A Globo gosta de árbitros sem moral

Márcio Rezende de Freitas, mineiro, um ex-árbitro de futebol que mudou, por duas vezes, a história do Campeonato Brasileiro. Primeiro, em 1995, na final entre o Botafogo e Santos: validou um gol do alvinegro carioca, de Túlio, em impedimento, e anulou um gol legítimo do Santos.

Depois, em 2005, no jogo entre Corínthians e Internacional, quando Tinga, do time gaúcho (hoje no Cruzeiro), sofreu um pênalti claro, e o senhor Márcio Rezende de Freitas, além não ter dado a penalidade máxima, ainda expulsou o meio campista do Inter, alegando “simulação”.

E este safado é hoje comentarista de arbitragem da Globo, como assim foi o ladrão José Roberto “Rato”, que roubou do Galo contra o Flamengo, na Libertadores, em 1981. Filhos da Puta, incluindo a Vênus Platinada.

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