Archive for julho \31\UTC 2013

Encontro dos “Kibiseiros”, neste sábado!

31 de julho de 2013

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Na foto, com os amigos Marquinho e o Pedro Paulo. Graças ao Frei Leonardo Boff, nós idealizamos e assim nasceu o “I Encontro dos Kibiseiros”, em 2011, e agora é tradiçao

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Grande patriarca Sr. Eduardo Dias, atleticano dos bons e que fez parte do encontro de 2011. Aqui, com a família. Um beijão, Seu “Dudu” e saudações alvi-negras

“Põe meia dúzia de Brahma pra gelar que eu tô chegando”…

31 de julho de 2013

Plagiando o grande Chico Buarque

Estaremos chegando amanhã à terrinha boa de Jean Monlé e desde já para matar saudade. E dois compromisos, sendo o primeiro o nosso “III Encontro dos Kiiseiros”, ali no antigos “Kib´s Bar”, do amgo Marquinho Dias. A festa será lá mesmo, na Castelo Branco, neste sábado, 3, a partir do meio-dia. O segundo a reunião na Câmara Municipal de Rio Piracicaba (compromisso profissional), na próxima quarta-feira, 7. Portanto, uma semana ai na boa terra e saber dos acontecimentos mais de perto. Meu Molden somene chegou ontem e cá estou, usufruindo um pouco da Internet nesta terra de Lavras Novas.

Será muito bom e lembrar também que pretendo encontar com alguns contemporâneos da Escola Polivalente, para tratar dos detalhes do nosso “IV Encontro do Polivalente”, que acontecerá nos dias 6, 7 e 8 de setembro, na Arpas. Vamo bombar porque será o último sob minha tutela.

Então, moçada, inté amanhã, se Deus quiser, e leiam a nossa Coluna nesta sexta-feia, no jornal “Última Notícia”.

O Papa Francisco e a torcida do Galo!

31 de julho de 2013

Muitos irão questionar de cara sobre o que tem a ver o título acima, ou melhor, qual a semelhança entre o Papa Francisco e a torcida do Clube Atlético Mineiro, o Galo das Gerais! Que me desculpem os amigos e leitores cruzeirenses – pois não se trata de nada pessoal -, porque não se pode e muito menos se deve misturar paixão futebolística com amizade, digo que, para se aguardar por 42 anos um título importante, de cunho internacional, não é qualquer torcida que suporta. E, entre as poucas que, mesmo com o time em baixa, crescem, esta é a atleticana. Por isto, o título de Campeão da América tem muito ainda que ser festejado.

Sem ironizar, mas a torcida cruzeirense, que está apenas há 10 anos sem conquistar um campeonato em nível nacional ou internacional, já não suporta mais. Imaginem mais de quatro décadas! Por isto, como escreveu o grande jornalista esportivo, saudoso Armando Nogueira, não é por acaso que “somos a Massa”. E esta tão longa jornada nos deu forças para suportar tantas humilhações e mesmo assim com a camisa alvinegra às vestes, sem se importar com as piadinhas. Porque o atleticano torce até contra o vento, como escreveu o grande poeta, saudoso Roberto Drumond.

Mas, onde entra a semelhança entre o Papa Francisco e a torcida do Galo? Na persistência, no modo revolucionário de ser. De não se deixar manipular pelas derrotas. De acreditar sempre, de ter ideais e coragem para mudar. De não se aquietar com as derrotas e ser muitas vezes utópico, assim como lembrou o Papa. Para ele, nem sempre a utopia leva para caminhos errados, muito pelo contrário. Dessa forma, deixar também o coração ter sua vez diante da razão.

Há muito ando descrente da Igreja. Continuo Católico Apostólico Romano, porém sem praticá-la. Mas jamais mudaria de religião apenas por me sentir decepcionado. Mesmo porque em todas as outras, encontraremos bons e maus pastores. E, de repente, chega o novo Papa, cujo nome escolhido não poderia ter sido melhor. Inspirado em São Francisco de Assis, que pregava exatamente o desapego às coisas materiais e a coragem de transformar. E o Papa Francisco, em sete dias de viagem ao Brasil, mostrou a que veio e porque foi ele o escolhido como novo líder da Igreja de Roma. Porque é hora, como ele mesmo falou, de ser revolucionário. De mudar a cara da Igreja Católica, de rever seus conceitos. E o Papa teve a coragem até de incluir na ala da Igreja os homens e mulheres divorciados e os gays. É a Igreja promovendo abertamente a inclusão social e o fim da discriminação que, felizmente, chega com o Papa Francisco.
Não podemos mais viver diante da hipocrisia dentro da Igreja. Afinal, em grande parte os mesmos que pregam não praticam. São santos diante da Casa de Deus e profanos nos cômodos de outras casas. E, assistindo pela TV as imagens onde o Papa aparece sempre em busca do contato com o povo, e como ele mesmo afirmou: “não poderia estar ali dentro de um vidro fechado”, referindo-se ao “Papa Móvel”, onde sempre desfilou sem qualquer proteção, me fez lembrar o saudoso Padre Hildebrando de Freitas, o popular Padre “Juca”, que durante anos comandou as Paróquias da Vila Tanque e São José Operário, sempre procurando o povo. Mas justamente por ter sido transformador, onde jamais discriminou o seu rebanho, acabou sendo perseguido pelos mesmos hipócritas que viviam dentro da Igreja, até ser colocado de lado pelo Bispo de Itabira, Dom Mário Gurgel, tornando-se capelão no Hospital Margarida. Até que morreu de paixão porque não tinha mais contato com o seu povo. Ficou o seu exemplo.

Valeu, Papa Francisco! Valeu, Massa Atleticana! Que Deus nos faça ver o mundo diferente.

Moradores do José de Alencar pedem socorro pelo descaso

18 de julho de 2013

Moradores do Bairro José de Alencar cobram providências das autoridades no sentido de promover uma limpeza geral no prédio onde funciona a sede da ACINPODE, cujo local tem se tornado um antro para atos sexuais e ponto de usuários de drogas. Segundo as pessoas que residem nas imediações, toda a localidade está tomada pelo mato e se transformou num perigo iminente a todos que por ali circulam, já que pode ser usado para a ação de marginais. Há também a questão de um Padrão que está com vazamento de água, no maior desperdício.

Portanto, a comunidade do José de Alencar aguarda providências urgentes para solução do problema.

Especialista em rios promove palestra na Câmara de Piracicaba

18 de julho de 2013

O engenheiro agrônomo e especialista em rios, Henrique Lobo, atendendo convite da Câmara Municipal de Rio Piracicaba, estará participando de um encontro na Casa Legislativa, quando promoverá uma palestra sobre um assunto pertinente e que deve ser motivo de preocupação de toda humanidade, que é o futuro dos rios de todo o mundo. O evento se dará no próximo dia 6 de agosto, a partir as 15 horas, no Plenário da Casa. Em recente visita que fez à sede da Amepi – Associação da Microrregião do Médio Piracicaba -, no último dia 5 de junho, quando se comemorava o Dia Mundial da Água, Lobo fez uma grave advertência sobre a atual situação do rio Piracicaba – que corta a região -, e que, segundo ele, já está em alerta amarelo e a continuar não sendo preservadas as nascentes o rio estará completamente seco, sem águas, a partir do ano de 2030.

O evento será aberto ao público e será importante a participação da comunidade para que possa haver mais entendimento sobre a questão, que é séria e cabe a todos fazer a sua parte.

Onde andam nossas autoridades?

17 de julho de 2013

Hoje, passando pela Rua São Jerônimo, no cruzamento com a Rua Pedro Bicalho, Bairro Novo Horizonte, flagrei mais um dos tantos absurdos ue se vê com frequência em nossa cidade e as autoridades não tomam tenência. Ali está instalada uma agência de carros. Até aí tudo bem, se o Galpão onde fiam os veículos não ocupasse toda a área do lote, o que é proibido de acordo com o Código de Posturas – que só existe pra inglês ver em nosso município, porque tem alguém levando algum. E outro agravante: não bastassem ficar dentro do espaço a eles reservados, agora estão os veículos também encongram-se estacionados no meio da via pública, precisamente na Pedro Bicalho e quase chegando à esquina com a Avenida Castelo Branco.

Parece brincadeira!

Amigo a gente encontra… No Cancioneiro Brasileileiro

17 de julho de 2013

Algumas canções marcam as nossas vidas ao longo de nossa trajetória. Seja no amor, no convívio familiar e entre os amigos. Aos meus 18 anos namorava com a Valéria, ela com 15, filha dos saudosos José Vieira e Dona Diva. Moravam ali na Rua Piracicaba, casa de número 5. Namoro no tempo que ainda era sem maldade, como diria o mestre Sivuca, no “tempo dos pardais, de verde nos quintais”… Uma música que muito marcou aquele romance de um ano foi uma interpretada pelo Raimundo Fagner, meu ídolo da época, e cujos versos diziam “Não chore se eu disser, que já vou. Você quem quis assim, vai sofrer. Sofrer de amor pra mim é morrer, eu sou um sonhador e você”!… Uma das muitas que consegui regravar em meu Pen-Drive, nas velhas e saudosistas canções de Fagner, Cacaso e Cia. E durante toda a minha carreira de rádio, meu tema foi “Eu fico com a pureza da resposta das crianças, é bonita, é bonita e é bonita”…, do mestre Gonzaguinha. Pois vale a pena viver e não ter a vergonha de sempre ser feliz, sem preocupação com o pudor. Ele, que se exploda…

Mas aí vamos passando e sempre em minhas crônicas ou artigos jornalísticos, gostei de contextualizar dentro deles algumas letras de músicas, pois elas são parte de nossa história de vida. E, entre elas, uma que muito me marca e me acompanha por essas andanças é uma de autoria de Renato Teixeira e Dominguinhos, “Amizade Sincera”. Ela retrata na mais pura poesia o que é ter um amigo. “A amizade sincera é um santo remédio, um abrigo seguro. É natural da amizade um aperto de mão, um abraço, um sorriso. Por isso, se for preciso, conte comigo, amigo disponha, mesmo modesta, minha casa será sempre sua”… Falar mais o quê?

Assim nossas esperanças reacendem por um mundo mais justo e se caminharmos pelos caminhos traçados pelas músicas, pelas poesias e pela disposição de viver cada letra, cada verso, seremos mais felizes. Este dom que os compositores, poetas e cantadores têm nos levam ao êxtase e somos cúmplices de uma realidade mais elevada espiritualmente. Como quando escreveu Paulo César Pinheiro, de que “o importante é que nossa emoção sobreviva”, não podemos jamais nos privar delas e do que sentimos.. E feliz de nosso povo por ter um cancioneiro tão diversificado, que fala das raízes, dos amores e dos amigos. De ter ouvidos para ouvir “A Banda” de Chico Buarque, à “Gente Humilde”, de Garoto, Chico e Vinícius de Moraes. De ter Tom Jobim com Águas de Março” e Belchior com “Como nossos Pais”. De ouvir “Detalhes” com Roberto e Erasmo Carlos e obras primas como “O mar, quando bate na praia, é bonito e é bonito”, com Caymin.

Vamos cantar nossos cantos e soltar a nossa alma para as músicas que conseguem alterar as nossas vidas e aumentar a nossa esperança.

O nosso trânsito de cada dia

17 de julho de 2013

Não importa o período que fiquemos longe de Monlevade. Não interessa o tempo que estejamos afastados da terra natal, porque aqui poucas coisas mudam. A começar pelo nosso caótico trânsito, onde entra prefeito e sai prefeito e nada acontece de prático. Em conversa ontem com o amigo Marcelo Guimarães (Marcelinho Dentista), que tem um projeto interessante para mudar um pouco a cara do nosso trânsito, chegamos à conclusão sobe alguns absurdos, onde mudanças radicais já deveriam ter sido tomadas, mas esbarram no temor de nossas autoridades políticas, ou seja, nos ex e no atual chefe do Executivo Municipal. Melhor dizendo, medo em contrariar esta ou aquela parte.

Vamos a alguns pontos que, mesmo parecendo repetitivos, tento crer ainda no ditado de que “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”. Primeiramente, implantar na Avenida Getúlio Vargas, na região do Bairro Santa Bárbara, em mão única. Não se pode admitir que até hoje, passados oito anos do governo Moreira e mais quatro do governo Prandini, e estes 100 dias do governo de Teófilo que a Avenida Gentil Bicalho continue sem ser utilizada como deveria ser, ou seja, para desafogar o tráfego de veículos naquela área. Outra medida: proibir estacionamento ao longo da Avenida Wilson Alvarenga, sentido Bairro Santa Bárbara. Terceiro: implantar sistema de estacionamento 45 graus na Getúlio Vargas, entre a agência da Caixa até as Casas Gonçalves. Quarta medida: fazer uma campanha para que motorista usem espaços alternativos e evitar o centro comercial nos horários e pico, como por exemplo usar mais os bairros Loanda, José de Alencar, Satélite, Lucília, Lourdes etc. E por aí afora. Mas para isto, é preciso ter coragem e tomara que algum prefeito, um dia, a tenha.

ArcelorMittal abre inscrições para cursos de pintura e informática

17 de julho de 2013

A ArcelorMittal Monlevade está com inscrições abertas para o curso gratuito de Pintura em Tela e Tecido e para o curso de Informática e Cidadania. As inscrições deverão ser feitas até o dia 24 de julho, presencialmente, no Centro de Cultura e Memória da ArcelorMittal Monlevade, antigo Cassino, no bairro Centro Industrial, de 7h às 11h30 e de 13h30 às 17h. Os interessados devem apresentar a carteira de identidade para efetuar a inscrição. Podem se inscrever jovens a partir de 10 anos de idade e adultos para qualquer um dos cursos.

O curso de Pintura em Tela e Tecido é oferecido pela ArcelorMittal Monlevade desde 2008 e até hoje já formou 900 artistas. No curso, que têm duração média de cinco meses, os alunos aprendem técnicas de pintura a óleo sobre tela e tecido, proporcionando a oportunidade de desenvolvimento de talentos.

Já o curso de Informática e Cidadania está em funcionamento desde 2006 e já atingiu a marca de 950 alunos ao longo dos anos. Todo o curso é baseado na metodologia do CDI (Comitê para Democratização da Informática), tem a duração de cinco meses, e proporciona a jovens e adultos a iniciação no mundo da informática sempre relacionando técnicas a temas de cidadania.

Os cursos estão abertos gratuitamente para a comunidade. As vagas são garantidas pela ordem de inscrição. Caso todas as vagas sejam preenchidas, os novos inscritos passam a compor uma lista de espera para o curso do semestre seguinte. Estão sendo ofertadas 40 vagas para o curso de Pintura e 60 vagas para Informática.

Para mais informações, os interessados devem procurar pessoalmente o Centro de Cultura e Memória ou entrar em contato pelo telefone (31) 3859-1696

Por estes dias em Lavras Novas e a nossa terra

17 de julho de 2013

Mesmo distante carnalmente, a minha terra não me deixa. Como já não é mais novidade resolvi passar uma temporada em Lavras Novas, onde mora um lugar mágico e um povo encantador. Nesses primeiros dez dias naquele Distrito ouro-pretano e que séculos passados foi Quilombo, há muito não me sentia tão livre e em paz comigo mesmo. Ali há uma corrente de ar que sopra na alma e alimenta a calma. Entre o frio que dói os ossos, há o calor de um povo simples e acolhedor por demais. Sem carro, sem buzina e sem o insuportável trânsito das grandes cidades, ou melhor, até das pequenas, como na nossa Monlevade. O ar puro e o céu, que é dos gaviões no Inverno e dos canários terra na Primavera.

Mas mesmo ausente, estamos por aqui pelas bandas do pensamento. É que resolvi me afastar por um motivo simples, que é buscar inspiração maior para terminar o meu projeto literário, onde pretendo relatar um pouco do que se passou nas últimas décadas na via política, sindical, social e cultural de nossa cidade, contada através da imprensa, que é com toda certeza a guardiã da história. Além de mostrar a cara dos bastidores. Portanto, uma causa justa. E, por ser ali um forasteiro, procuro respeitar ao máximo a cultura daquela comunidade, muito pacata e preocupada em manter as tradições do lugar.

E, falando nisto, Monlevade tem uma cultura que se mistura um pouco à de Lavras Novas, onde os forasteiros também são sempre bem-vindos. Mas na nossa história, houve uma exceção, precisamente no governo do então prefeito Leonardo Diniz, PT (1989/1992), quando a mando do Diretório Estadual do partido um grupo de militantes petistas chegou à cidade para comandá-la, ocupando cargos dos altos escalões para governar um município que sequer conheciam. Cada um se achegando, onde raros foram os profissionais da cidade que conseguiram espaço na administração do PT naquela oportunidade. Como comandar um lugar onde não se conhece nem mesmo a cultura do seu povo? E assim ficou comprovado ao final daquele governo que nenhum deles tinha compromisso com João Monlevade, mas sim com o Partido dos Trabalhadores, pois a absoluta maioria dos petistas que ocupava cargos importantes deixou a cidade após a derrocada, nas eleições de 1992. Mesmo os que foram convidados a permanecer na Prefeitura – entre médicos e outros profissionais – optaram em sair da cidade. E muitos deles nunca mais deram as caras por essas bandas, e poderia citá-los aqui nominalmente. Aqui usufruíram, usaram do poder e deixaram uma banana descascada à cidade.

Aqui em Monlevade, sejam todos os forasteiros bem-vindos, mas alguns mal chegados já se consideram acima do bem e do mal, pois em grupo se acham imunes. Alguns chegam a fazer estardalhaços e depois sucumbem. Temos muitos exemplos. Não se deve um estranho chegar num lugar desconhecido e querer transformar a sua estrutura, seja de ordem política ou social. Há pessoas e são várias com história por esta terra e que merecem mais respeito. Não deve mexer na natureza das pessoas…