A Missão continua porque a história não pode parar

Eu tenho mais uma missão: escrever meu próximo Livro. E será sobre casos ocorridos durante minha vida pessoal e profissional, Sobre as histórias vividas no cotidiano, pelos bares da vida onde sempre fui e continuo sendo um frequentador; pelos ocorridos nas ruas e praças; nos estádios de futebol que frequentei; nas redações dos jornais por onde passei e nos estúdios de rádio. Felizmente, o meu verdadeiro primeiro projeto literário – pois não incluo aí os dois livros de poesia que editei entre os anos de 1983 e 1984 -, “A Saga: Memórias de um Jornalista do Interior”, diria que até superou as minhas expectativas. Não no sentido de ter agradado aos leitores, porque disto eu tinha certa convicção, mas porque a crítica sobre ele foi muito positiva. E, obviamente, não agradou a todos. Seria desproporcional eu pensasse assim e mesmo porque “toda unanimidade é mesmo burra”. No geral, só tenho a agradecer. Tanto que, dos 2 mil exemplares que foram editados, restam menos 200 a serem vendidos. E isto, em se tratando de uma obra independente, é uma grande vitória.

Mas, falando de um segundo projeto, ele tem uma proposta parecida com o primeiro, já que será um documentário tentando relatar fatos reais e contendo personagens nada fictícios, só que em forma de crônicas, envolvendo situações que vivi como personagem da história e também entre causos pitorescos, e que não participei, mas sei de “ouvir falar”, envolvendo personalidades históricas de João Monlevade, como dos saudosos João de Oliveira Freitas (João Peixe), Nilton de Souza (Tim Mirim), Gabriel Araújo, Padre Hidelbrando de Freitas, (Padre Juca) e tantas outras pessoas, como também de Lavras Novas, onde resido atualmente e onde já extraí vários causos. Portanto, a mim cabe esta nova missão. A fase de Laboratório já foi iniciada e agora é preparar a cabeça e que Deus nos dê saúde pra colocar o sonho no papel, ou melhor, na tela do Computador.

E, uma das razões que me fez tomar esta decisão foram os diversos comentários que recebi de pessoas que leram meu Livro, entre amigos, apenas conhecidos e mesmo pessoas que não têm qualquer relação mais próxima comigo, e resolveram tecer suas críticas à minha obra literária. Através de meu Blog ou pela rede social do Facebook. E um dos comentários, recebido no último dia 23 de julho, veio de um antigo morador do Bairro Vila tanque, ali da Rua 19, e que há anos reside em Belo Horizonte, Sr. Marcos Tolêdo. E, assim, como outros, foi como um empurrão nos dizendo que a história tem de continuar. Aqui, o texto de Seu Marcos, que muito me emocionou:

“Sou aquele forasteiro que tendo passado por João Monlevade, trouxe dentro da mala muita saudade. Saí de Monlevade, mas Monlevade não saiu de mim.

Boa terra. Hospitaleira e de gente trabalhadora. Gente corajosa que enfrenta desafios e não foge do perigo. Uma destas pessoas é você. Lutador, corajoso, que nunca foge da responsabilidade e do compromisso. Assim é que em seu livro, “A SAGA”, com muita coragem, você traz à tona vários acontecimentos políticos e também outros, que tenho certeza balançou a cabeça de muitos Monlevadenses. Digo isto, pois por uma grande sorte fui presenteado com este seu grande livro “A SAGA”, o qual me foi presenteado pelo nosso grande amigo GELU, do Seu Lelé. 

Li com muita atenção e algumas passagens; já li pela 2ª vez.

Portanto, parabéns. Continue a escrever. Jornalista não pode parar de escrever. Palavra é a arte e a arma de todo jornalista.

 Parabéns e um grande abraço”.

Marcos Tolêdo – Belo Horizonte

 

 

 

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