A um idealista de meia pataca!

Para um aprendiz de jornalismo, covarde por excelência, vai meu recado: como não citou meu nome em seu artigo sujo e com cheiro de vingança pela derrota que sua chapa de “idealistas de meia pataca” sofreu nas urnas, sinto-me no direito também de omitir o seu. Se há uma coisa que jamais acometeu meu caráter, foi ser covarde. E não vomite merda sem conhecimento de causa. Sobre o que escreveu, acusando-me de não ter publicado uma denúncia contra o seu candidato, não o fiz porque não tinha os documentos em mãos, pois do contrário, estaria na rede.  Mas antecipei a denúncia, que foi comprovada. Mérito de um bom repórter, coisa que você nunca foi. E você só tomou as dores não por ideal, mas apenas porque acabou perdendo sua “boquinha, já que era cotado para assumir a Assessora de Comunicação no governo caso a chapa PDT/PT saísse vitoriosa nas urnas.  E mais: nunca fui amigo de “cozinha” do Dr. Railton Franklin. Tínhamos sim um ótimo relacionamento, mas não “de cozinha”, como afirmou. Não fale sem conhecimento de causa. Covarde deve ser a sua causa, em busca de um lugar ao sol. E perdeu “companheiro”. Mas em uma coisa você acertou em seu artigo: faltou debate de ideias. E sobrou agressão dos dois lados. Como você mesmo, que atacou as pessoas que não votariam na chapa Railton e Laércio, chamando-os de “doidos, irresponsáveis e sem bom senso”. Há duas versões, “companheiro”. Sua prepotência o derrubou e não pense que, por eu hoje residir fora de Monlevade, estou afastado. Engana- se redondamente. E ameaça alguma me mete medo. Falou em coragem? Muito bem, nunca joguei-a fora. E junto a ela, fé no Criador.

No mais, quando pretender me agredir verbalmente, cresça primeiro. Você ainda terá história no jornalismo local. Quem sabe! Assim como sempre teve inveja do que a nossa geração fez por Monlevade nos anos 1970 e 1980, na área cultural, através do teatro, da música e outras intervenções. E você era um fã de carteirinha de nossa geração e leitor assíduo de meus artigos e quando encontrava-me, sempre dizia: – “Pôxa, tenho inveja do que você, Magela, faziam neste setor. Vocês deixaram uma história bacana. Revolucionária. Pena não ter vivido este tempo”. E mais uma coisa: quando você foi exonerado do cargo de Assessor de Comunicação do governo do então prefeito Gustavo Pradini, ainda no 1° ano de seu mandato, por perseguição, eu comprei a briga por você. Mas você, além se covarde, é ingrato.

Pois é, “companheiro”! Fizemos nossa parte e nem por isto me julgo o dono da verdade. Só não derrame sua raiva canina sobre mim para aliviar sua derrota. Não será você que fará qualquer julgamento. Meus 32 anos de estrada não me tornaram perfeito profissionalmente, porque somos eternos aprendizes. Mas tenho um legado e credibilidade. Fiz história e ainda faço como formador de opinião. Sempre fui repórter de campo, sempre busquei as notícias na fonte. Ao contrário de você, repórter de gabinete. Acomodado. Que vive de releases. Nunca viveu a Faculdade da rua, “companheiro”. Almofadinha…

Agora, para os que não gostam do Marcelo Melo, pessoa física, foda-se para eles, e foda-se para você! E querendo me encontrar, estou às ordens. Mudei de cidade, mas sempre estou em Monlevade, como estarei neste final de semana, onde escrevo para dois jornais e tenho meu Blog local.

No mais, saudações alvinegras!

 

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