Archive for junho \26\UTC 2014

Ex-vereador assume Assessoria de Comunicação da Prefeitura

26 de junho de 2014

O prefeito municipal Teófilo Torres (PSDB) acaba de anunciar mudanças em seu Secretariado. Visando talvez melhorar a imagem de sua administração diante a opinião pública, o troca-troca se deu na Assessoria de Comunicação da Prefeitura, quando assumirá o cargo o ex-vereador Clésio de Oliveira Gonçalves, 53 anos.

Ex-vereador por dois mandatos (1989/92 e 1993/96), foi presidente da Casa Legislativa de 1995 a 96. Anterior a isto, foi diretor da Fumbem (hoje Fundação Crê-Ser) e trabalhou por vários anos na Secretaria de Indústria e Comércio do Estado de Minas Gerais, quando era governador, Tancredo Neves. Atualmente, o ex-presidente da Executiva Municipal do PSDB é diretor do Instituto Solar, que atua na preservação da história de alguns municípios, através da confecção de cartilhas. Confirmado o nome do novo assessor de Comunicação da Prefeitura de João Monlevade Clésio Gonçalves tomará posse no cargo na próxima terça-feira, dia 1º de julho.

A jornalista Claira Ferreira, que desde o início do governo do prefeito Teófilo Torres era responsável pela pasta, irá atuar na Secretaria Municipal de Cultura, cargo recém criado e cuja lei foi sancionada recentemente pelo chefe do Executivo. Outras mudanças poderão ocorrer entre as pessoas que ocupam cargos de 1º escaão.

O ex-vereador Clésio Gonçalves assumirá na próxima semana a Assessoria de Comunicação da Prefeitura

O ex-vereador Clésio Gonçalves assumirá na próxima semana a Assessoria de Comunicação da Prefeitura

Anúncios

Rio Piracicaba: Câmara concede Moção de Aplausos a cientista

26 de junho de 2014

A Câmara Municipal concedeu, durante reunião ordinária realizada no último dia 18, o Certificado de Moção de Aplausos à Professora do Departamento de Fisiologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Maria de Fátima Leite, natural de Rio Piracicaba. A matéria foi de autoria de Sebastião Torres Bueno, com aprovação unânime dos demais vereadores. Filha do popular farmacêutico da cidade, Sr. Antônio Leite, e da senhora Rute Ferreira Leite, Maria de Fátima é hoje uma das profissionais da área científica mais conceituada no país, ganhando notoriedade internacional desde 2003, quando coordenou um grupo de cientistas que participaram da descoberta, ao lado de pesquisadores dos Estados Unidos, de uma organela celular desconhecida – o retículo nucleoplasmático – que armazena e regula a liberação de íons cálcio (Ca2+) dentro do núcleo das células. Desde então a equipe mineira se dedicou a um trabalho ainda mais ambicioso, que foi o de desvendar a influência do cálcio do núcleo na regeneração das células hepáticas.

Na época, foi nomeada, em uma concorrida seleção internacional, pesquisadora do Instituto Médico Howard Hughes (HHMI, na sigla em inglês), dos Estados Unidos, que destinou a seu projeto recursos da ordem de US$ 500 mil. A cientista estuda o cálcio intracelular há cerca de 14 anos, desde quando voltou de seu pós-doutorado na Escola Médica da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. O trabalho desenvolvido poderá ter aplicações tanto nos tratamentos de doenças hepáticas e transplantes como no controle do crescimento celular anormal relacionado ao câncer.

Solenidade Sendo a abertura dos trabalhos feita pelo presidente da Casa, Tayrone Arcanjo Guimarães, estavam presentes os demais vereadores, a homenageada, seus pais, o esposo, o filho, irmãos e outros familiares, além de amigos. Depois de receber o título das mãos do presidente Tayrone e do autor da proposta, Sebastião Torres Bueno, Maria de Fátima usou da Tribuna, onde fez um discurso emocionado. Primeiramente, disse se lembrar de todos os professores que foram seus primeiros orientadores, na cidade onde nasceu, e nominalmente. Também fez questão de dividir a homenagem com sua equipe de pesquisa. “Não sou eu apenas, mas sim uma equipe, um grupo, envolvendo pessoas comprometidas e perseverantes, e que não puderam estar aqui agora porque estão trabalhando”, declarou. Em seguida, fez uma declaração aos seus pais, a quem dedicou o prêmio. “Foram eles, meu pai e minha mãe, que me ensinaram a ser disciplinada, a ter coragem. Transfiro a eles esta homenagem e peço a vocês que lhes saúdam com uma salva de palmas”. Finalizando, sensibilizada, agradeceu aos vereadores pelo reconhecimento, sendo bastante aplaudida pelo público presente.

A homenageada entre o vereador e autor da proposta, "Tatá do Caxambu", e do presidente da Casa, Tayrone Guimarães

A homenageada entre o vereador e autor da proposta, “Tatá do Caxambu”, e do presidente da Casa, Tayrone Guimarães

Há palavras que nos emocionam bem à Flor da Pele!

26 de junho de 2014

Há palavras que nos emocionam bem à flor da pele. E ontem à noite, aqui em Lavras Novas, tão logo abri minha rede social do Facebook, após chegar da terrinha, tive acesso a um pronunciamento feito por um amigo, monlevadense que há anos reside e trabalha em Belo Horizonte, sobre o meu projeto literário, “A Saga: Memórias de um Jornalista do Interior”. E, sinceramente, muito me emocionou. Fico grato e principalmente por saber que de alguma forma contriobuí para uma história.

Segue na postagem abaixo o comentário na íntegra. Obrigado, meu caro!

Comentário de um Leitor sobre o nosso Livro

26 de junho de 2014

Quanto ao A Saga: Memórias de um jornalista do interior, tenho uma queixa a fazer: assim com um bom filme, ou uma eletrizante partida de futebol, ou uma semana inteira ao lado de uma grande paixão, o seu livro tem o defeito de passar rápido demais. Quando a gente assusta, já acabou e fica um gostinho de quero mais, uma certa nostalgia, um “vaziozinho” que custa a passar. Mas que passa, por conta das reflexões inerentes de quem de alguma forma também viveu partes de ao menos uma das Histórias.

Confesso que após alguns capítulos, lidos quase sempre a noite, custava a pegar no sono e uma das razões foi só agora “cair a ficha” de como deve ter sofrido meu saudoso pai durante os 23 dias daquela ocupação da Usina. Afinal ele tinha 4 dos filhos trabalhando na empresa e ao menos eu claramente me opus à greve. Em casa conversamos sobre os motivos, ele também tinha a opinião já formada, mas acima de tudo ele era nosso pai e como tal decidiu respeitar as divergências. Hoje posso resgatar na memória alguns momentos que certamente refletem as angústias e os medos que ele sentiu por nós e que preferiu não nos dizer. Mas agora está tudo tão claro, assim como sempre esteve para mim, os reais motivos daquele movimento. E o rápido destino político dos principais líderes daquele movimento logo tratou de confirmar o que estava nas entrelinhas.
Outras narrações do livro que também me tiraram o sono, principalmente porque nos faz sentir bobos, foi saber de fatos como a mala preta da empresa ofertada de forma ilícita, as suas demissões por puro jogo de vaidades de seus contratantes e mesmo as admissões com interesses políticos transitórios, mostrando que esta gente não tem escrúpulos para se eleger. Ainda que sejam meios legais, mas são imorais. Mas aflição mesmo foi enquanto lia que você, logo você, ofereceram-lhe um cheque para apoiar um candidato no programa de rádio, colocou a mão nele e … Obviamente que não vou revelar o desfecho para não estragar o prazer dos que ainda não leram o livro. E é assim mesmo, porque temos fraquezas, temos necessidades, mas somos humanos e também temos o poder de decidir pela corrupção ou não corrupção.
Não deveria nunca o mal vencer o bem. Fora com os crápulas, delinquentes, ladrões, … da política, do futebol, da rotina diária da vida que se leva.

Confesso também que ri ao ler sua reação quando você soube do seu resultado nas urnas. Afinal de contas a Vila Tanque, seu reduto, é rabo mesmo. Não fique bravo comigo por causa do riso, até porque as psicólogas já me ensinaram que quando se ri de alguém, de verdade mesmo, ri-se é de si próprio. É fato, pois depois da raiva, eu rio muito de meus fracassos.

Ó! Só sei que eu, certamente como outros seus tantos leitores, já estamos esperando o próximo livro. Quem sabe o A saga II, … e o Morro do Geo por si só já deve dar belas histórias. Parabéns de verdade e repito que você é um dos caras “fodas” que conheço. E olha que conheço e convivo com muita gente boa mesmo naquilo que faz.

Cláudio Gomes – Engenheiro – Monlevadense residente em Belo Horizonte

A vida passa pelo tempo e viajamos ao tempo para rever os conceitos do que praticamos ao ,longo desta vida

22 de junho de 2014

Era ainda muita cedo, antes mesmo de 4 da manhã. Perdi o sono talvez pela ansiedade porque não se faz 55 anos todos os dias. E ai fiz uma viagem ao tempo, dando um tempo ao meu tempo. Pensei em minha mãe, em meu pai. Pensei até na minha casa, onde nasci, lá no alto da Contorno,quase esquina com a Rua 10, na Vila Tanque. Fiz novo contorno no tempo e algumas histórias vieram à tona. Eu aqui, desde a minha primeira infância até a adolescência.

A vida passa e mesmo que depresa, é tão valiosa, tão única e tão soberana, e ainda assim Deus nos dá esta graça, concedendo-nos o livre arbítrio para que possamos fazer dela a nossa história. Fazer dela o nosso tempo. Para uma análise do que fizemos desta vida ao longo deste tempo. 55 anos e eu que pensava não chegar por aqui. Mas estou e cresce minha admiração pela vida, pela memória e pelo resgate dela. Assim crescemos novos e ficamos velhos, mas dentro de cada conceito. É radiante estar aqui, em físico e espírito. Com os amigos de outrora e os filhos maravilhosos. Com minha essência. Amém!

Como na foto abaixo, onde existe uma varanda para se assentar e pensar na vida, bela e mágica. Tudo é sublime como se vendo de uma janela o mundo lá fora. Somos seres mutantes, como aqui, na década de 90, comparando-se a hoje, quase vinte anos depois. A vida é uma benção e temos de fazê-la sempre como um milagre vindo do criador.

Varanda

Que leis são estas? não precisa explicar, eu só quero entender…

21 de junho de 2014

Na calçada (passeio) localizada na Avenida Wilson Alvarenga, em frente ao número 1674 (onde ficava a antiga “Padaria Engenagem”), ao lado do Posto Barrocar, é permitido estacionamento de veículos. mas, por essas aberrações cometidas por alguns guardas municipais, recebi uma Multa, datada de 14 de novembro de 2013, porque me encontrava estacionado com meu carro no local. E só tomei conhecimento da multa na semana passada, já que estava em dia com os impostos e meu documento não chegava. Paguei a multa (porque senão ficaria sem documento relativo ao ano vigente), no valor de R$ 127,69, e ainda perdi 5 pontos na CNH. Mas pretendo descobrir qual o incompetente foi o autor desta infração.

Terra sem lei e de “autoridades” incapacitadas para ocupar os cargos.

 

Abaixo a multa aplicada pela Guarda Municipal:

Placa: GQG-9192

Marca/Cor: FIATPALIO EDX-CINZA

Código: 545-21

Data: 14/11/2013

Hora: 14:00

Descrição: ESTACIONAR NO PASSEIO

Local: JOAO MONLEVADE

Incluída em:

AB05357602

Número Processamento:  5452019

Valor: R$ 127,69

 

Comunicado aos Leitores

20 de junho de 2014

Comunico aos leitores e amigos que, em razão de nosso Computador estar em manutenção, estamos um tanto dispersos do espaço, mas retornaremos com toda força a partir da próxima segunda-feira, se Deus quiser. Obrigado a todos pela compreensão.

Um abraço!

Teófilo X Railton. Ou vice-versa…

10 de junho de 2014

Desde algum tempo queria tocar neste assunto, mas estava ainda silencioso. Primeiramente, pelo fato de estar morando fora de meu grotão natal, João Monlevade. Segundo, pela amizade que tenho para com o Dr. Railton, uma pessoa que muito estimo. E, terceiro, porque talvez não tivesse nada a comentar sobre esse destempero entre o prefeito e o vice-prefeito do município. Mas mudei de idéia. E melhor mudar de que não tê-las.

Dessa forma, deixo o silêncio para apresentar meu ponto de vista e que sei, poderá não agradar ao meu amigo. Dr. Railton, como não é surpresa para ninguém, somente aceitou entrar como candidato a vice na chapa do PSDB, nas eleições de 2012, porque seria mais cômodo a ele do que tentar novamente ser cabeça em uma chapa majoritária, como o fez no pleito de 2008. E mais ainda porque não contaria com apoio do grupo liderado pelo ex-deputado Mauri Torres e pelo ex-prefeito Carlos Moreira. Eu, particularmente, fui contra ele ser candidato a vice, primeiro de Lucien Marques, e depois de Teófilo Torres. Poderia sim encarar a disputa. E, outro agravante, é o fato de o médico ter em seu currículo sua ligação com o PDT e sua oposição ao governo de Carlos Moreira no mandato de 2001 a 2004, quando ocupou uma cadeira na Casa Legislativa. Essas coisas costumam reacender e parece que este fio da navalha foi ativado na linha esquerdista do Dr. Railton. Tanto que, pelo sim e pelo não, transformou-se em opositor ao prefeito, mesmo sendo ele o sucessor natural de Teófilo na cadeira de chefe do Executivo. E hoje crítico do atual governo municipal. O que o vice-prefeito faz hoje é justamente o oposto que fez o ex-vice-prefeito, Wilson Bastieri, no governo passado. Naquela oportunidade, Bastieri preferiu deixar de lado o seu partido, o PT, para continuar aliado ao prefeito Gustavo Prandini. Hoje, após confirmar inclusive apoio à candidatura do ex-prefeito de São Gonçalo, Nozinho, pelo PDT, à Assembléia Legislativa, em detrimento à candidatura do irmão de Teófilo, Tito Torres, pelo PSDB, ele dá sua cartada final.

Nada contra esse sistema, mas apenas considero incoerente a posição do amigo Railton, mesmo porque quando a insatisfação chega ao extremo, melhor deixar o barco. Não como fez o PT na administração passada, em Monlevade, que mamou nas tetas durante três anos e somente no ano eleitoral abandonou o navio. Assim fica fácil. Portanto, sem querer aqui bancar de Antônio Conselheiro – porque se fosse mesmo bom todos o fariam uma mercadoria – caso a posição seja mesmo de oposição, seria mais coerente largar o cargo, tirar conta e seguir seu rumo em outra ideologia. O que não se pode é continuar fazendo de conta que está, quando na verdade não se está.

Barco

Talvez fosse mais brasileiro! Dedico ao Escrete de 1982 e ao Mestre Telê Santana.

10 de junho de 2014

Telê

Não sei ao certo, mas talvez fosse mais brasileiro. Pelo menos até aquela Copa do Mundo de Futebol, no ano de 1982. Estava eu com meus 23 anos e o Brasil vivia ainda o regime militar e cujo presidente era João Baptista Figueiredo, eleito pelo voto indireto. O mineiro Aureliano Chaves era o vice-presidente.  Mas o país caminhava pelo retorno da democracia, após o período ditatorial imposto pelos militares e tinha se iniciado o processo da anistia para os exilados políticos. E a campanha pelas “Diretas Já” começaria a ganhar as ruas.

Pois bem, mas estávamos no ano da Copa da Espanha e cuja seleção favorita era o Brasil, formada por grandes craques, entre os auaís Zico, Cerezzo e Falcão. Bem, mas o time completo lembro-me até hoje, como se decora uma letra de uma música antiga. Tirando as seleções de 70 e 82, não saberia dizer de cor hoje a escalação de nenhuma outra seleção brasileira, muito menos a do mundial de 2010. A de 82 tinha Waldir Perez, Leandro, Oscar, Luizinho e Júnior. Toninho Cerezzo, Falcão e Zico. Sócrates, Serginho Chulapa e Éder Aleixo. E reservas como Batista, Paulo Isidoro e tantos outros. No comando técnico, o gênio, saudoso mineiro Telê Santana, das bandas de Itabirito. Talvez ele tenha cometido dois erros: não levar o goleiro Raul e o atacante Reinaldo. E uma contusão à véspera do Mundial tiraria da disputa o grande centro avante Careca, o que provocou a titularidade de Serginho.

Mas eu era sim, mais brasileiro. E como todo povo deste país, naquele ano, havia um amor especial pela seleção de Telê Santana. De vibração mesmo, como foi na estréia, quando fizemos 2 a 1 na Rússia, de virada, após um frango do goleiro Waldir Perez. Éder marcou o gol da vitória, aliás, um golaço. Depois, 4 a 1 na Escócia e 4 a 0 na Nova Zelândia. As outras fases eram em triangular e o Brasil teve como adversários a Argentina e a Itália, de Paulo Rossi, que viria a ser o nosso carrasco. Primeiro jogo da 2ª Fase e fizemos 3 a 1 na Argentina de Maradona. Jogamos muito e os gols foram marcados por Zico, Serginho e Júnior. E era chegado o “Dia D”, quando pegaríamos a Itália, no inesquecível estádio do Sarriá. O empate nos bastava naquele dia 5 de julho.

Morava em Belo Horizonte e fui assistir ao jogo na casa de umas amigas, ali no Bairro Floresta. Dinéia, Mara e Fia, entre outros colegas. Tudo parecia conspirar a nosso favor, entre as cervejas, vodka e boa música, saboreados antes do pontapé inicial. Mas fui justamente o oposto tão logo o juiz apitou pelo início da partida. 5 minutos e eles fazem um a zero. Logo ele, Paulo Rossi, que acabara de deixar a prisão por participar de um esquema criminoso na combinação de resultados pelo Campeonato Italiano. E aquele dia parecia ter asas no par de chuteiras. Empate com gol do grande e saudoso Dr. Sócrates, e minutos depois mais um de Paulo Rossi. Até que, aos 22 do segundo tempo, um golaço de Falcão após um corta luz sensacional de Cerezzo. Parecia que a fatura estaria liquidada, mas o carrasco fez mais um, sete minutos depois. 3 a 2 para a Azurra. E o Dino Zoff ainda faria uma defesa espetacular aos 44 minutos, após uma falta cobrada por Éder e uma cabeçada do zagueiro Oscar. O goleiro da esquadra italiana pegou a bola em cima da linha de gol. Era o final de uma seleção tão brilhante e talvez uma das maiores tragédias ocorridas em um mundial de futebol, onde o grande favorito saia da competição.

Eu e todos os milhões de brasileiros atônitos. Sem ação, exauridos, abatidos. Lembro-me de ter saído do apartamento das amigas sem rumo, com uma garrafa de vodka nas mãos. Não queria estar ali. Era como se tivesse perdido o amor da minha vida naquele início de noite. “Estava mais angustiado do que um goleiro na hora do gol”, como escrevera Belchior. Parecia pesadelo e acabado o sonho de ser tetra. Foram dias, talvez meses, de fossa. Até mais do que quando o glorioso Clube Atlético Mineiro perdeu as finas dos brasileiros de 1977 e 1980, para São Paulo e Flamengo, respectivamente. O chão de terra firme parecia ter se transformado em areia. Outros mundiais vieram, como este que começa esta semana, mas nenhum como aquele de 1982. Mesmo vencendo em 94 e 2002, meu tesão pela “Canarinho” se foi, acabou. Não há mais glamour e nem aquele belo futebol, ofensivo, de técnica.

O que ficou, eu guardo, e o Mestre Telê Santana nos deixou um grande legado, de que futebol tem de se jogar com arte. Tentaram lhe marcar como um técnico perdedor, mas ele provou o contrário e tão logo assumiu o São Paulo, teve sua tese defendida com resultados, tornando-se campeão Brasileiro, da Libertadores e duas vezes campeão do Mundo com o tricolor paulista. A ele e aos craques de 1982, minha terna gratidão.

Seleção de 82Em pé, da esquerda para a direita: Waldir Perez, Leandro, Oscar, Falcão, Luizinho e Júnior. Agachados, na mesma ordem: Massagista Nocaute Jack, Sócrates, Cerezzo, Serginho, Zico e Éder

Guilherme Nasser recebe título de Colaborador Benemérito da Polícia Militar

10 de junho de 2014

O presidente da Câmara de João Monlevade, Guilherme Nasser (PSDB), recebeu na tarde de ontem, dia 9, o título de Colaborador Benemérito da Polícia Militar. A honraria foi entregue na solenidade de comemoração do 239º aniversário da Polícia Militar de Minas Gerais, que ocorreu no auditório da  Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de João Monlevade.

Para Guilherme, ser homenageado com esta honraria demonstra a importância de sempre o Poder Legislativo trabalhar em parceria com instituições que visam o bem comum, como a Polícia Militar. “Sinto-me honrado em ser lembrado desta forma. Como vereador, sempre tenho um diálogo franco e respeitoso com a Polícia Militar. Acredito no trabalho da corporação e sei da seriedade com que os militares encaram seu importante serviço”, disse. Guilherme ainda destacou que a Câmara Municipal está à disposição para auxiliar no que for possível. “Como representantes eleitos pelo povo, somos demandados em diversos assuntos, e um deles é a segurança pública. Por isso, sempre que solicitamos um encontro com a Polícia Militar, somos atendidos. Acredito nesta relação de parceria, já que as duas instituições trabalham para servir da melhor maneira possível a comunidade. A Câmara de Monlevade está sempre à disposição da PM para ajudar no que for possível”, declarou.

PM

O presidente da Câmara, Guilherme Nasser, recebe o título das mãos do comandante da Polícia Militar (ACOM/CMJM)