aqui em 1948; a instalação do Cartório Civil com o Sr. Jonathas de Oliveira, em 1949; a fundação do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos, em 1951; a inauguração do Hospital Margarida, em 1952; a criação do Ginásio Monlevade, em 1955; e a formação da Comissão Pró-Emancipação, em 1958.

Tornar-se município e deixar de ser Distrito de Rio Piracicaba foi uma outra história, que se arrastou por longos seis anos. A Comissão Emancipadora foi formada por Germin Loureiro (presidente), Wander Wanderley de Lima, Randolfo Moreira de Souza, Carlos Caldeira, José Loureiro e Alberto Pereira Lima. Juntamente com outros nomes que formaram o grupo de apoio, movimentaram os corredores da Assembléia Legislativa e conseguiram unir forças políticas para, finalmente, vitoriosos, em 29 de abril de 1964. João Monlevade estava cravado no mapa de Minas Gerais.

Os colaboradores da Comissão foram Benedito Marcelino, Padre João Batista Gomes Neto, Geraldo de Paula Santos, Antônio Loureiro Sobrinho (Totó Loureiro), Gentil Bicalho, Oswaldo Silva, Olímpio Carvalho Lage, José Pedro Machado (Machadinho), Astolfo Linhares, Alonso Leite, Raimundo José Caldeira e Pedro José Caldeira. Até a primeira eleição, foi indicado como interventor Bolivar Cardoso da Silva, que governou João Monlevade até 1965.

Alberto Pereira Lima, presidente da Comissão Emancipadora

Carlos Caldeira, membro da Comissão

Randolfo Moreira, membro da Comissão

Jose Loureiro (Zeca), membro da Comissão

Na foto, os emancipadores Germin Loureiro (E) e Wander Wanderley de Lima (ao microfone), e o primeiro prefeito eleito de João Monlevade após a emancipação, Wilson Alvarenga.

Arquivo: Jornal “Morro do Geo”.

Novamente Sucesso o “Bate-Papo Cultural”

27 de abril de 2012

Ontem, mais uma grande noite no “Empórium”, durante o projeto “Bate-Papo Cultural”. A casa ficou lotada para entrevistas com o ex-prefeito Antônio Gonçalves e o músico Lauzin. Rômulo Ras, como sempre, dando aquele show e eu tive o privilégio de comandar a prosa. O cantor e compositor Adoniran Barbosa foi o grande homenageado da noite. Parabéns ao casal Manuel e Edilene, proprietários da Casa, pelo sucesso e acreditar nessa empreitada cultural que Monlevade obtém..

Na próxima quinta-feira, estarão presentes o assessor de Comunicação da Usina da Arcelor/Mittal, João Carlos Guimarães, quando falará sobre os projetos culturais desenvolvidos pela empresa Unidade de Monlevade, e o músico e maestro Tó Vilela. O homenageado da noite será o poeta Vinícius de Moraes.