Archive for janeiro \28\UTC 2015

Coisa sem eira e nem beira…

28 de janeiro de 2015

Placa

O que é isto mesmo aí em cima? Incompetência do Settran, ou burrice mesmo, obviamente.

Como pode se fechar uma via pública, no caso a Avenida Castelo Branco, no Bairro República, de 18 às 21 horas, diariamente, ou seja, de segunda a segunda, para trânsito de veículos, tornando-a exclusiva para caminhadas? E o clube que fica ao final da avenida, onde são realizadas festas praticamente em todos os finais de semana? E quem mora ali terá de se identificar aqora para colocar os veículos nas garagens. E quem for visitar alguma pessoa que reside na região, terá de deixar os carros metros abaixo? Isto é coisa de gente sem cabeça pra pensar.

Foto: Marcelo Melo.

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Monlevade, terra de ninguém!

28 de janeiro de 2015

Faixa amarela

Cidade sem Lei! Membros de uma Igreja Evangélica pintam a faixa do meio-fio, em frente à sede, em amarelo, como faixa “exclusiva” para estacionamento do carro do pastor. Brincadeira! Já pensou se a moda pega, ou seja, toda pessoa que tiver um veículo vai poder pintar a faixa do meio-fio, em frente à sua casa, de amarelo, como local exclusivo para estacionar. Monlevade, onde anda mesmo este Settran? Terra de ninguém.

O “Morro do Geo” apresenta o trabalho fotográfico do “Mestre Diló”

22 de janeiro de 2015

A Praça do Cinema

Praça do Cinema

 

Modéstia às favas, desde que se instalou em João Monlevade, em fevereiro de 2001, até dezembro de 2012, quando encerramos a atividade no jornal “Morro do Geo”, foi órgão de imprensa de João Monlevade que mais mostrou os trabalhos fotográficos dos três profissionais contratados pela Cia. Siderúrgica Belgo-Mineira, através de seu diretor, engenheiro Louis Ensch, desde que a Usina se instalou no município, em agosto de 1935. Foram eles: Coutinho, Assunpção e o Sr. Ilídio Benevenuto Costa, popular “Diló”. Principalmente deste terceiro, que nos deixou no dia de ontem. Durante os quase 12 anos de circulação do “Morro do Geo”, deixamos grande parte de seu trabalho registrado nas páginas do nosso periódico, em fotos que conseguimos através de amigos de João Monlevade, que tinham fotografias antigas da cidade guardadas em seus arquivos, desde times de futebol, bailes carnavalescos, carnaval de rua, eventos religiosos, festas nos clubes etc. E hoje tudo registrado em nosso Site, que guarda a história de João Monlevade.

Para relembrar um pouco do Mestre Diló, algumas fotografias do grande profissional, que deixa-o imortalizado pela obra construída:

Arquivo: “Morro do Geo”. (www.morrodogeo.com.br)

BARBEA~1

Barbearia do Batista Bramante, o nde aparecem alguns profissionais da época

antigo 9 Picina do social clube

Social Clube, o primeiro clube fundado pela Belgo-Mineira, em 1945

A praça er as Jardineiras

A linda Praça Ayres Quaresma (Praça do Cinema) com suas jardineiras

Antiga Rodoviária Beira Rio

Terminal Rodoviário na Rua Beira-Rio

Bar Para Todos (Praça do Cinema)

Popular “Bar para Todos, que ficava ao lado do Foto Diló e da extinta agência do INPS

Escadão que dava acesso a cidade alta 1938

O Viaduto com suas escadarias que levavam os operários e seus familiares às casas construídas atrás da Usina

Praça

A majestosa e saudosa Praça do Mercado, onde os burros do Geo puxavam as carroças com as compras dos operários da Belgo-Mineira

Para Reflexão!

22 de janeiro de 2015

GEDSC DIGITAL CAMERA

Clique na Imagem:

 

Estão vendo esta foto? Fiz mesta terça-feira, anteontem, quando vinha da Chapada para Lavras Novas, em Ouro Preto. Estes traços nas montanhas são alguns dos prejuízos que os trilheiros de motos provocam no solo, já que muitos deles, infelizmente, ainda não têm consciência ecológica. É preciso um pouco de cultura para que possamos preservar as belezas de Lavras Novas.

Morre o homem, fica a sua obra! Obrigado, Mestre Diló!

21 de janeiro de 2015

Mestre Diló

Aqui, quando foi homenageado pela Acimon, em João Monlevade

 

Faleceu no início da madrugada de hoje, aos 94 anos de idade, o Senhor Ilídio Benevenuto Costa, o popular Diló (foto acima), “Mestre da Fotografia”. O velório será no Parque Renascer, a partir de 9:30 e a cerimônia de cremação às 17:30 de hoje, 21 de janeiro.

Bom, mas falar do Mestre Diló seria preciso muitas páginas. E ele se torna imortal pela grandiosa obra deixada nos arquivos. No entanto, irei descrever aqui, em parte, o texto que fiz sobre ele, no Editorial de abertura de meu Site sobre a história de João Monlevade (www.morrodogeo.com.br), lançado em maio de 2011, no Hotel do Cassino.

“…A nossa história parece pequena, mas é de um tamanho incalculável. Pelo fato de João Monlevade ser uma cidade atípica, meio que colonizada pelos habitantes do Velho Continente, que aqui chegaram para nos ensinar a transformar o minério de ferro, em aço. De transformar o Arraial de São Miguel em uma Vila Operária, entre as montanhas e o rio Piracicaba. E da Vila, a história dos nossos bravos homens que ajudaram a construir a Usina e a cidade. E, entre tantos casos e ações, o ideal do homem chamado Louis Ensch foi fundamental para que hoje a nossa história fosse contada. Graças à sua vivência e sabedoria, já naquela época, nos anos 1930, o saudoso engenheiro vindo das terras de Luxemburgo, desejou que toda a obra, desde o lançamento da pedra fundamental para instalação da Usina da Cia. Siderúrgica Belgo-Mineira, fosse contada através de fotografias. Pois só assim a nossa história seria preservada, pelas imagens de um cenário maravilhoso. Até acredito que o Dr. Ensch – como era chamado carinhosamente pelos seus funcionários – previa que um dia todo esse acervo fotográfico fosse motivo de orgulho e aprendizado aos descendentes dos primeiros operários que aqui chegaram na década de 40 para erguer a Vila Operária.

E três homens foram os privilegiados em relatar toda a história de Monlevade, em preto e branco, dando prosseguimento à caminhada iniciada pelo francês Nicéphore Niépce, que em 1825 produziu a primeira imagem fotográfica no mundo. E foram eles Assumpção, Coutinho e Diló. Durante praticamente cinco décadas eles foram os artistas atrás das velhas câmeras e deram um show de imagens. Quanto aos dois primeiros, pouco se sabe de suas origens e não há relatos sobre eles. Mas quanto ao senhor nascido na cidade de Nova Era, popularmente conhecido como “Diló”, e a quem eu chamo “Mestre Diló”, as suas origens e histórias também estão em João Monlevade. E foi ele o profissional que mais fotografou a cidade, depois de deixar o seu memorial fotográfico em sua terra natal, onde também há um acervo fantástico. Contratado pela Belgo-Mineira, muitas vezes ele vinha de bicicleta de Nova Era a Monlevade para trabalhar. Ainda moço começou no seu ofício. E a herança fotográfica que deixou sobre a nossa cidade é o que nos permite hoje apresentar este trabalho de resgate de nossa história, iniciada com o “Morro do Geo”, há 10 anos.

Mas falar do “Mestre Diló” é mais complexo. Podemos compará-lo, sem nenhum receio, ao fotógrafo Sebastião Salgado, um dos profissionais mais respeitados no mundo. Pela sua genialidade e sensibilidade. Pela sua arte de fazer o feio ficar bonito. De dar a mesma tonalidade e o mesmo contraste em imagens tão distintas; do aço à Igreja, da procissão ao futebol, do rolo de arame aos bailes carnavalescos, de operários na Usina às belas moças passeando na Praça do Cinema. Portanto, dedico este Site ao Mestre, ao senhor Diló, o responsável por imagens tão maravilhosas e cenas marcantes, capazes de emocionar ao mais cético monlevadense. O homem que deixou marcada a nossa história através das câmeras, das películas em preto e branco que, mesmo sendo apenas alguns retratos nas paredes, serão eternas e que já fazem deste cidadão um imortal pelas obras produzidas. Obrigado, “Mestre Diló”!

Diló

No ano de 1999 tive o prazer de visitar o Mestre Diló, em Belo Horizonte, no apartamento do filho Wagner Costa e da nora Maria das Graças (Zinha). Fomos ver algumas fotografias para uma Exposição que realizamos em Monlevade, com algumas de suas fotografias. Na época, atuava como assessor de Comunicação da Câmara Municipal, e organizei o evento, e estava em companhia do presidente da Casa, vereador Djalma Bastos, e do motorista José Luiz. Logo depois criei o jornal “Morr do Geo”, que durante 11 anos mostrou várias das fotografias feitas pelo Mestre Diló, e cujos arquivos consegui colher com velhos amigos de João Monlevade.

Vá com deus, Diló!

 

Orações para o amigo “Dilcin”

16 de janeiro de 2015

Dilcin

Vamos fazer orações para o nosso conterrâneo e amigo Dilcin. Ele sofreu um infarto no último domingo e encontra-se internado em um hospital, em Belo Horizonte. Segundo informações, seu quadro é estável. Vamos rezar para que ele se recupere rápido.

Na fotografia, de 2003, quando nosso amigo Dilcin lia o jornal “Morro do Geo”, na Banca da Praça Sete

Foto: Marcelo Melo.

Meu agradecimento!

7 de janeiro de 2015

Quero aqui agradecer ao amigo Nácer, produtor artístico e que reside em Belo Horizonte, mas que duas vezes por ano passa uma temporada em Lavras Novas, precisamente na Pousada “Serra do Luar”, hoje administrada pela família do saudoso idealizador da obra, Seu Domingos. Após visitar a nossa Exposição de Fotografias mostrando não apenas o belo cenário do Distrito ouropretano, mas os personagens, as histórias, as tradições, a religiosidade e um pouco da culinária, ele escreveu um artigo, bem poético, falando um pouco do que viu, através de sua impressão.

Aproveito para agradecer ao Nácer, pelas palavras, cujo texto segu na postagem abaixo.

O que vi na Exposição do jornalista

7 de janeiro de 2015

“O jornalista abre os olhos, mente, coração e intuição… E é capturado, antes de capturar…

Imagens, momentos, adiantes, seguintes, é o que busca e traz Marcelo Melo a Lavras Novas, tratada e retratada, nesta Exposição, no que tem de melhor: sua simplicidade.

Naturalmente como havia de ser, como forma de estar.

História, poesia, lendas, sorrisos, passeios, pássaros, segredos e rituais, damas, cavalheiros e reis… Desfilam encantados e nus encantando…

Em céus chãos montanhas, janelas… Bailados da vida que pulsam na Serra entre as estrelas”…

 

Nácer – Produtor Artístico – De Belo Horizonte e Lavras Novas.

05/01/2015

Lavras Novas é lugar de sossego!

6 de janeiro de 2015

Primeiramente, um Feliz 2015 a todos os nossos amigos e leitores! E que todos tenham muita saúde e paz.

E terei de iniciar minha primeira postagem neste novo ano demonstrando minha indignação com relação a alguns turistas que frequentam Lavras Novas, cujo objetivo é provocar desordem e assustar os nativos e outros turistas. Fica aqui o meu voto de repúdio a estes maus turistas, que muito nos irritam.

Um absurdo que algunes deles – uma minoria, posso afirmar – venham a Lavras Novas apenas para promover baderna, como por exemplo usar o som automotivo sem qualquer critério e provocar a maior poluição sonora. Desrespeito à comunidade que mora no Distrito e também a outros turistas, que sobem para estas montanhas em busca de sossego e paz. E onde anda a Polícia para conter esta agressão contra o Distrito? E também é preciso que a Mesa Administrativa, como a comunidade no geral, coloque um fim a esta bagunça, principalmente nos prolongados feriados, como ocorreu na passagem do ano. A hora é agora!

As Vacas

Como nesta minha fotografia, na harmonia entre pessoas e animais, aqui em Lavras Novas é lugar de sossego