Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Lavras Novas: Sucesso o Festival da Gastronomia das Doninhas!

17 de outubro de 2017

Há 4 anos e 3 meses saí de Monlevade, vindo parar nesta maravilhosa e mágica Lavras Novas, distrito de Ouro Preto. Não por acaso, porque Deus mostrou-me o caminho. E aqui minha veia cultural brotou mais forte e desde 2014 realizamos eventos no lugar, priorizando sempre a Gastronomia e valorizando as pessoas da Comunidade. Amo minha João Monlevade, e posso retornar a ela sem muita demora e a tiracolo com o nosso projeto, o “Morro do Geo”. Mas aqui em lavras Novas minha história se viu valorizada e consegui reunir o útil ao agradável, fazendo o que gosto em um lugar de um potencial turístico invejoso. Não ganhei dinheiro, mas está dando para sobreviver. E, mesmo que a solidão aperte algumas vezes, estou feliz. Um povo simples, porém culto, e sábio. Como em todo o lugar, há seus problemas, mas aqui se respira um ar mais suave, onde a união sempre fez a força.

Pois bem, mas realizamos mais um evento culinário neste final de semana, a II Edição do “Festival da Gastronomia das Doninhas de Lavras Novas”, que foi um sucesso. Graças ao criador e à Comunidade. Abaixo, algumas fotos, feitas por mim e pela minha esposa, Carla Santos.

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1 milhão de Visualizações

15 de setembro de 2017

Criado em novembro do ano de 2008, o nosso Blog alcançou esta semana mais de 1 milhão de visualizações. Mesmo tendo me mudado de João Monlevade em 2013, continuamos postando informações sobre a nossa cidade.

Quero aqui agradecer a vocês leitores e em especial àqueles sempre fiéis. Continuamos daqui de Lavras Novas ou de qualquer canto deste Brazilis, até que Deus nos dê saúde, informando e dando a nossa opinião.

Aqui se foi um grande Amigo! “Louiz do Cavaco”

15 de setembro de 2017

Hoje deu saudade deste velho amigo. Do único Louiz que conheci. Do Louiz Bonifácio de Oliveira, o “Luiz do Cavaco”, que na foto abaixo aparece com a nossa diretora do Polivalente, Thaís Silva e da bibliotecária Lídia Helena, recebendo um livro. Ali vários colegas da Escola Polivalente de João Monlevade, que festejavam o término de uma gincana estudantil e da qual saiu vencedora a “Equipe Pantera”. Outras duas equipes que participaram foram a “Patota” e a “Equipe do Barulho”. Foi o único momento que fiquei de fora durante os 3 anos que estudei naquele mágico estabelecimento de ensino. Havia entrado em uma “greve de fome”, literalmente falando. 3 meses a água, leite e laranja. Coisas de um rebelde sem causa. Foi um período meio doido em minha vida e lamento pelos meus meus pais, que tiveram de aguentar uma barra. Tinha 13 anos de idade. Mas sobrevivi, graças a Deus e aos meus pais.

Mas, voltando a falar do amigo Louiz, que faleceu no dia 1º de agosto de 1993, naquele fatídico acidente na BR-381 (na época conhecida como BR-262), em uma curva próximo “Cascata Lanches”. Ele ia em um ônibus da Gontijo, de Monlevade para BH. Havia embarcado no Posto Cinco Estrelas, por volta de 22 horas. Domingo, final de férias e o ônibus com passageiros em pé. Menos de 10 Kms depois o acidente, após o motorista cair com o veículo na canaleta. Mais de 20 vítimas fatais. Um dia para ser esquecido diante da tragédia.

E lá estava o meu amigo. E eu, como repórter policial naquela época, recebi a notícia em 1ª mão, dentro da Delegacia. Foi-se prematuramente. E todos nós, seus amigos Polivalentes, seus amigos do samba, seus amigos dos tempos de República, onde convivemos por alguns anos ali na Gameleira e Nova Suiça, nas famosas “Bitacas” – apelido que dávamos na época às repúblicas de estudantes -, sentimos muito a sua partida. Um cara do bem, sempre sorrindo. Tocando seu cavaquinho, fomos parceiros em alguns festivais de canção. Fiz algumas letras para ele musicar. “José, José, carpinta pedra, cana corta sua sede, cerca atalha o seu caminho. Não, não está sozinho”… Lembra desta “Negão”? Bateu Sodade forte agora!

Mas a vida é isto aí. Cada um vai no seu tempo. Deus quem comanda a Nau. E um dia, quem sabe, não voltamos a nos encontrar!

Presidente Djalma Bastos se reúne com o diretor do DAE

24 de agosto de 2017

Na manhã de ontem, 22, o presidente da Câmara, vereador Djalma Bastos (PSD), recebeu em seu gabinete o diretor geral do Departamento de Águas e Esgoto (DAE), Cleres Roberto de Souza. Na oportunidade, Cleres comentou sobre a insatisfação apresentada por alguns vereadores na última reunião ordinária referente à decisão do departamento de que as demandas dos parlamentares sejam feitas por meio de ofício.

Os vereadores criticaram a postura do DAE dizendo que essa atitude tende a diminuir a fiscalização dos edis com relação a problemas relacionados ao departamento como falta de água, rede de esgoto estourada, rede pluvial danificada, entre outros.

Segundo Cleres, a medida adotada pelo DAE não visa coibir o trabalho de fiscalização dos vereadores, mas estabelecer critérios que permitam à autarquia se organizar de forma adequada para atender às solicitações apresentadas pelos vereadores. “Atualmente, a demanda de serviço tem sido grande. Diante disso, pedimos aos vereadores que enviassem ofício ao DAE sempre que precisassem de alguma informação ou visitar alguma obra específica apenas para nos programar previamente e conseguirmos atender a todos de forma igualitária”, explicou.

O presidente Djalma Bastos disse entender a postura do DAE já que o objetivo da medida é dinamizar os serviços realizados pelo departamento. “Vou repassar a informação aos vereadores e, caso seja necessário, vamos marcar uma reunião para esclarecer outras dúvidas quanto ao fato”, declarou.

O Presidente da Câmara em reunião com o diretor do DAE

(Foto: Maria tereza)

Para um Amigo, um Velho conhecido!

23 de agosto de 2017

Além da saúde e da paz, e do convívio com os nossos filhos, nossa esposa, a família e os amigos, Deus nos reserva algumas coisas que não têm preço. Quando fazemos algo de positivo, e produtivo, sem esperar retorno – nem material e nem espiritual -, acabamos sendo surpreendidos com um carinho, seja em palavras ou em gestos, tão generosos, que as mãos do Criador nos tocam profundamente. Nas coisas simples. E eu, de um temperamento às vezes, vamos dizer, até agressivo, de estopim curto e nervos sempre à flor da pele, acabo entendendo que muito melhor é viver em harmonia.

E no dia de ontem, para comprovar ainda mais esta teoria de que viver bem é o melhor remédio para o corpo e para a alma, recebi um e-mail de um velho amigo, o caro Juventino Formiga. residente ali na querida Vila Tanque. Ele esteve aqui em Lavras Novas no último sábado, acompanhando o Coral Monlevade, do qual é um dos integrantes da Velha Guarda. E, assim como todo o grupo, encantou-se com o lugar e com os nativos, que encheram a Igreja Nossa Senhora dos Prazeres para ouví-los. Houve uma reciprocidade, uma harmonia tão intensa e forte entre os membros do Coral e a plateia, durante o Concerto, uma empatia, que só poderia ser coisa de Deus.

E o Juventino Formiga mandou-se um e-mail, nesta terça-feira, diria, um documento, que soou como canção de ninar. Uma coisa tão bonita e escrita com a alma, emocionante. Senti no dever de dividir esta alegria e de público agradecer ao amigo. Muito obrigado, cara! Suas palavras me fizeram ver o quanto é importante procurar fazer as coisas sem buscar retorno. Já penei muito por isto e, à medida que vamos nos amadurecendo, aprendemos que tudo que plantamos vale a pena, mesmo que seja uma semente pequenina. Desde que façamos algo por prazer e com amor!

O Coral Monlevade, sob a regência do Maestro Luciano Lima, apresentou-se no sábado último, dia 19, na Igreja Nossa Senhora dos Prazeres, em Lavras Novas, distrito de Ouro Preto (MG)

Foto: Marcelo Melo.

Para Seu Zé e Dona Naná!

21 de agosto de 2017

Resolvi fazer uma crônica. Um texto. Não poderia passar batido sem fazer uma homenagem, mesmo que póstuma, ao já saudoso Sr. José Úrsula Gomes, ou simplesmente “Seu Zé”. Ou “Zé Úrsula”!

Caramba, mas esta pessoa, juntamente com sua esposa, Dona Naná, da “Casa São José Modas”, era muito especial e o casal tinha um carinho tão especial para comigo, que parecia gente da família. E era, de uma forma ou de outra. Desde os tempos do meu 1º casamento, com Marilene, no convívio e um tratamento tão amoroso com os nossos filhos Ícaro e Arthur, dos tempos que frequentávamos a Pastoral Familiar, e depois deu continuidade após meu casamento com Carla, com quem Dona Naná e Seu Zé sempre tiveram um enorme vínculo, ligados à Igreja e à Pastoral. Uma amizade que já era antiga!

Pois bem, e desde sua enfermidade, as orações pela saúde deste grande homem, esposo e pai exemplar, amigo, foram intensas. Mas Deus preferiu assim, e tinha de ser em um domingo, um dia especial, quando se encerrava a Semana da Família, para uma pessoa que viveu em função de sua Família e trabalhou durante anos junto à inseparável esposa e companheira, Dona Naná, por tantas outras famílias. Seu Zé Úrsula, com certeza, terá um lugar cativo bem pertinho do Pai.

Muitas Histórias

Pois é, mas vivemos muitas boas histórias com seu Zé e Dona Naná, e sua família. Durante os encontros de Revisão Matrimonial, quando trabalhamos juntos. Nas viagens ao retiros espirituais em Igarapé, junto aos membros da Pastoral Familiar, quando eu, Letinho, o saudoso Xandico, Kubu, Valseque, Rubinho Leitão e outros deixávamos o casal em alerta contra as Vodkas que levávamos para tomar às escondidas, durante o Retiro (rs). Ele, mais manso, tentando amenizar o problema, e Dona Naná, mais severa, puxando nossas orelhas. Tentando nos proteger do Padre Helder, que era o nosso líder espiritual naqueles momentos tão abençoados.

Os nossos encontros ao sítio do casal, ali nas Pacas, quando realizávamos as festas juninas da Pastoral. Eram muito divertidas, mas nos bastidores Seu Zé e Dona Naná evitaram algumas brigas e outras confusões. Sem contar aqueles bebuns que não queiram ir embora nunca. Quantas coisas que nós fizemos Seu Zé e Dona Naná passarem. Mas tinham um coração tão grande e tão em paz, que para eles tudo era festa. Nunca os vi de caras fechadas, com o semblante triste. Sempre sorridentes, sempre amigos e dispostos a dar um conselho para o que fosse preciso. Dona Naná, mais líder, no Comando. E Seu Zé Úrsula na retaguarda, mas sábio e sempre apoiando a companheira. Juntos, eram uma força extrema, de uma fé incomum e de uma grandeza e generosidade irreparáveis. Católicos apostólicos romanos na concepção da palavra, sempre praticando, como deve ser.

Pois é, mas a vida é assim. E não poderia deixar de falar na recepção que sempre nos deram, para eu e Carla, em sua residência em João Monlevade ou na casa de praia, em Nova Viçosa, no sul da Bahia. Quantos almoços Seu Zé Úrsula e Dona Naná prepararam pra gente! O torresmo com angu, a mostarda, o feijão, aquela carne de panela e a canjibrina sempre presente. E a latinha de Brahma, nos aguardando, sempre geladinha, no ponto. Isto não tem preço. Esta amizade boa e mesmo que ficássemos ficasse algum tempo o encontrar, havia uma cumplicidade muito boa entre nós, e era ótimo quando o via nas ruas de Carneirinhos, próximo à loja deles. E o respeito e a liberdade que tínhamos um com o outro. Não esquecerei de nossos momentos, de sua carinha boa, contando seus causos e suas experiências de vida. E andando na praia de Nova Viçosa, um lugar abençoado que o senhor amava tanto. Que lhe fazia tão bem!

Vá em Paz, Seu Zé! E fique bem, Dona Naná, eu e Carla te amamos muito! Deus lhe dê força.

Eis o casal! Nossa Homenagem!

Vá em Paz, Sr. Zé Úrsula!

20 de agosto de 2017

Com muita tristeza que comunico o falecimento do Sr. José Úrsula Gomes, 84 anos, esposo de Dona Naná, da “Casa São José”. Sr. Zé Úrsula encontrava-se internado há algumas semanas em um Hospital de Belo Horizonte, onde havia passado por cirurgias. Estava há dias na UTI e veio falecer neste domingo. Ainda não há mais informações sobre o ocorrido.

Sr. Zé Úrsula deixa a esposa, três filhos e cinco netos, e toda uma vida ligada à Igreja Católica, principalmente à Pastoral Familiar, onde o casal prestava um grande trabalho e dedicou parte de sua vida. Ironicamente, ele vem falecer justamente no dia que a Igreja Católica que se encerra a Semana da Família. E na Missa deste domingo, das 19 horas, na Igreja Sagrado Coração de Jesus (Igreja Nova de Carneirinhos), quem estará cantando será justamente o Coral da Sagrada Família da Pastoral Familiar, cujo espaço da regente hoje certamente estará vago, que é ocupado por Dona Naná Gomes.

Deus dê muita força à Dona Naná,aos filhos Júlio, José Geraldo e Jairo, às noras, netos, familiares e amigos. Vá em Paz, Seu Zé, esta grande figura humana e que deixará muita saudade!

Nas fotos, dois momentos do Sr. Zé Úrsula, em fotos que registrei, com a esposa, filhos, netos e noras. Em Família, como sempre foi. Um Pai e esposo exemplar.

E aí? Qual estrada tomar?

18 de agosto de 2017

Não sei dizer o que queria dizer neste instante. Permaneço indefeso em minhas decisões. Quanto mais me sinto livre, menos me sinto capacitado para agir em certas situações. Este mundo que escolhi continua incerto, assim com os outros mundos. A certeza do que somos parece não chegar ao ápice. Sempre dúvidas com relação a que rumo tomar, em que estrada seguir. Ao Criador pertence a nossa sina, mesmo que façamos planos. E assim vamos vivendo e aprendendo o quanto pequenino somos!

Foto: Marcelo Melo

Coral Monlevade em Lavras Novas!

15 de agosto de 2017

Nossa história foi mais bonita do que a de Robinson Crusoé!

26 de julho de 2017

Hoje meio amanheci de banzo, com saudade de minha infância/adolescência, vivida em minha terra-natal. Das peladas no “Campin Pereira”, dos torneios no Social Clube, das missas e paqueras infantis no Palanque da Vila Tanque, Do guarda-pó verde que usávamos nas aulas práticas no Polivalente e das brincadeiras no quintal da casa de Seu Armindo, virando o quarteirão entre a 25 e a Contorno. Dos piques de esconder, dos jogos de queimada, de apagar os relógios das casas e bater o portão, e depois sair correndo. De jogar bombinha na casa do saudoso “Chico Preto” e sair gritando “Chico Preto, pega ladrão”!

Saudade de jogar bolinha de gude, soltar papagaio na manivela, jogar finca, passa-anel e ganhar um beijo da menina por quem estávamos apaixonados. Das calças curtas e das merendas que levávamos para o Eugênia Scharlé durante o Grupo Escolar. De andar de bicicleta e de carrinhos de rolimã, descendo em disparada pela Avenida Aeroporto. De tirar dinheiro de nossos pais e ir comer coxinha e beber guaraná no Bar Alvorada. De ficar espiando os jogadores de sinuca no Bar do Alonso e jogar bola debaixo da chuva.

Saudade do tempo que não volta, mas que fez parte de nossa bela história, mais bonita que a história de Robinson Crusoé!

Saudoso “Bar do Alonso”, ali na Vila Tanque