A Saga de um Jornalista de Plantão!

Bom dia!

Nesta manhã domingueira, dia de votar no prefeito e no vereador, muito que refletir. Sinceramente, mesmo com meus 32 anos de experiência no jornalismo, foi uma campanha desgastante; para meu cérebro, para meus dedos e mãos, aqui, de frente para o meu Computador. Pensando, escrevendo, debatendo nas ruas ou no bares, e muita conversa para pouco diálogo. De coração, desculpe às pessoas que sentiram-se ofendidas com minhas palavras e letras. Desculpem os que faziam partedo meu elo de amizades e que agora tornaram-se desafetos. Obviamente, neste início de votação (comecei a escrever este texto às 8:50 hs.), apenas estou colhendo o que plantei. Não posso culpar ninguém de ter ficado com raiva de mim. Mesmo porque, também ficaria em certas situações. No entanto, mesmo que não sejam aceitas, minhas sinceras desculpas!

É isto aí, porque ser Melo, misturado aos Batista de Oliveira, sobrenomes que muito me orgulham, são uma mistura de DNA´s que vieram de Rio Piracicaba, terra dos Jequizeiros, e de Cordisburgo, terra-natal do grande Guimarães Rosa, onde nasceram meu pai Sebastião de Melo e minha mãe Geralda Batista de Oliveira, respetivamente. E como disse o meu amigo piracicabense, grande cara, o “Maninho Camarão”, em mensagem que mandou-me na noite desta sexta-feira, aqui pelo Facebook, dizia o seu tio, o saudoso Padre Joaquim: – “É preferível cutucar uma caixa de ferozes morimbondos do que mexer com algum dos Melos”. Pode não ser tanto assim, mas faz parte da marca deste sobrenome.

No mais, é hora de ir. Bem ou mal, não consigo omitir minha opinião. Não faz parte de meu papel nesta vida ficar calado diante dos fatos. A polêmica faz parte do meu cotidiano. Não apenas pela profissão que exerço, mas pelo sangue que corre em minhas veias. Sou um jornalista sempre de Plantão!  Poderia ser brando, mais terno, sei lá! E juro que gostaria de ser menos ofensivo, discutir menos, ouvir mais, ter a sabedoria e a frieza dos orientais, dos monges. Mas quem sabe, um dia, a gente aprende! De qualquer forma, todos somos diferentes.

Para encerrar, quero agradecer primeiro a Deus, pela saúde e disposição, pelo dom que me deu. Ele quem me julgará e a Ele eu devo toda a satisfação do mundo. Depois, quero agradecer à minha esposa Carla Santos e aos meus filhos Ícaro Melo e Arthur Melo, que sempre me deram apoio e a quem eu amo de paixão. À minha família, aos meus irmãos e aos meus amigos, que sempre estiveram do meu lado. Aqui se encerra mais uma fase política e que a próxima, daqui a 4 anos, não seja tão desgastante como esta! Amém!

Terminado às 9:10 hs.

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