Nossa história foi mais bonita do que a de Robinson Crusoé!

Hoje meio amanheci de banzo, com saudade de minha infância/adolescência, vivida em minha terra-natal. Das peladas no “Campin Pereira”, dos torneios no Social Clube, das missas e paqueras infantis no Palanque da Vila Tanque, Do guarda-pó verde que usávamos nas aulas práticas no Polivalente e das brincadeiras no quintal da casa de Seu Armindo, virando o quarteirão entre a 25 e a Contorno. Dos piques de esconder, dos jogos de queimada, de apagar os relógios das casas e bater o portão, e depois sair correndo. De jogar bombinha na casa do saudoso “Chico Preto” e sair gritando “Chico Preto, pega ladrão”!

Saudade de jogar bolinha de gude, soltar papagaio na manivela, jogar finca, passa-anel e ganhar um beijo da menina por quem estávamos apaixonados. Das calças curtas e das merendas que levávamos para o Eugênia Scharlé durante o Grupo Escolar. De andar de bicicleta e de carrinhos de rolimã, descendo em disparada pela Avenida Aeroporto. De tirar dinheiro de nossos pais e ir comer coxinha e beber guaraná no Bar Alvorada. De ficar espiando os jogadores de sinuca no Bar do Alonso e jogar bola debaixo da chuva.

Saudade do tempo que não volta, mas que fez parte de nossa bela história, mais bonita que a história de Robinson Crusoé!

Saudoso “Bar do Alonso”, ali na Vila Tanque

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