Pra não dizer que não falei dos covardes que se escondem atrás dos perfis falsos

Fakes

Não será novidade o que irei debater agora, neste espaço. Afinal, tanto em meu Blog quanto no Facebook, sempre bati nessa tecla, que é o de escancarar a minha indignação contra esses covardes que se utilizam de perfis falsos nas redes sociais, para atacar as pessoas ou entidades. Gente sem vergonha na cara, sem escrúpulos e sem identidade, que tem medo de assinar o que escreve e mostrar a cara para bater. Esses “Fakes” (termo em inglês para Falso). Mas volto ao tema após uma matéria publicada no jornal “Última Notícia”, na edição passada – muito bem elaborada por sinal -, cuja pauta foi exatamente sobre esse caso, usado para tecer críticas na política em João Monlevade. E foram citados dois exemplos, cujos “Fakes” usam os nomes em imagens de outras pessoas, sendo uma delas do ex-deputado estadual pela Bahia, Renato Costa, “identificado” como Reginaldo Ferreira; e a outra usando o codinome de Gisela Santos e o rosto da modelo paulista Jussara Tamaru, ambos integrantes do grupo “Transparência Monlevade”, que faz acirrada oposição ao governo do PSDB. Quanto ao fato de ser oposição ou não, é direito de cada pessoa ou grupo, mas usar na rede utilizando identidades falsas para atacar é muito fácil, prática de gente mesquinha e covarde.

Mas há outros “Fakes” agindo em nossa cidade, entre eles os “juvenais”, os “ricardos” etc. Todos que merecem apenas o nosso desprezo porque não têm dignidade e nem coragem para assumir os que escrevem. Ao longo dessas quase três décadas na área de Jornalismo, passando por jornais, revistas e emissoras de rádio, aprendi que somos responsáveis pelos nossos atos, palavras, falas e omissões. E uma das pessoas com quem trabalhei na Rádio Cultura, o polêmico Wilson Vaccari, sempre dizia que “o homem que escreve e fala tem de mostrar sua cara para também tomar porrada”. A pura realidade, porque criticar, jogar pedras e se esconder atrás dos muros é muito fácil. Usar de identidades falsas para fazer charges ofensivas, críticas pessoais, é coisa de canalhas, que têm medo do estar frente a frente com quem foi seu alvo. Teme o enfrentamento.

Pois bem, e fica o meu desabafo, sim, pois uma pessoa que não assume o que fala e nem assina o que escreve, não é digno. Assim como quem distribui um Apócrifo durante uma campanha eleitoral, cuja prática quase que 100% parte do grupo que está perdendo. Gente covarde. Nós, principalmente os formadores de opinião, profissionais da área de Comunicação, devemos estar atentos a esses pseudos-escrevinhadores, que se utilizam de outros rostos e outros nomes em prol de uma causa que, de tanto acreditarem nela, não têm nem mesmo a coragem e a hombridade de assumi-la, porque se trata de um movimento cuja principal proposta é de se fechar ao debate e acreditar apenas no que eles consideram o “politicamente correto”.

Comunas de meia pataca!

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