Eu digo: Amém!

O Jornalismo é uma profissão que exige muito. E, quem tiver medo de enfrentar esta labuta, melhor desistir já no início. Eu, como formador de opinião, entre acertos e erros – mesmo porque “Jornalista não é Deus”, como alguns profissionais da área se consideram -, nunca omiti minha opinião. Felizmente, durante estes 32 anos de estrada, a serem completados no próximo dia 4 de novembro, fiz muito mais amigos do que desafetos. E goste de mim quem quiser, porque nunca fui hipócrita ou demagogo, ou seja, publicando um artigo apenas para agradar. Sempre tive minha opinião e nunca deixei de defender os meus ideais, mesmo que para isto tenha provocado algumas caras feias e até mesmo ameaças. Aliás, sofrer ameaçadas ou levar processos faz parte da profissão; são os ossos do ofício. Nada demais nestas histórias.

Mas, como são os tombos que nos fazem levantar mais fortes, ainda mais quando se tem fé no Criador, a vida segue e nada que nos faça desanimar. Como me disse um amigo no dia de ontem pela rede social, “Parar, Jamais”! Há mais mistérios entre minha mente e as palavras que saem na tela de meu Computador, que sua vã consciência possa imaginar! Não sou o dono da verdade, mas jamais me calo quando defendo aquilo em que acredito. O episódio desta segunda-feira, sobre o canil, foi um caso à parte. Fiz uma denúncia sobre um fato e apresentei minha “mea-culpa” por não ter ouvido os dois lados envolvidos. Já me desculpei. E para quem não quis aceitar minhas desculpas, que guarde sua mágoa e passar bem! Mas, em nenhum momento teci críticas à entidade protetora dos animais, muito pelo contrário. Trata-se de um trabalho voluntário e, assim como tantos outros, digno e gratificante. E as pessoas que integram este tipo de movimento merecem todos nossos aplausos e apoio, porque é uma tarefa árdua. Aliás, infelizmente, os poderes públicos constituídos pouco investimento (ou nenhum) fazem em prol destas instituições, que mereciam mais atenção por parte dos governantes. Assim como outras organizações, como por exemplo os voluntários que trabalham para manter creches em funcionamento, dando seu suor para que as mães possam trabalhar e saber que seus filhos, suas crianças, estão bem protegidas e cuidadas. Mas aqui se chama Brasil!

No entanto, voltando a falar de minha profissão, eu, particularmente, tenho muito orgulho dela. Já fui “foca” (iniciante) até chegar aos grandes furos e nas publicações de boas reportagens. Ser repórter sempre foi minha cachaça. E nunca fugi da raia, fosse nas coberturas policiais ou políticas. Minha vida profissional se resume no jornalismo, entre emissoras de rádio, jornais e revistas, como também pela Internet, entre meu Blog e nas redes sociais. O que escrevo, sempre assino! Sem contar o resgate de nossa história, através do “Morro do Geo”. E, quem sabe, muito próximo ele estará de volta a João Monlevade! Assim eu levo a minha vida, do jeito que ela me levar. “Sem dinheiro no banco”, como diria Belchior, mas cheio de vontade de viver e continuar sendo o que sempre fui, como pessoa e como profissional. Irreverente, polêmico, mas foda-se se isto incomoda alguns e algumas. Ser eu, sem máscara e sem hipocrisia. No mais, aos invejosos de plantão deixo a célebre frase: “Os cães ladram e a Caravana passa”!

Deixei plantada minha árvore, escrevi livros e graças a Deus, tenho dois filhos maravilhosos. Bençãos que são derramadas. E eu digo: Amém!

 

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