Prefeitura divulga programação do aniversário de João Monlevade

19 de abril de 2018

Monlevade divulgou parte da programação alusiva às comemorações do aniversário da cidade. Ao completar 54 anos de emancipação político-administrativa, a Administração Municipal realizará diversos eventos, inclusive com destaque para as áreas da cultura, do esporte e da saúde. Na próxima sexta-feira, dia 20, a partir das 19h, será inaugurada a obra de reforma da Praça do Lindinho, em Carneirinhos. Na oportunidade, haverá homenagem às mulheres de destaque na comunidade, lançamento do selo do Jubileu da Funcec, sorteio de brindes e shows com a Orquestra Big Band Funcec e da banda Chama Chuva. No sábado, dia 21, na Praça do Povo, em Carneirinhos, a partir das 9h, acontece o “I Torneio de Jogos de Mesa e de Salão”, incluindo disputas em jogos como dama, sinuca, tênis de mesa, totó, truco e xadrez. Neste mesmo dia, à tarde e à noite, acontece o “Circuito Gastronômico”, na Praça Sete. No domingo, dia 22, às 8h, será realizada a “Corrida Rústica”, tendo como ponto de partida e chegada a Praça do Povo. No dia 28, às 19h, na Praça do Povo, em parceria com a Fundação ArcelorMittal, será exibido o espetáculo infantil “A menina que entra em livros”.

Nos dias 28 e 29, durante todo o dia, acontece o Campeonato de Esportes Radicais, na Quadra do Baú. No dia 29, às 8h, no hall da Prefeitura, haverá solenidade de hasteamento de bandeiras. E, a partir das 10h, em frente à sede do Bem Viver, no Cruzeiro Celeste, será realizada a Rua de Lazer, com distribuição de guloseimas como pipoca e algodão doce, shows de Rangel Garcia e dos Amigos do Pop e Leko, incluindo a Galinha Pintadinha. Também entrará em funcionamento o ônibus da Saúde, com atendimento odontológico para a comunidade e com diversos serviços da saúde disponibilizados à população (como aferição de pressão e vacinas, entre outros). O Sest/Senat, também parceiro no evento, estará presente com palestras, escovário e distribuição de kits bucais para a criançada. Ainda no dia 29, de manhã, à tarde e à noite, teremos a realização do Torneio Início da Copa Interbairros, no Estádio Louis Ensch. Nesta mesma data, às 14h, no Sesi, no bairro José de Alencar, acontece a final da “I Copa Gospel de Futebol Soçaite”.

No dia 6 de maio, às 11h30, a “Orquestra de Violeiros Arpejo de Ouro Branco” se apresentará na Praça da Igreja São José Operário. Também em alusão às comemorações ao aniversário de João Monlevade, com datas a serem confirmadas, será lançado o projeto “Remédio entregue em casa” e entrará em funcionamento a Unidade Básica de Saúde Cidade Nova. A abertura dos JEMG (Jogos Estudantis de Minas Gerais) acontecerá no dia 15 de maio, às 19h, na Praça do Povo.

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Vá em Paz, Canhoto!

9 de abril de 2018

Canhoto e sua esposa Ângela

Perdemos ontem o grande amigo Antônio de Paula, popularíssimo “Canhoto”, que nos tempos da Belgo-Mineira costumávamos falar que era o “braço direito” do Gabriel, aquele outro que nos deixou, o Antônio Gabriel de Araújo, apelidado de “Tony Gabou”. Trabalharam anos juntos no Setor de relações Públicas na Usina e eram grandes amigos. Vão se encontrar no céu.

Pois é, mas Canhoto veio para Monlevade para jogar bola, como era comum na época, nos anos dourados do futebol monlevadense, e trabalhar na Usina. Atuou pelo Atletic, Metalúrgico. Era um cracaço, dizem quem o viu atuar pelos gramados. E eu tive o prazer de conhecê-lo, assim como a sua esposa Ângela. Um casal que sempre admirei. E ele aquele cara simples, muito religioso e de fala mansa. Sempre era bom prosear com Canhoto, ou na Vila Tanque, ou ali na Praça Sete, em Carneirinhos, que era seu ponto. Também gostava de às vezes beber uma cervejinha no “Bar do Vital”, e contava seus casos de futebol. Cruzeirense apaixonado e, por estas ironias, os filhos Marco Túlio e Adriano, roqueiros da “Banda Concreto”, são atleticanos de carteirinha. Faz parte da democracia, um grande dom do Antônio de Paula, uma pessoa que não sabia levantar a voz. Diria que sua fala acalmava. E era um tremendo saudosista, assim como eu.

Lembro-me de quando fundei o jornal “Morro do Geo”, Canhoto foi um dos primeiros assinantes. Era prazeroso deixar o exemplar na casa dele, ali na 22. Ele vibrava com as fotos antigas do futebol. E agora, em nosso retorno, em março passado, fiz questão de, à útima hora, trocar uma fotografia da Coluna “Momento do Futebol”. Ainda virei para minha esposa, Carla, que diagrama o jornal, e falei: – Vou trocar uma foto aqui. Colocar esta do Metalúrgico no lugar do time do Vasquinho, porque tem o Canhoto no time. Devido ao seu estado de saúde, temia que até a edição que sairá agora em abril, ele já não estivesse entre nós. E Deus o levou, mas vá em Paz, e descanse meu amigo!

Aqui, algumas fotografias do nosso amigo, em alguns momentos, como no nosso Encontro do “Natal da Esquina 22”, com sua esposa e filhos, e a foto do Metalúrgico, que saiu na edição passado do “Morro do Geo”. Canhoto, “a obra, o homem imortaliza”. E você já é um imortal entre nós.

Encontro do “Natal da Esquina 22”, em 2015

Equipe do Metalúrgico, de João Monlevade, que fez sucesso na década de 1960

 

Duplicação da 381: Obra do Século!

10 de março de 2018

A duplicação da BR-381 virou Novela! Trecho entre João Monlevade a BH. Felizmente, tenho viajado com menos frequência nesta estrada. Mas anteontem parti novamente para a capital, retornando ontem. Graças a Deus, viagem tranquila. Mas uma coisa me chamou a atenção: passa ano, entra ano e tudo praticamente a mesma coisa. Neste trecho por exemplo (o trânsito estava parado, diga-se de passagem, por isto fiz a foto), em frente à Parada do “Amigão”, entre o trevo de Roças Novas e o de Caeté. Nas mesmas condições faz alguns anos. Nenhuma alteração. Os mesmos quebra-molas, os mesmos vendedores ambulantes e a mesma obra.

Na volta, uma para no “Mexidão” do Robson para o almoço, e durante uma conversa com o encarregado de uma das empreiteiras que executa a obra de duplicação da 381, ele me confidenciou que “aqui tem serviço pra mais 8 anos, pelo menos. Porque o serviço só é feito quando o Dnit manda dinheiro. As empreiteiras não trabalham aguardando o dinheiro entrar, pois não há confiança no governo. Então, quando o dinheiro acaba, os patrões dão férias coletivas aos empregados e só retornam quando chega o dindin”.

Este é o Brazil e fodas-se o povo e quem trafega nesta bendita rodovia! Um governo corrupto somado às péssimas condições da estrada e aos motoristas imprudentes e irresponsáveis fazendo merda!

 

Venha participar. Convites Limitados!

5 de março de 2018

O estilo “babaca” dos técnicos irá sucumbir

5 de março de 2018

Cada time segue a cartilha do técnico. Não gosto de assistir jogo entre Atlético e Cruzeiro. Raramente assisto, mas ontem acabei me rendendo após convite do amigo Renato Lage. E, como sempre, o estilo Mano Menezes predomina sobre os jogadores nos times que dirige, onde seus comandados usam da mesma arma do “chororô”. Reclamões de tudo, como se o árbitro da partida tivesse que apitar tudo a favor do time deles. Fazem faltas violentas para tentar intimidar o adversário e por aí afora. Este não é o estilo do Cruzeiro, que hoje tem uma equipe superior à do Atlético. Este é o estilo Mano Menezes, estilo “babaca”. Retranqueiro de 1ª linha e ontem aquele jogo truncado, jamais parecido com um clássico na concepção da palavra.

Aí à tarde fui assistir a partida entre Santos e Corínthians, com dois técnicos da nova safra: Jair Ventura e Fábio Carille. Um jogo bonito de se ver, sem faltas violentas, sem chororô, sem pressão sobre a arbitragem. Jogo limpo, tirando apenas a falta de luz do estádio por mais de 50 minutos. Lamentável. Mas, no tocante à partida, dígna de um clássico, porque não existiu ali o estilo “babaca” de um técnico como Mano Menezes e outros que seguem sua cartilha. Felizmente, uma nova safra de bons técnicos está surgindo!

A irresponsabilidade de um Carteiro!

23 de fevereiro de 2018

Estão vendo a foto acima? Prestem atenção abaixo onde está escrito DESTINATÁRIO. Abaixo um nome e um endereço. Correto? Contendo o nome do logradouro, número do prédio, número do apartamento, do bairro, o Cep e a cidade. Ah, e também o Estado. Confere? E acima um manuscrito do próprio punho onde está escrito: “falta Lj/Apto” Até aí tudo bem?

Não, não está nada bem. Sabem por quê? Porque esta mercadoria teria de ser entregue em meu endereço no dia de ontem, 22, segundo dados que acompanhei através do rastreamento que fiz pelos serviços oferecidos pelos Correios, via Internet. E muito bom, por sinal. Só que, além de não ter chegado, ao entrar novamente no serviço de rastreamento, hoje pela manhã, 23, fui surpreendido pela seguinte notícia em minha tela de Computador: “Carteiro não atendido”. Dizia que o carteiro teria vindo à minha residência ontem às 15:30 hs. e não havia ninguém no apartamento. Mentira, pois fiquei em casa ontem praticamente o dia todo, justamente porque sabia que a mercadoria seria entregue. Somente deixei meu Ap. por volta das 21 horas. Se ele veio, não tocou o interfone.

Assim que li a informação, entrei em contato telefônico com os Correios, quando fui informado pelo gerente que a mercadoria não teria sido entregue porque faltava complemento do endereço. E o objeto foi devolvido à agência central dos Correios, em Carneirinhos. Mais uma mentira dita pelo carteiro, porque na foto pode-se ver claramente que consta o endereço completo, inclusive  contendo o número do apartamento, o qual o carteiro informou que não estava identificado. Mas, como os funcionários dos Correios em Monlevade são competentes e honestos, recebi uma ligação para recolher minha mercadoria lá. Assim o fiz, onde fui muito bem atendido e recebi o pedido de desculpas.

Não estou aqui culpando a instituição, a qual goza de funcionários capacitados e sempre solícitos e educados. Falo aqui da irresponsabilidade do carteiro, que sei o nome, mas prefiro omitir para que ele não fique prejudicado e muito menos marcado por este ato que vem de confronto às normas da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, uma entidade séria e cuja origem teve início no ano de 1963, fundada institucionalmente em 20 de março de 1969. Portanto, são cerca de 50 anos de história e bons serviços prestados. Mas que este ato sirva de exemplo, para que outras pessoas, principalmente as mais humildes, não passem pelo constrangimento pelo qual passei no dia de hoje.

A patética transmissão global no carnaval carioca

13 de fevereiro de 2018

A Globo vai dando fim aos especialistas e colocando nos seus lugares os “bonitinhos” globais! Acompanho o desfile das Escolas de Samba do Carnaval carioca já faz alguns anos. E posso dizer com propriedade que nada melhor dos tempos em que nas transmissões ficavam nos estúdios pessoas que realmente entendiam de carnaval, entendiam de samba, entendiam de enredo, entendiam de bateria, de harmonia, e podiam passar a nós, telespectadores, leigos, a história de cada escola, dos barracões, das origens, dos compositores, dos intérpretes etc. Lembro-me de comentaristas ilustres, como Paulinho da Viola, Lecy Brandão, Haroldo Barbosa, Hermínio Bello de Carvalho e outros, que formavam uma equipe seleta para comentar o desfile carioca no estúdio da Globo. Valia a pena ouvir o debate entre eles e aprender.

Hoje, quanto amadorismo e inoperância dos apresentadores Fátima Bernardes e Alex Escobar. Durante as duas noites/madrugadas de transmissão dos desfiles, uma narrativa patética. Ambos leram um pouco da história de cada escola, promoveram o sistema da decoreba e passaram para nós, telespectadores, como robôs. Sem qualquer contextualização entre um tema e outro, mostraram desconhecer a história das escolas, do preparo dos carros alegóricos e deixaram buracos enormes entre um comentário e outro. O comentarista Nelson Cunha foi o que salvou no “Camarote” da Globo, com sua irreverência e realmente tem conhecimento da história, sem a prática da decoreba. Este e o “Pretinho”, que tem histórico de Bateria e Evolução, foram a parte lúcida na transmissão da “Vênus Platinada” no desfile do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro.

Meu Repúdio a esta Diretoria do Galo!

11 de fevereiro de 2018

Aproveitando o Domingo de Carnaval, venho por meio desta declarar meu voto de repúdio a esta recém-empossada diretoria do meu Glorioso Clube Atlético Mineiro, cujo presidente, Sérgio Seis mais 1 Câmara, é um segundo Nepomuceno, pois já começou falando besteira ao dizer que não é seu “forte” falar sobre futebol. Ora bolas, por que o senhor Alexandre Kalil colocou então este cara para presidir nosso Galo? E, não só por mais um vexame cometido na tarde de ontem , quando perdeu em casa para a fraquíssima equipe da Caldense, mas também pela mentirada que o diretor de futebol, Alexandre Gallo, vem “vomitando” à imprensa Primeiro, que anunciaria uma novidade, ou seja, um camisa 10, até a última sexta-feira. Nada aconteceu. E depois que havia entrado em contato com o técnico Cuca. Foi desmentido pelo próprio Cuca. Outra mentira. Um cara incompetente que pode também sumir desta diretoria.

Portanto, começamos mal o ano e vem o Mané do presidente prometer que “vamos lutar pelo bicampeonato mineiro”. Desculpe a indelicadeza, mas bi do Mineiro o senhor pode enfiar aonde quiser. Eu, como atleticano, não quero mais merreca. Quero uma Copa do Brasil e principalmente o Brasileiro. Isto que eu quero.

D. Irene, vá em Paz!

5 de fevereiro de 2018

Hoje a manhã amanheceu não apenas chuvosa, mas cinzenta, triste, melancólica. E diante dessa notícia, muita sofreguidão. A nossa Esquina não será mais a mesma… E as marchinhas carnavalescas, que a senhora tanto gostava, serão ouvidas em outras vidas!

Algumas pessoas passam em nossas vidas como meteoros; outras ficam. Mesmo distantes, mesmo que nos encontremos vez ou outra. Eu sou privilegiado em conviver com amigos com quem temos este lado em comum.

Pois bem, mas hoje perdemos uma grande senhora, uma ilustre educadora, esposa e mãe de família exemplar, uma pessoa ímpar em todos os adjetivos. Uma digníssima Mulher, pessoa do bem! Dona Irene Caldeira, esposa do ilustre Senhor Ildeu Caldeira. Aos 86 anos de vida, após passar por uma cirurgia de fêmur, no Hospital Life Center, em Belo Horizonte, no último sábado. Faleceu na madrugada desta segunda-feira. Deixa os filhos Vilma, Gerson, Hilton, Adilson, Élcio e Lílian. E vários netos. Uma família maravilhosa e com quem convivo há anos, desde a infância, vizinhos na velha Vila Tanque, na histórica “Esquina 22”!

O casal Seu Ildeu e D. Irene sempre foi referência para mim. Do tipo “goiabada cascão em caixa”, coisa fina, rara de se encontrar. Adorava vez ou outra visitá-los ali na Esquina da Contorno com a 22. Assentava-me ao sofá e eles, anfitriões que nos deixavam à vontade. Sorridentes, bons de prosa e sempre aquela latinha de cerveja. Sempre com muitas histórias antigas e novas para contar. E o tempo perto deles passava rápido justamente porque era muito bom ouvi-los. Sábios por excelência! D. Irene foi uma das pioneiras na área educacional em João Monlevade. Professora de 1ª linha. E dizem seus ex-alunos que muito brava. Ela nos deixa, mas sua obra fica imortalizada. E a saudade!

E disto tudo, sou testemunho do valor em vida que seus filhos, netos, sempre deram aos Patriarcas. Sempre presentes, amorosos e carinhos com seus pais. Uma família muito unida. Bonita de se ver. Mas Seu Ildeu e agora a saudosa D. Irene também são os Patriarcas da “Esquina 22”, cujo título e homenagem se deram durante a II Edição do “Natal da Esquina 22”, realizado em 24 de dezembro de 2016.

Vá em Paz, D. irene. E estará em um ótimo lugar, ao lado do Pai! Deus conforte Seu Ildeu, os filhos, a família, os familiares e amigos!

A já saudosa D. Irene ao lado do esposo Seu Ildeu Caldeira

Durante o Encontro do “Natal da Esquina 22”, em dezembro de 2016, quando o casal foi homenageado com o título de “Patriarcas da Esquina”

Meu testemunho de uma “Sexta-Feira Escoteira”!

2 de fevereiro de 2018

Gentileza é o que mais faz falta no mundo atual. E na manhã desta sexta-feira posso dizer que tive o privilégio de ter passado alguns minutos com pessoas gentis. Primeiramente, na Secretaria Municipal de Saúde, quando fui fazer uma visita profissional à minha amiga Lélia Carvalho Lage e lá pude encontrar ainda outros dois amigos: Lourival ferreira (Bôca) e Alesandre Bastieri, pessoas de fino trato. Pouco tempo de prosa, mas o suficiente para sair dali renovado pelo bom astral daquelas pessoas e o tratamento recebido.

Dali fui ao Hiper comprar um pão para preparar o café da manhã aqui em meu Ap. E, já a caminho da Ilha da Padaria, deparo com um senhor de meia idade, beirando talvez seus 70 anos, e funcionário do Hiper. Infelizmente não deu para reparar seu nome no crachá. Mas sempre o vejo quando vou ali para comprar alguma coisa e ele sempre de cara boa, sorridente, cumprimentando as pessoas. E num instante, ao se aproximar, estendeu-me as mãos e, com um sorriso espontâneo no rosto, foi logo dizendo: – “Tenha um bom dia. De muita saúde e paz. Que Deus lhe acompanhe”! Disse “Amém”. E ele repetiu e foi caminhando para continuar a sua labuta.

Pois é, mas um gesto tão simples e tão nobre! E que nos deixa com o coração cheio de vida e a alma sensível. Dando-nos mais força para viver! Amém!