Frase do Dia

fevereiro 9, 2010 por blogdoleunam

“Depois que eu me chamar saudade, não preciso de vaidade. Quero preces e nada mais”.

(Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito)

Uma frase a todos os cantadores

fevereiro 9, 2010 por blogdoleunam

“Só é cantador quem carrega no peito o cheiro e a cor de suas terras, a marca de sangue de seus mortos e a certeza de luta de seus vivos”.

Vital Farias

Morre Pena Branca

fevereiro 9, 2010 por blogdoleunam

“Cala-se uma das vozes que nos trazia o sertão até nossas casas. É uma Pena perder uma figura tão carismática e simpática. Deus o acolhera com certeza. A nós resta ouvir suas belas canções e sonhar acordado”.

Valdemir Cardoso

Perdemos mais um grande artista

fevereiro 9, 2010 por blogdoleunam

Lendo agora ao provedor “Uai”, tomei conhecimento da morte dom cantor José Ramiro Sobrinho, o “Pena Branca” da dupla sertaneja Pena Branca e Xavantinho. Ele foi vítima de um enfarte na noite dessa segunda-feira, em São Paulo, onde morava. Pena Branca tinha 70 anos.

A dupla começou a cantar em 1962. Em 1990 ganharam o Prêmio Sharp, de Melhor Música (“Casa de Barro”, de Xavantinho e Moniz) e Melho Disco (“Cantado do Mundo Afora”).

Em 1992, a dupla recebeu o prêmios Sharp e APCA. Os irmãos gravaram, em 1993, “Violas e Canções” (Velas), destacando-se “Viola Quebrada” (Mário de Andrade). Nesse ano, os shows da dupla chegaram até os Estados Unidos. Lançaram ainda “Ribeirão encheu” (Velas), em 1995, com “Luar do sertão” (João Pernambuco e Catullo da Paixão Cearense), e “Pingo d’água” (Velas), em 1996 com “Tristeza do Jeca” (Angelino de Oliveira) e “Flor do Cafezal” (Luís Carlos Paraná). A dupla também fez também muito sucesso gravando músicas de Renato Teixeira e “Cuitelinho”, do folclore popular.

Pena Branca, o cantador da música de raíz

Prandini assina contratos de R$1,6 milhão

fevereiro 9, 2010 por blogdoleunam

O prefeito Gustavo Prandini de Assis assinou na última sexta-feira, 5, os contratos que garantem para a cidade repasse de R$1,620.300,00 de recursos destinados à execução de projetos importantes para o município como a construção da Cozinha Comunitária, Centro Cultural Turístico, Pavimentação do Bairro Cidade Nova e Complexo Turístico do Areão. A verba foi obtida por meio de emendas parlamentares dos deputados federais Zé Fernando e Antônio Roberto, ambos do PV,e Leonardo Monteiro do PT.

O recurso para a implantação da Cozinha Comunitária é de R$350 mil, disponibilizado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. O objetivo da Cozinha é produzir e distribuir gratuitamente refeições, além de ser uma estratégia de inclusão social produtiva, de fortalecimento da ação coletiva e da identidade comunitária. O projeto deverá ser executado no bairro Santa Cecília. Para o Centro Cultural Turístico, o repasse é de R$ 292.500,00 mil pelo Ministério do Turismo e a Prefeitura de João Monlevade ainda estuda o local onde será construído. A obra está orçada em aproximadamente R$1 milhão. Para isso, o Executivo busca mais recursos para completar a verba. Já o bairro Cidade Nova, receberá através do Ministério das Cidades, R$ 295.300,00 destinados à pavimentação das ruas. O bairro que não tem rede de esgoto e está prestes a receber o serviço, inclusive com tratamento em fossas sépticas.

O maior recurso é de R$ 682.500,00 mil para o Complexo Turístico do Areão. No local, serão construídas pistas de caminhada, quiosques e quadras esportivas. Em breve, o município fará abertura do processo licitatório para execução de todas as obras.

Nozinho reivindica cursos da UEMG para São Gonçalo

fevereiro 9, 2010 por blogdoleunam

O Prefeito de São Gonçalo do Rio Abaixo, Raimundo Nonato Barcelos, “Nozinho”, reuniu-se na tarde dessa segunda-feira, 8, com o vice-governador do Estado, Antônio Augusto Junho Anastasia. O encontro contou com a presença do Deputado Estadual Gustavo Valadares.

Durante o encontro, que ocorreu na sede do BDMG, em Belo Horizonte, o prefeito reivindicou a implantação de uma unidade da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) no município de São Gonçalo. O vice-governador ficou de estudar o pedido junto a Reitoria da Universidade, mas acenou com a possibilidade do município obter mais esse benefício do Governo do Estado.

O prefeito Nozinho, ao centro, junto ao vice-governador Anastasia (E) e o deputado Gustavo Valadares

Ao Célio Lima, do Drops de Sanidade

fevereiro 9, 2010 por blogdoleunam

Não sou cretino e continuo com a opinião de que a praça do Povo não é lugar para festa popular. Já temos um trânsito ferrado, sim, mas fazê-lo ainda pior aí é sacanagem com o povo. Generalizar não é coisa sadia.

Mas, quanto ao pré-carnaval, escrevi ontem e vou repetir: foi nota 10 em todos os quesitos. Ai eu posso generalizar…

E-mail de um Leitor – “10 na Organização do Pré-Carnaval”

fevereiro 9, 2010 por blogdoleunam

“Valeu Melo, pois partindo de você sei que os comentários são verdadeiros.
Essa é uma forma de tentarmos resgatar os antigos carnavais de nossa cidade; pena que ‘Papai do Céu’ não nos deu o privilégio de ter a Neide Roberto junto ao sobrinho mandando ver nas marchinhas.

Tivemos muitos acertos e muitos erros, mas humildemente, estamos tentando acertar cada dia mais e sempre aprendendo com os erros. A tarefa de fomentar a cultura de nossa cidade é muito grande, mas aos poucos vamos colocando o carro no caminho certo.

Obs.: Vale dizer que a nossa decoração foi toda ela produzida a partir de material reciclável. O professor Reginaldo (Regis) e seus alunos do Bem Viver mandaram bem na decoração”.

Gladevon Costa – Jornalista e funcionário da Fundação Casa de Cultura

Gladevon, obrigado!

fevereiro 9, 2010 por blogdoleunam

Gladevon, valeu, pois partindo de você sei que o comentário foi sincero. A sua primeira frase, onde diz que “valeu Melo, pois partindo de você sei que os comentários são verdadeiros”, por si só representa tudo. E é tão bom quando passamos essa credibilidade ao receptador. Lembra-se do que dizia a nossa professora de Faculdade, Valéria Said, sobre a ética no jornalismo? Pois é, mas entre erros e acertos, eu pretendo sempre defender esta bandeira. Não sou pior e nem melhor que jornalista algum desta cidade, mas ao menos procuro ser coerente. Vendo apenas o espaço em meu jornal, jamais a minha opinião. Em meu terreiro, canto eu. Mas isso é outra história…

Caro Gladevon, sem querer aqui ser o defensor da atual gestão da Casa de Cultura de João Monlevade, um coisa posso afirmar: vocês estão conseguindo resgatar o tempo perdido dentro desta Fundação. Luciano Roza e companhia estão dando outra vida ao ponto chave da Casa, que é o de resgatar certos valores perdidos e, como você mesmo escreveu, esta sede de fomentar a nossa cultura é salutar ao nosso povo. E eu aplaudo vocês porque estão tornando reais (ou ao menos tentando) os sonhos de idealizadores como os saudosos Gerharth Michalick e Nilton de Souza (Tim), principais nomes que batalharam pela instalação da Casa de Cultura em nossa cidade, junto ao ex-prefeito Antônio Gonçalves. E este trabalho não é apenas trazer à cidade shows de duplas sertanejas de péssima qualidade. A cultura popular pertence ao povo, mas não se resume apenas em Zezés, Xitões, Brunos, marcianos e o escambal. Há mais mistérios do que a nossa vã sabedoria possa imaginar. Ou filosofia, sei lá.

Porque há bandas populares do Recife, há penas brancas e xavantinhos, há renatos azevedos, há bandas de paus e cordas, há quintetos violados, há rolandos boldrins, há tonicos e tinocos, há sérgios reis, há hermetos paschoais, há arianos suassunas e há sempre uma cultura a ser explorada. Vocês “estradam” pela estrada certa.

Comentário de Leitores: “10 na Organização do Pré-Carnaval”

fevereiro 8, 2010 por blogdoleunam

“Realmente nota 10 para a administração municipal pela iniciativa e organização. Pena nossa juventude não “curtir” as marchinhas e sambas cantados pelo nosso Rôminho”.

Vagner Luiz – João Monlevade

Marcelo,

“Estive ontem no pré-carnaval e compactuo com sua opinião. Estrutura bem montada, bastante segurança e bons shows. Agora com relação ao local, que, certamente não é o ideal, fico na dúvida, pois há tantos carnavais na região que são realizados em pleno centro de cidades. Será que estamos sendo exigentes demais?

Abraços”.

Pedro Paulo da Costa – João Monlevade