Archive for agosto \31\UTC 2013

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31 de agosto de 2013

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Ben Hur se despede!

30 de agosto de 2013

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Rampas

Quem faleceu hoje em Monlevade foi o Ben Hur, que morava ali na Rua Siderúrgica, quase em frente ao Rampa´s. Ele era filho do saudoso Sr. Enerval, que trabahava na portaria do Cine Monlevade. sempre elegante com seu terno preto.

Na fotografia acima, feita no ano de 2001 – tão logo começamos o trabalho com o jornal “Morro do Geo”. Naquela oportunidade, compareci até o histórico Bar e Restaurante Rampa´s, para fazer uma entrevista com o Senhor Eduardo Dias, que falou muito da história da antiga Monlevade. E, como havia alguns fregueses fieis no estabelecimento, do qual Seu “Dudu” fazia parte, resolvemos registrar o momento, no próprio Rampa´s, que na época estava sendo comandado pelo grande “Pelé”, garçom dos tempos de Laudelino e Antônio.

Na foto, em pé, da esquerda para a direita: saudoso “Tortinho”, Sr. Eduardo Dias, Ben Hur, Élcio, Pelé e Lídio. Eu estou assentado, saboreando uma gelada.

Que Deus conforte os familiares e amigos do Ben Hur,
que trabalhou durante anos na Associação Monlevade de Serviços Sociais – AMSS -, cuja sede era ali na própria Rua Siderúrgica.

Monlevade e sua velha política do engodo

30 de agosto de 2013

Lendo agora a pouco a última postagem do amigo Chico Franco em seu Blog, duas coisas me chamaram a atenção: o tal repasse que a Câmara Municipal faz à Prefeitura em forma de devolução e a contratação de uma empresa de consultoria para planejar o trânsito em Monlevade. Como se diz no popular, “Ora Bolas”!

Sobre o primeiro item, essa coisa de devolver dinheiro à Prefeitura, por parte da Câmara, virou mesmo, como diz o Chico, uma política que “dá nojo”. Realmente, como o Legislativo vai devolver dinheiro ao Executivo se ele não tem receita? E essa prática politiqueira para inglês ver foi iniciada na gestão do então ex-vereador Juninho Starling, em uma das vezes que ele ocupou a presidência da Câmara Municipal de João Monlevade, data-vênia, no período de 2005 a 2006, quando Carlos Moreira exercia seu segundo mandato de prefeito. A partir dali surgiu essa presepada para enganar bobo e, também se não estou enganado, a primeira vez foi para que o dinheiro fosse investido no Hospital Margarida. Se eu estiver errado na data e no repasse da verba, que o amigo Juninho me corrija. Mas que foi com ele que tudo começou, foi. Depois, com Zezinho Despachante na presidência (2007/2008), a mesma prática de se fazer política suja com dinheiro que sempre foi mesmo do Executivo. Veio então Dorinha Machado, Pastor Carlinhos e agora Guilherme Nasser e a mesma historia da carochinha de que a Câmara está fazendo um grande favor e caridade ao governo, “devolvendo” dinheiro aos cofres públicos. Piada de salão. O povo, que já não é assim tão bobo, não cai mais nesse truque de angariar votos e melhorar a imagem do Poder Legislativo.

No segundo ponto, Chico Franco cita o fato de a Prefeitura estudar a possibilidade de contratar uma consultoria para melhorar o nosso trânsito de cada dia. Meu Deus, se não estou enganado, logo após a vitória do então candidato Teófilo Torres, o caro engenheiro José Jaime – na época afastado do Settran -, foi entrevistado pelo jornal “A Notícia” em mais de ½ página apresentando soluções para o trânsito de Monlevade e afirmando, naquela época, que tinha um projeto para a área. Ou seja, era só ser novamente contratado pela Prefeitura que iria resolver o problema. Pois bem, Teófilo Torres, ao assumir a cadeira de chefe do Executivo, ouviu seu pedido e o convidou a reassumir o Settran. E, passados oito meses de governo, o que José Jaime fez de concreto com seu projeto? Agora, gastar dinheiro para contratar uma empresa já é brincadeira! Aliás, o engenheiro está no cargo desde o governo do saudoso Germin Loureiro (1993/1996), passou pelo Dr. Laércio, Carlos Moreira (dois mandatos) e mais dois anos com Gustavo Prandini. Retornou e daí, o que foi feito de Vera?

Pois é, mas difícil prever rumos positivos para a nossa querida Jota Monlé City, diante de tanto engodo político e ações fantasiosas. De vereadores mais preocupados em aparecer e que se fazem de oposição apenas nos discursos, mas que na verdade são fantoches nas mãos de grupos radicais. E de outros situacionistas aproveitadores que só têm compromisso em ser pau-mandado. Estes são os nossos representantes, com raríssimas exceções, meus caros conterrâneos.

Galo, onde anda sua zaga?

29 de agosto de 2013

Em suma, o Galo jogou muita bola ontem, taticamente e tecnicamente falando. Voltou a atuar como em alguns jogos da Libertadores, do qual foi campeão. Faltou sim eficiência nas finalizações, que foram 13 ou 14 no total, para fazer apenas dois gols. Agora, a nossa zaga está de mal a pior, levando uma média muita alta de gols. Nos últimos três jogos, foram sete sofridos. E os dois ontem contra o Botafogo foram por pura displicência dos dois zagueiros de área, e sem contar que sempre falta uma cobertura pela direita, onde Marcos Rocha deixa a desejar.

E, falando em arbitragem, concordo com o Kalil, a Cobraf mais uma vez veio para operar e conseguiu. Dois pênaltis claros e uma expulsão que não foi dada contra o zagueiro da equipe carioca.

Está dito!

Prefeitura de Monlevade divulga classificados para Transporte Universitário

29 de agosto de 2013

A Secretaria Municipal de Educação divulgou hoje, 28, a relação dos classificados para o Programa de Transporte Social Universitário para preencher as vagas remanescentes para a cidade Itabira.

A lista dos aprovados está fixada na portaria da Secretaria Municipal de Educação e disponível no site da Prefeitura. Os beneficiários deverão apresentar-se na Secretaria Municipal de Educação no próximo dia 30, de 7 às 11 horas e das 13 às 16 horas, e retirar a autorização para utilizar o transporte.

Desde o início do mês de agosto, os beneficiários têm à disposição ônibus para Itabira e para as cidades da região do Vale do Aço (Timóteo, Coronel Fabriciano e Ipatinga), de segunda-feira à sexta-feira, no período noturno, durante os dias letivos.

Para falar do Itacolomi e da Fazenda do “Manso”

28 de agosto de 2013

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Na tarde de ontem tive o prazer de realizar um antigo sonho, que era subir até o ponto mais alto de Ouro Preto. Ali, onde no ano de 1698, o grupo do bandeirante Antônio Dias, do topo de uma montanha da Serra do Espinhaço, avistou o Pico do Itacolomi, a 1772 metros de altitude. A partir daquele momento, o local passou a ser o marco de referência para a localização da região das minas de ouro. E assim começava a história!

Subimos no meu velho Pálio em companhia dos novos amigos de Lavras Novas, esta maravilhosa comunidade e para onde me mudei recentemente para terminar o meu projeto literário: Sr. “Chicletes” – grande figura e músico do lugar, exímio sanfoneiro e violonista -, e o Fernando, construtor e artista plástico, que conhece muito a história do lugar onde nasceu. A proposta era a de conhecer a Fazenda de São José do Manso, mais conhecida como “Fazenda do Manso”, construída no século XVIII, precisamente em 1708, e que, a partir de 1930, através do fazendeiro José Sales Andrade, formou a plantação do “Chá de Ouro Preto”, ou apenas chá preto que, até a década de 50, era importado e fez grande sucesso por toda Europa, em razão de sua qualidade e sabor. Os ingleses então adoravam. E foi precisamente neste local, que as mulheres de Lavras Novas saíram pela primeira vez para trabalhar fora de seu habitat. Até aquela época, década de 30, os nativos viviam da cultura da roça e da madeira e não havia perspectivas de emprego na região. E foi a plantação do chá preto que mudou essa parte da história da comunidade e foram elas, pioneiras na arte de colher as plantas até a produção final do produto. E melhorar suas rendas. Até que, pós 2ª Guerra Mundial, houve mudanças extremas no comércio internacional que levaram ao abandono das plantações. Somente em 1974, a Fazenda São José do Manso foi adquirida pelo historiador Tarquínio José Barboza de Oliveira. Ele, ciente da relevância histórica do maquinário e da qualidade e do antigo “Chá de Ouro Preto”, recuperou parte da plantação e reativou a fábrica, onde novos empregos foram gerados para os moradores de Lavras Novas. Mais tarde, com a morte do historiador, a história chegou ao seu final e hoje o lugar se transformou em um Museu, onde se conserva a memória e todas as máquinas que transformavam as folhas no saboroso e inigualável chá de Ouro Preto, estão expostas.

Foi uma tarde onde pude, mais uma vez, perceber como é rica a história de nossa Minas Gerais. E de estar com gente como a gente, nativa de uma comunidade simples, porém culta e de grande conhecimento histórico. Aquelas poucas horas passadas ao lado do “Chicletes” e do Fernando, que terminou com um Chopp na Rua São José, no centro de Ouro Preto, foram de uma importância sem tamanho. Mais um desses momentos que se tornam mágicos, pelo conhecimento adquirido entre uma prosa e outra. Ali, o termo “jogando conversa fora” não caberia, porque suguei ao máximo o que podia de informações, através da escrita e de fotografias. Como da história contada pelo músico Chicletes, que também trabalhou na Fazenda do Manso e por ali passou várias madrugadas, ainda menino de calça curta, para vender seus balaios de taquara, que ele mesmo produzia, na cidade de Mariana. O que ganhavam era muito pouco, e ao final do mês tinha o “Pai Nosso”, distribuído nos “cinco mistérios”, que eram distribuídos num saco de linhagem. Sem qualquer intenção de blasfemar, mas era a linguagem usada pelo povo mais antigo para definir o que o dinheiro dava para comprar na venda. Assim, num mesmo saco, eram colocadas porções de fubá, sal, feijão, açúcar e arroz. E tinha de ser na ordem certa. O fubá vinha primeiro porque era o alimento do dia a dia, que dava sustança. Arroz, disse Chicletes, “a gente só comia no Natal”. Ali demos uma boa gargalhada. Só quem era mais abastardo financeiramente que podia comprar um saco de cada alimento.

E a cada dia, mais aprendo com este povo deste lugar cujos antepassados foram quilombolas. A história, a memória que se preserva, através de um bonito trabalho de uma Irmandade que defende a cultura e mantém suas raízes. Feliz de poder estar aqui, no solo de Ouro Preto, a 1.300 metros de altitude, do alto da Serra do Trovão.

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Sede da Fazenda

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Os novos amigos, de Lavras Novas, Fernando e “Chicletes”, junto às peças de porcelana para tomar o chá preto

Frase do Dia!

28 de agosto de 2013

“Agora vamos aguardar esta nossa “presidenta” de merda mandar trazer de fora outros profissionais, entre eles engenheiros, dentistas, jornalistas, advogados, camelôs, publicitários e, principalmente, políticos que tenham vergonha na cara e não sejam corruptos como a quadrilha do PT, PSDB, PMDB e outros PQP´s.

TNC”!

Esta é minha.

Prefeitura promove alerta no Laranjeiras

28 de agosto de 2013

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Na última sexta-feira, 23, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente promoveu panfletagem em algumas ruas do bairro Laranjeiras objetivando alertar à população sobre os perigos de uma barragem existente no local (foto acima).

Além de distribuir os panfletos, os moradores receberam explicações sobre os riscos de se utilizar a água da barragem, que é imprópria para o consumo e banho.

Após análises laboratoriais, ficou comprovado que a água é contaminada e, assim sendo, pode causar sérios danos e prejuízos à saúde, tais como verminoses, cólera, hepatite A, poliomielite e micoses, além de outras doenças provenientes de bactérias.

O local é de acesso restrito a pessoas autorizadas pela Prefeitura de João Monlevade.

Big Band Funcec de volta

27 de agosto de 2013

A orquestra da Funcec está de volta. Após ter sido detonada por uma política extremista, a Big Band retorna. Decisão se deu após reunião realizada na noite dessa segunda-feira, 26, entre os músicos, direção da Doctum e empresas que irão patrocinar a Orquestra. Os ensaios já recomeçam na próxima segunda feira, 2, e está de volta à regência, o maestro Rogério Moreira, ex-regente do Coral da Universidade Federal de Viçosa, e que já comandou o grupo em Monlevade.

O acordo foi fechado entre a Faculdade e as empresas Gasmig, Embraterr e Bio Extratos, que serão as patrocinadoras da Big Band.

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Flagrante de um concerto da Big Band Funcec, no auditório do Real

Amigos não podem perder a oportunidade do Reencontro

27 de agosto de 2013

Igreja Encontro do Polivalente

Com o tempo, a maturidade chegando, fica a certeza de que não podemos perder alguns momentos em nossas vidas. E um deles é poder reencontrar as pessoas que convivemos e nos relacionamos em nossa infância e adolescência. Gente de um mesmo espaço, uma mesma comunidade. Crianças cujos pais eram vizinhos ou amigos. Um relacionamento que nos permitia ir à casa do colega sem ter de avisar antes, sem ter agendado. ir por ir e ainda tomar um café com broa ou comer um pão com salame e beber guaraná. Sem qualquer cerimônia.

Sabe, minha vinda para Lavras Novas me fez sentir que ninguém precisa de luxo para ser feliz. Nem de muitos adereços, porque basta ser feliz. Viver a simplicidade e o cotidiano deste povo desta terra ouropretana está me fazendo abrir meu leque para outros horizontes. A vida é bem mais simples e menos complicada do que a tornamos. Basta não perder as oportunidades que aparecem e que poderiam nos fazer tão felizes. Mas, muitas vezes, alguns encontros que poderiam marcar nossas vidas passam porque “tínhamos compromissos inadiáveis”. E, do fundo de minha alma, mesmo assim falando com a razão, só quem já viveu, participou, pode descrever o que é o “Encontro do Polivalente”. Portanto, se você que viveu a nossa escola, o nosso Polivalente, e tiver uma oportunidade, por menor que seja, não perca. Esteja em Monlevade, no dia 6 de setembro.

Amigos do ensino fundamental, estes serão eternos. Obrigado, meu Deus, por mais esta oportunidade!