Um time medíocre e um técnico convencional

De técnico de futebol e de louco, todos nós, brasileiros, temos um pouco, já dizia o Mestre Kafunga. Agora, ontem, o técnico do Atlético, Levir Culpi, diante o jogo contra o Atlas, pisou na bola. Deixou Guilherme no banco e Dátolo não jogou nada. E, ao colocá-lo em campo, sacou logo Lucas Pratto, deixando aquele Carlos, que chuta para onde o nariz aponta. Atacante instável e só faz gol quando está ele e a rede. Aliás, juntando-se à atuação convencional e sem plasticidade do nosso técnico, o feio futebol jogado pelo Galo. Simplesmente medíocre e tomara que caia já contra o Colo-Colo – a quem precisa vencer por dois gols de diferença para ir às oitavas de finais -, para não dar mais vexame à frente.

E não venham alguns imbecis dizerem que não sou atleticano. Sou, sim, racional. Mas com este elenco, que depende de um lateral – no caso o Marcos Rocha – para sobreviver, tem mais que se ferrar.

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